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segunda-feira, 21 de abril de 2014

ENTREVISTA COM A PREFEITA AMANDA QUINTA DE PRESIDENTE KENNEDY



14 DE ABRIL DE 2014 “O melhor de Presidente Kennedy é o povo kennedense”

 Ela é jovem, focada e tem a responsabilidade de dirigir um município que possui potencial de crescimento enorme. Amanda Quinta, 25 anos, é prefeita de Presidente Kennedy e, apesar da jovialidade, tem demonstrado pulso firme e administra a cidade como os mais experientes. Com uma visão progressista, ela está antenada no que fazer para melhorar a qualidade de vida da população e garante: o principal é investir em educação. Confira a entrevista com a prefeita: Muitas cidades do Rio de Janeiro que vivem em meio à grande geração de riqueza do petróleo não são bons exemplos de desenvolvimento social.

 Como evitar que o mesmo aconteça com Presidente Kennedy?

 “Nossa administração investe maciçamente em educação e na qualificação e treinamento de mão-de-obra, para que todos os kennedenses, sem exceção, possam usufruir dos recursos que Deus nos concedeu. A prefeitura dá bolsas integrais para 500 universitários e já qualificou mais de 500 alunos, apenas em 2013, nos cursos técnicos. No verão deste ano, mais de 200 adolescentes entre 16 e 18 anos frequentaram os cursos técnicos que oferecemos em parceria com o Senai, preparando-se para um futuro melhor”. 

A prefeitura recebe royalties, porém a maior parte do PIB é gerado pelas empresas privadas de petróleo, que muitas vezes contratam produtos, serviços e pessoal de fora. Como fazer para que esta renda fique realmente na cidade? 

“Da forma que acabei de falar: qualificando a população economicamente ativa, entre 16 e 45 anos de idade, para trabalhar não apenas nas oportunidades do setor de mineração e gás, mas nas prestadoras de serviço que ficam no entorno. Vamos receber o Porto Central, na Praia das Neves, que vai gerar 1.200 empregos diretos para os kennedenses só durante as obras, previstas para começar em julho deste ano. Estamos investindo na formação dessa mão-de-obra. Quando em operação, o Porto Central, nos moldes do de Roterdã, na Holanda, pode empregar mais 2.000 moradores de Presidente Kennedy. Nosso esforço é preparar nossa gente para essas oportunidades, bem como para o turismo, a agroindústria e o comércio, nossas outras vocações econômicas”.





 Com todo o ingresso dos royalties, o que está mudando na cidade nos últimos anos? 

“Passamos, em 2012, por uma convulsão político-administrativa, que resultou na intervenção estadual. Nossa gestão, neste primeiro ano, teve que estruturar-se internamente para enfrentar os grandes desafios, contando com o decisivo apoio do governador Renato Casagrande. O município até hoje não conta com rede de esgotos e água tratada, só na sede. As obras de saneamento, que vamos iniciar este ano, com investimentos de mais de R$ 100 milhões, vão pôr fim a esse absurdo que é ter o maior PIB per capita do Brasil, enquanto 70% da população não têm água encanada nem esgotos sanitários”.

 Os projetos de exploração de petróleo têm vida relativamente curta, de 30 a 50 anos, já é hora do município começar a se preparar para quando o petróleo acabar? O que pode ser feito neste sentido?

 “Vou repetir: investir em educação, educação e educação. O saber é uma riqueza que não acaba nunca e vai elevar o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M) a níveis que garantam ao nosso povo pleno emprego e qualidade de vida em níveis de primeiro mundo. Essa é a prioridade nº 1 do nosso plano de governo e trabalhamos por ela, com planejamento e austeridade, 24 horas por dia”. Qual é o verdadeiro papel de uma prefeita? “Fundamentalmente, é lançar as bases para o futuro – com planejamento e execução de obras e ações estruturantes – sem descuidar da atenção às demandas, especialmente das famílias mais carentes, no presente”.

 Qual a sua proposta para melhorar a saúde no município? 

“Na área da Saúde, a Prefeitura já presta hoje assistência de qualidade a toda a população. Não há sequer uma família desassistida, até com exames e tratamentos de alta complexidade custeados pela prefeitura em grandes centros médicos. Em 2014, vamos iniciar, em parceria com o governo do Estado, a construção de um novo PAM – Pronto Atendimento Municipal, para melhorar o atendimento local. Estamos construindo três novas unidades de saúde no interior e vamos adquirir 8 novas ambulâncias com motorista 24 horas”.

 Senhora Prefeita, como irá dirimir o problema do desemprego no município? 

“Atraindo indústrias, que virão para o entorno do Porto Central e da Usina Termoelétrica de Marobá, e investindo na formação e qualificação de mão-de-obra. Não há outra fórmula para gerar emprego e renda”.

 Quais suas propostas culturais para o município? (música, arte, dança dentre outros). 

“Esse é um tema que olho com carinho especial. Reativamos e estamos investindo na Banda de Música, que, para nosso orgulho, já manda alunos para a Faculdade de Música do Espírito Santo. Educação Artística será oferecida em toda a rede municipal de ensino e vamos construir, até 2015, o Centro Municipal de Educação, Artes e Cultura, dotado de auditório, teatro e oficinas culturais. Cite algo de bom que só em Presidente Kennedy tem. “O povo kennedense. Não existe gente melhor, mais ordeira, mais solidária, nem mais generosa em nenhum lugar do mundo”. 

Fonte: Aqui ESclique aqui

sábado, 14 de dezembro de 2013

TERMOELÉTRICA DE KENNEDY , UM BILHÃO DE REAIS EM INVESTIMENTOS


Fonte: BLOG KENNEDENSE
 DE 

O ano de 2013 termina com a certeza de dois grandes empreendimentos em Presidente Kennedy, superando o terremoto político-administrativo que sacudiu o município e levou à intervenção estadual no ano passado. Dez dias depois de o governador Renato Casagrande garantir o início das obras do Porto Central na Praia das Neves para julho de 2014, a UTE-PK (Usina Termo Elétrica de Presidente Kennedy) realizou audiência pública na última quinta-feira, para obter licença ambiental do Ibama. Essa etapa já havia sido cumprida pelo Porto Central e, na avaliação do secretário de Desenvolvimento de Presidente Kennedy, “a UTE também não terá dificuldade em obter a licença de instalação na planta industrial de  Marobá. A usina é o que há de mais moderno em todo o setor, gerando 800 MW de energia limpa, utilizando o gás natural canalizado em nosso litoral, pelo gasoduto Vitória-Campos, sem qualquer dano ou risco ambiental”. Segundo o empresário Reginaldo Vinha, presidente e principal executivo do Gera ES, o grupo só aguarda o leilão da ANEEL – Agência Nacional de Energia Elétrica, para divulgar seu cronograma de obras, enquanto, simultaneamente, trata da liberação ambiental do projeto. Uma termoelétrica como a de Marobácusta entre R$ 800 milhões a R$ 1 bilhão em investimentos, podendo gerar até 800 empregos diretos durante a construção, estimada para começar em 2015, indo até 2019.

UTE Marobá - mapa de localização 001

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

PORTO CENTRAL DE PRESIDENTE KENNEDY, AUDIÊNCIA PÚBLICA DIA 07 DE NOVEMBRO




Porto Central - maquete 1


  Já está definida a data da audiência pública do Porto Central de Presidente Kennedy: 07 de novem, às 18h, no Ginásio de Esportes “Correão”, na sede do município. A TPK Logística, responsável pelo empreendimento que tem também investidores do Porto de Roterdã (Holanda), começou a divulgar esta semana os convites para a realização do evento. A audiência pública será coordenada por técnicos do Ibama, que virão de Brasília especialmente para esse fim. Na ocasião, serão apresentados o EIA/RIMA (Estudo e Relatório de Impacto Ambiental), últimos requisitos para a obtenção da licença de instalação do Porto Central, entre as praias das Neves e Marobá. Novo sistema viário De acordo com o engenheiro SalomãoFadjlalah, representante da TPK, o projeto “é limpo e contempla o que há de mais moderno em respeito às normas ambientais, nos moldes dos clusters que compõem o Porto de Roterdã, de impacto quase zero para os recursos naturais que integram Presidente Kennedy e entorno”. As obras, inicialmente orçadas em R$ 1,8 bilhão e que vão gerar entre 4.500 e 5.000 empregos durante a construção, devem ser iniciadas em julho de 2014. Além do engajamento e suporte da Secretaria de Estado de Desenvolvimento, a Prefeita Amanda Quinta Rangel destaca a importância da participação do DER nos entendimentos envolvendo a Prefeitura, o grupo empresarial e o Estado, “pois significa o cumprimento da palavra do Governador Renato Casagrande, de dotar Presidente Kennedy e região das rodovias sem as quais um empreendimento desse porte não se viabiliza”. – Temos do governo – frisou Amanda – a garantia de três ações fundamentais em termos de infraestrutura viária: o desvio da ES-060 (Anchieta-Praia das Neves), que já teve início;melhorias em diversos pontos da ES-162 (Presidente Kennedy-BR-101) e a construção da nova ES-297 (Apiacá-Praia das Neves), com cerca de 45 km de extensão. Essas obras de um novo sistema viário, no entendimento da Prefeita, “vão permitir que a construção do Porto Central interfira o mínimo possível na vida das pessoas que moram, estudam e trabalham nos núcleos urbanos do nosso município. Comunidades como a de São Paulinho, que margeia a rodovia Kennedy-BR-101, serão beneficiadas com melhoramentos, como acostamentos, que serão construídos em toda a extensão, além do desvio do trânsito pesado para um novo traçado”. Geração de empregos – Outro aspecto fundamental – destacou a Prefeita – é que os empreendedores garantiram que 70% da mão-de-obra serão contratados em Kennedy e municípios vizinhos, algo em torno de 3.000 postos de trabalho que serão gerados e empregarão gente daqui. Para dar oportunidade de emprego aos kennedenses, a Prefeitura tem investido maciçamente, em parceria com a Findes/Sesi/Senai/Senac, em cursos de qualificação técnica e formação de mão-de-obra. Nos próximos quinze dias, será inaugurada a Agência Municipal de Formação e Qualificação, que já dispõe de calendário para todo o ano que vem. Segundo o professor Durval Vieira, consultor da TPK, “é fundamental essa parceria com a Prefeitura, objetivando a qualificação e a formação da mão-de-obra”. Para o consultor, merece elogios “a disposição da Prefeita Amanda em adequar a orientação profissional dos jovens que têm bolsas municipais para cursos superiores, orientando-os para esse novo mercado de trabalho que se descortina na região”. Atualmente, a Prefeitura de Presidente Kennedy mantém bolsas de estudo integrais para aproximadamente 400 universitários, que frequentam faculdades do Sul do ES e de Campos-RJ. A partir do ano que vem, a Secretaria Municipal de Educação vai direcionar a escolha dos cursos à oferta de empregos no município, especialmente por parte do Porto Central.clique aqui

Fonte: Blog Kennedense

sábado, 23 de março de 2013

PRESIDENTE KENNEDY: OBRAS DO PORTO CENTRAL COMEÇAM EM 2014


Gustavo Ribeiro

Notícia Anterior
Operação apreende mais de 200 pedras de crack em Cachoeiro


As obras do Porto Central, em Presidente Kennedy, no Sul do Estado, começam no segundo semestre do ano que vem. As quatro etapas do projeto foram apresentadas, na quinta-feira (14), durante reunião com representantes políticos, o Governo do Estado e empresários ligados ao Porto de Roterdã - responsável por operar o empreendimento.

O novo terminal deverá viabilizar a presença da Ferrous no Estado uma vez que o porto começa a operar em 2017, três anos antes do início das obras da mineradora, que será vizinha do Porto Central na Praia da Neves.

Foto: Gustavo Ribeiro

Investidores apresentam projeto do Porto Central para a prefeita de Kennedy

De acordo com o Secretário de Estado de Desenvolvimento, Nery De Rossi, o Porto Central deverá atender as demandas da Ferrous. “Houve uma readequação no cronograma da Ferrous. Ela deve iniciar explorando uma mina em Minas Gerias, e o Porto Central vai se apresentar como uma alternativa futura para otimizar a viabilidade econômica do projeto”, destaca.

Rossi disse ainda, que as atividades da Ferrous na região, devem começar entre 2019 e 2020, e confirmou uma negociação dela com a empresa de Eike Batista. “Em um primeiro momento, enquanto não existe o Porto Central a Ferrous pretende realmente escoar parte da produção de uma das minas pelo RJ, mas obviamente que a partir da conclusão das obras do porto Central, esse seria a alternativa otimizada para o escoamento da produção”, explicou o secretário.

Conversas preliminares entre o Porto Central e a Ferrous apontam também uma possível parceria entre as duas empresa. De acordo com José Maria, já foi apresentado a Ferrous o projeto do Porto. “Isso é uma conversa que estamos começando agora. Devido a fase do nosso projeto, eles estão aguardando o desenvolvimento, e sinalizaram com uma possibilidade a ser estudada”, afirmou.

A intenção do Porto Central é focar o escoamento no mercado de óleo e gás, mármore e granito, offshore e bases supply, em um primeiro momento. Segundo Novaes, tem havido algumas conversas com clientes, mas o fechamento dos contratos irá depender das licenças do Ibama e Operacional que aguardam sair ao longo do ano.

Serão investidos na primeira etapa aproximadamente 1,5 bilhões de reais. O projeto total irá ocupar uma área de 20 milhões de metros quadrados, que terá sua conclusão final em 2020, quando chegaria a ferrovia no município, segundo informou o Diretor de Implantação do Projeto, José Maria de Novaes.
A intenção do Porto Central é oferecer o maior número de empregos para os moradores da região, deixando 30% a 40% para profissionais de fora. Para esses, será construído um Núcleo Urbano, que servirá de abrigo para os trabalhadores. Outra obra que deverá ser construída é uma escola técnica, para capacitar profissionais que queiram trabalhar nas fases de construção e operação do Porto Central

Fonte: Gazeta Online sul

terça-feira, 10 de abril de 2012

PORTO DE PRESIDENTE KENNEDY PODE ATRAIR MAIS MONTADORAS

Mineradora, siderúrgica, montadora, estaleiro, tudo reunido num só lugar. Essa é a proposta do Porto Central, porto-indústria que será construído numa área de 25 milhões de metros quadrados em Presidente Kennedy, extremo Sul do Espírito Santo. A inauguração é prevista para 2015. Além de dar um desafogo no principal gargalo logístico do Estado, os terminais portuários, o empreendimento atrairá uma série de grandes investimentos.

Carregando a grife do Porto de Roterdã, os holandeses serão responsáveis pela operação do porto e estudam a possibilidade de entrarem na sociedade, a expectativa é de que o interesse no projeto seja grande. "Eles dão ao mercado a certeza de uma boa administração. Além disso, estamos geograficamente muito bem localizados: de frente para o pré-sal, perto dos grandes centros produtores do Brasil, com uma hinterlândia que responde por 64% do PIB brasileiro", assinala José Maria de Novaes, diretor do Porto Central.

Arte / A Gazeta
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O executivo não disse o quanto espera atrair em investimentos, mas se tomarmos por base o Superporto do Açu, de Eike Batista, que está sendo construído em São João da Barra, que prevê a atração de US$ 40 bilhões e a geração de 50 mil empregos, dá para ter uma noção do que vem por aí.

As parcerias com os futuros clientes, que alugarão os espaços na retroárea, começarão a ser discutidas com mais profundidade a partir de agora, com o memorando de intenções, assinado ontem no Palácio Anchieta, e com a confirmação de Roterdã no negócio, mas alguns clientes parecem já estar bem próximos.
foto: Thiago Guimarães/Secom
Maior Porto do ES
Obras do Porto Central abrirão mais de mil vagasA construção do Porto Central, que começa no final de 2013, abrirá mais de mil postos de trabalho. Será o segundo terminal tocado por Roterdã fora da Europa, o primeiro fica em Omã.

“Nosso cliente vai se preocupar apenas com o seu negócio. Empresas que tiveram de sair do Espírito Santo pela absoluta falta de infraestrutura portuária, caso do ferro-gusa, voltarão”
José Maria de Novaes, diretor do Porto Central
A Ferrous tem uma área ao lado do Central, por isso, é grande a possibilidade de que a mineradora desista de construir o seu próprio terminal e use as instalações ao lado para escoar o minério que vem de Minas Gerais e no futuro, quem sabe, construa uma siderúrgica na retroárea do Central.

Os investidores também aguardam para fechar negócio com um estaleiro. "A Petrobras já disse algumas vezes que carece de um estaleiro de inspeção e reparo no Espírito Santo. Reservamos um espaço justamente para isso, aguardamos apenas a chegada do parceiro para negociarmos", destacou Novaes.

Rodovia com ligação à 101 será duplicada

Com anúncio do Porto Central feito, começa agora a luta pela infraestrutura que dará acesso ao empreendimento. Ontem mesmo, o governador Renato Casagrande garantiu que a rodovia ES 297, que liga Presidente Kennedy à BR 101, será duplicada e terá sua capacidade de carga aumentada.

"As obras da rodovia vão andar junto com as obras do porto. Já temos inclusive projeto".

O acesso ferroviário vai depender de articulação política. Os investidores identificaram três acessos potenciais: Litorânea Sul (Vitória a Anchieta), Valec EF 354 (do Norte fluminense e irá até o Peru) e a Ferrovia Centro-Atlântica (Vitória ao Rio).

"Vamos estar em contato permanente com o governo federal e ANTT (Agência Nacional dos Trasportes) para que seja construído o ramal ligando o Porto Central ao sistema ferroviário brasileiro", disse o governador.

Hoje, em São Paulo, Renato Casagrande reúne-se com representantes do governo holandês, dono de 30% do Porto de Roterdã, os outros 70% pertencem ao município de Roterdã.

Fonte: A Gazeta