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domingo, 16 de novembro de 2014

OLHO DA RUA

O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://opiniao.estadao.com.br/noticias/geral,crime-de-responsabilidade-imp-,1593545O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://opiniao.estadao.com.br/noticias/geral,crime-de-responsabilidade-imp-,1593545 O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://opiniao.estadao.com.br/noticias/geral,crime-de-responsabilidade-imp-,1593545O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://opiniao.estadao.com.br/noticias/geral,crime-de-responsabilidade-imp-,1593545O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://opiniao.estadao.com.br/noticias/geral,crime-de-responsabilidade-imp-,1593545 Líder da Minoria no Congresso Nacional, o deputado federal e senador eleito Ronaldo Caiado(Democratas-GO) defendeu nesta sexta-feira (14) a demissão e substituição de toda a diretoria da Petrobras e a destituição do seu Conselho de Administração, como sinal de que existe real interesse por parte do governo em promover uma profunda assepsia na empresa.
Na opinião do senador eleito, apenas a auditoria não resolverá os graves problemas desencadeados pelo esquema de corrupção que tomou conta da estatal. A investigação da Polícia Federal revela a cada momento que a maior empresa pública brasileira está ameaçada, fato comprovado pela da nova etapa da Operação-Lava Jato, deflagrada nesta sexta-feira, com a prisão de mais um ex-diretor, Renato Duque, que por indicação do petista José Dirceu, chefe dos mensaleiros, comandou a área de Serviços da petrolífera entre 2003 e 2012.
“Quando uma instituição contratada para auditar a Petrobras se nega a avalizar o balanço da estatal por causa do tamanho da corrupção instalada realmente é hora de se tomar uma atitude mais enérgica. O patrimônio de empresa que é orgulho dos brasileiros está virando pó. É urgente que se tomem providências para evitar que a Petrobras deixe de existir. Se a presidente Dilma quer provar que não tem envolvimento com esse escândalo da Petrobrás, deveria começar demitindo toda a diretoria e destituindo o conselho”, avaliou Caiado.
Na opinião do líder da Minoria, o que aconteceu entre quinta-feira – adiamento da divulgação do balanço da empresa – e hoje – novas prisões e apreensões pela Polícia Federal – justifica a mudança de todos os postos de comando da empresa.
“Se a presidente Dilma quer mesmo combater esse esquema de corrupção que está corroendo a Petrobras ela precisa agir agora. Não dá mais para avalizar o aparelhamento da empresa que teve seus cargos-chave loteados para aliados. A Petrobras é uma empresa de capital aberto que depende de investidores. Quem vai querer investir numa empresa tomada pela corrupção que não consegue nem apresentar seu balanço do terceiro trimestre, uma obrigação junto a Comissão de Valores Mobiliários?”
FONTE: Ucho.Info

sábado, 12 de abril de 2014

CASTELO DE AREIA


policia_federal_08 Na manhã desta sexta-feira (11), a Polícia Federal deflagrou o segundo capítulo da Operação Lava-Jato, cumprindo mandado de busca e apreensão na sede da Petrobras, no Rio de Janeiro. O alvo da PF é a contratação, por parte da petroleira, das empresas Ecoglobal – Ambiental Comércio e Serviços Ltda. e da Ecoglobal Overseas LCC. O contrato de locação de equipamentos e fornecimento de serviços técnicos especializados, por ocasião da assinatura, tinha o valor de R$ 443,8 milhões. A Polícia Federal cumpriu mandatos de busca, apreensão, prisão e condução coercitiva em São Paulo, Campinas, Rio de Janeiro, Macaé e Niterói.
A PF suspeita que na mesma época da assinatura do contrato uma negociação tinha como foco a venda de 7% das cotas das empresas Ecoglobal para um grupo que contava com a participação do doleiro Alberto Youssef, preso em Curitiba. A transação se deu através da Quality Holding, de propriedade de Youssef, e de Paulo Roberto Costa, ex-diretor de abastecimento da Petrobras e representado no negócio pela Sunset Global Participações. Do negócio, estimado em R$ 18 milhões, participou uma terceira empresa, a Tino Real Participações.
Durante as investigações, a Polícia Federal identificou que a cessão de cotas estava condicionada à conclusão do contrato da Petrobras com a Ecoglobal. Uma carta-proposta, classificada como confidencial e assinada pelos envolvidos no negócio, foi localizada pelos policiais.
Os investigadores apontam que o próprio negócio da cessão de cotas é condicionado à efetivação do contrato da Ecoglobal com a Petrobrás. A PF localizou carta-proposta confidencial subscrita pelos negociantes e datada de 18 de setembro de 2013. A suspeita da PF está no fato de uma empresa, com contrato no valor de R$ 443 milhões, decida vender 75% das cotas por apenas R$ 18 milhões.
O desdobramento da Operação Lava-Jato explica o nervosismo que se instalou no Palácio do Planalto diante da possibilidade de uma CPI conseguir abrir a caixa de Pandora da Petrobras. Não por acaso, durante conversa com Dilma, o ex-presidente Lula disse que era preciso inviabilizar a criação da CPI da Petrobras, como quer a oposição
Fonte: Ucho.Info