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quarta-feira, 30 de outubro de 2013

PORTO CENTRAL DE PRESIDENTE KENNEDY, AUDIÊNCIA PÚBLICA DIA 07 DE NOVEMBRO




Porto Central - maquete 1


  Já está definida a data da audiência pública do Porto Central de Presidente Kennedy: 07 de novem, às 18h, no Ginásio de Esportes “Correão”, na sede do município. A TPK Logística, responsável pelo empreendimento que tem também investidores do Porto de Roterdã (Holanda), começou a divulgar esta semana os convites para a realização do evento. A audiência pública será coordenada por técnicos do Ibama, que virão de Brasília especialmente para esse fim. Na ocasião, serão apresentados o EIA/RIMA (Estudo e Relatório de Impacto Ambiental), últimos requisitos para a obtenção da licença de instalação do Porto Central, entre as praias das Neves e Marobá. Novo sistema viário De acordo com o engenheiro SalomãoFadjlalah, representante da TPK, o projeto “é limpo e contempla o que há de mais moderno em respeito às normas ambientais, nos moldes dos clusters que compõem o Porto de Roterdã, de impacto quase zero para os recursos naturais que integram Presidente Kennedy e entorno”. As obras, inicialmente orçadas em R$ 1,8 bilhão e que vão gerar entre 4.500 e 5.000 empregos durante a construção, devem ser iniciadas em julho de 2014. Além do engajamento e suporte da Secretaria de Estado de Desenvolvimento, a Prefeita Amanda Quinta Rangel destaca a importância da participação do DER nos entendimentos envolvendo a Prefeitura, o grupo empresarial e o Estado, “pois significa o cumprimento da palavra do Governador Renato Casagrande, de dotar Presidente Kennedy e região das rodovias sem as quais um empreendimento desse porte não se viabiliza”. – Temos do governo – frisou Amanda – a garantia de três ações fundamentais em termos de infraestrutura viária: o desvio da ES-060 (Anchieta-Praia das Neves), que já teve início;melhorias em diversos pontos da ES-162 (Presidente Kennedy-BR-101) e a construção da nova ES-297 (Apiacá-Praia das Neves), com cerca de 45 km de extensão. Essas obras de um novo sistema viário, no entendimento da Prefeita, “vão permitir que a construção do Porto Central interfira o mínimo possível na vida das pessoas que moram, estudam e trabalham nos núcleos urbanos do nosso município. Comunidades como a de São Paulinho, que margeia a rodovia Kennedy-BR-101, serão beneficiadas com melhoramentos, como acostamentos, que serão construídos em toda a extensão, além do desvio do trânsito pesado para um novo traçado”. Geração de empregos – Outro aspecto fundamental – destacou a Prefeita – é que os empreendedores garantiram que 70% da mão-de-obra serão contratados em Kennedy e municípios vizinhos, algo em torno de 3.000 postos de trabalho que serão gerados e empregarão gente daqui. Para dar oportunidade de emprego aos kennedenses, a Prefeitura tem investido maciçamente, em parceria com a Findes/Sesi/Senai/Senac, em cursos de qualificação técnica e formação de mão-de-obra. Nos próximos quinze dias, será inaugurada a Agência Municipal de Formação e Qualificação, que já dispõe de calendário para todo o ano que vem. Segundo o professor Durval Vieira, consultor da TPK, “é fundamental essa parceria com a Prefeitura, objetivando a qualificação e a formação da mão-de-obra”. Para o consultor, merece elogios “a disposição da Prefeita Amanda em adequar a orientação profissional dos jovens que têm bolsas municipais para cursos superiores, orientando-os para esse novo mercado de trabalho que se descortina na região”. Atualmente, a Prefeitura de Presidente Kennedy mantém bolsas de estudo integrais para aproximadamente 400 universitários, que frequentam faculdades do Sul do ES e de Campos-RJ. A partir do ano que vem, a Secretaria Municipal de Educação vai direcionar a escolha dos cursos à oferta de empregos no município, especialmente por parte do Porto Central.clique aqui

Fonte: Blog Kennedense

terça-feira, 10 de abril de 2012

PORTO DE PRESIDENTE KENNEDY PODE ATRAIR MAIS MONTADORAS

Mineradora, siderúrgica, montadora, estaleiro, tudo reunido num só lugar. Essa é a proposta do Porto Central, porto-indústria que será construído numa área de 25 milhões de metros quadrados em Presidente Kennedy, extremo Sul do Espírito Santo. A inauguração é prevista para 2015. Além de dar um desafogo no principal gargalo logístico do Estado, os terminais portuários, o empreendimento atrairá uma série de grandes investimentos.

Carregando a grife do Porto de Roterdã, os holandeses serão responsáveis pela operação do porto e estudam a possibilidade de entrarem na sociedade, a expectativa é de que o interesse no projeto seja grande. "Eles dão ao mercado a certeza de uma boa administração. Além disso, estamos geograficamente muito bem localizados: de frente para o pré-sal, perto dos grandes centros produtores do Brasil, com uma hinterlândia que responde por 64% do PIB brasileiro", assinala José Maria de Novaes, diretor do Porto Central.

Arte / A Gazeta
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O executivo não disse o quanto espera atrair em investimentos, mas se tomarmos por base o Superporto do Açu, de Eike Batista, que está sendo construído em São João da Barra, que prevê a atração de US$ 40 bilhões e a geração de 50 mil empregos, dá para ter uma noção do que vem por aí.

As parcerias com os futuros clientes, que alugarão os espaços na retroárea, começarão a ser discutidas com mais profundidade a partir de agora, com o memorando de intenções, assinado ontem no Palácio Anchieta, e com a confirmação de Roterdã no negócio, mas alguns clientes parecem já estar bem próximos.
foto: Thiago Guimarães/Secom
Maior Porto do ES
Obras do Porto Central abrirão mais de mil vagasA construção do Porto Central, que começa no final de 2013, abrirá mais de mil postos de trabalho. Será o segundo terminal tocado por Roterdã fora da Europa, o primeiro fica em Omã.

“Nosso cliente vai se preocupar apenas com o seu negócio. Empresas que tiveram de sair do Espírito Santo pela absoluta falta de infraestrutura portuária, caso do ferro-gusa, voltarão”
José Maria de Novaes, diretor do Porto Central
A Ferrous tem uma área ao lado do Central, por isso, é grande a possibilidade de que a mineradora desista de construir o seu próprio terminal e use as instalações ao lado para escoar o minério que vem de Minas Gerais e no futuro, quem sabe, construa uma siderúrgica na retroárea do Central.

Os investidores também aguardam para fechar negócio com um estaleiro. "A Petrobras já disse algumas vezes que carece de um estaleiro de inspeção e reparo no Espírito Santo. Reservamos um espaço justamente para isso, aguardamos apenas a chegada do parceiro para negociarmos", destacou Novaes.

Rodovia com ligação à 101 será duplicada

Com anúncio do Porto Central feito, começa agora a luta pela infraestrutura que dará acesso ao empreendimento. Ontem mesmo, o governador Renato Casagrande garantiu que a rodovia ES 297, que liga Presidente Kennedy à BR 101, será duplicada e terá sua capacidade de carga aumentada.

"As obras da rodovia vão andar junto com as obras do porto. Já temos inclusive projeto".

O acesso ferroviário vai depender de articulação política. Os investidores identificaram três acessos potenciais: Litorânea Sul (Vitória a Anchieta), Valec EF 354 (do Norte fluminense e irá até o Peru) e a Ferrovia Centro-Atlântica (Vitória ao Rio).

"Vamos estar em contato permanente com o governo federal e ANTT (Agência Nacional dos Trasportes) para que seja construído o ramal ligando o Porto Central ao sistema ferroviário brasileiro", disse o governador.

Hoje, em São Paulo, Renato Casagrande reúne-se com representantes do governo holandês, dono de 30% do Porto de Roterdã, os outros 70% pertencem ao município de Roterdã.

Fonte: A Gazeta

domingo, 30 de outubro de 2011

FERROUS REQUER LICENCIAMENTO PARA MINERODUTO NO SUL DO ESTADO.

A Ferrous Resources do Brasil S/A requereu do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Renováveis (Ibama) a Licença Prévia (LI) para construir seu mineroduto, em Presidente Kennedy, no sul do Estado. O mineroduto deverá transportar polpa de minério do Espírito Santo até Minas Gerais e faz parte do complexo industrial que a empresa planeja instalar no sul do Estado.

O pedido foi publicado na última sexta-feira (28) e diz respeito ao licenciamento dos 395,8 km de extensão do mineroduto que cortará 17 municípios mineiros, três no Rio de Janeiro e dois capixabas: Mimoso do Sul e Presidente Kennedy.

A LI é considerada a segunda fase do processo de licenciamento. Com esta licença em mãos, a empresa estará autorizada a construir o seu empreendimento e será submetida à última uma fase do licenciamento (Licença de Operação) somente quando for iniciar as atividades do mineroduto.

Além do mineroduto, a empresa vai construir na região um porto e três usinas de pelotização de minério de ferro com capacidade de produzir 7,5 milhões de toneladas de pelotas por ano, totalizando 22,5 milhões de toneladas anuais.

A Ferrous também já iniciou o licenciamento de uma linha de transmissão de energia elétrica, para fornecimento à operação do Terminal Portuário. A linha de transmissão 345KV Campos (RJ) - Vitória (ES) será seccionada em Atílio Vivaqua (ES) até as subestações de energia que serão implantadas no porto, percorrendo uma distância de 27,5 quilômetros.

Ao todo, a Ferrous já adquiriu uma área de 12 milhões de m², onde irá concentrar seu complexo industrial, voltado para o mercado externo

Fonte: Séculodiário