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sexta-feira, 6 de setembro de 2013

A BATATA DA GLEISI HOFFMANN ESTÁ ASSANDO













Cronômetro acionado – Ainda ministra-chefe da casa Civil, a petista Gleisi Hoffmann tem enorme dificuldade no momento de escolher auxiliares. Não bastasse a prisão do deliquente sexual Eduardo Gaievski, assessor especial da petista e investigado por 23 estupros de meninas de 12 a 14 anos, o subchefe de Monitoramento da Casa Civil, Luis Antonio Tauffer, teve a carteira cassada depois de furar um bloqueio policial em Brasília. Já o subchefe de assuntos jurídicos, Ivo Corrêa, precisa dar explicações à Comissão de Ética da Presidência por suas ligações profissionais com o Google.
Contudo, outro escândalo envolvendo auxiliar de Gleisi Hoffmann está para explodir. O castelo de areia de Carlos Carboni, que era chefe de gabinete de Gleisi até 2012, começou a desmoronar quando a revista Época descobriu e divulgou (em setembro de 2011) que era marido de Lucimar Carboni, dona de empresa que prestava consultorias a prefeituras do Paraná que vão à capital dos brasileiros em busca de dinheiro federal.
O problema é que uma das fontes mais importantes desse dinheiro são as emendas do Orçamento. A lista das emendas efetivamente pagas sai da Casa Civil, que faz a triagem a partir da qual os ministérios efetuam os pagamentos por meio de empenhos, que seguem para a Caixa Econômica Federal, que finaliza a operação. A posição de Carboni, ao lado da ministra, poderia facilitar as atividades da empresa da mulher.
A demissão do assessor alarife, em novembro de 2012, aparentemente teria encerrado o caso. Ocorre que Carboni ficou no posto quase dois anos e nesse período a empresa “Consultoria e Assessoria Empresarial Carboni Ltda.”, sediada em um prédio residencial na cidade de Francisco Beltrão, no sudoeste do Paraná, teve tempo para agir.
O caso está para ser reaberto e a possibilidade de se transformar em escândalo é grande e tem preocupado os assessores da presidente Dilma Rousseff. Na Casa Civil – conhecida em Brasília como “Casa da Mãe Joana”, a avaliação é que a ministra Gleisi Hoffmann já esgotou sua cota de desastres políticos.
As ligações de Carboni com Gleisi, assim como as de Gaievski com a ministra, são profundas. Carboni coordenou a campanha da ministra ao Senado em 2010. Gaievski tinha sido escalado para coordenar a campanha de Gleisi ao governo do Paraná em 2014. Gaievski, quando não estava ocupado em molestar meninas, era considerado um articulador eficiente. Em março passado levou para Brasília, para um encontro com Gleisi, 80 prefeitos do interior do Paraná. A reunião foi realizada nos moldes de uma típica festa política.
Fonte: Ucho.Info

sábado, 27 de agosto de 2011

GLEISI DIZ QUE ESTÁ DISPOSTA A DEVOLVER DINHEIRO DE ITAIPU.

A ministra Gleisi Hoffmann (Casa Civil) enviou carta na sexta-feira (26) ao procurador-geral da República, Roberto Gurgel, em qual pergunta se foi lesiva ao erário a operação que lhe permitiu receber R$ 41 mil de multa ao deixar a diretoria de Itaipu,
Gleisi deixou a empresa em 2006 para concorrer pela primeira vez ao Senado pelo Paraná.
Gleisi Hoffmann, ministra da Casa Civil, recebeu indenização de R$ 41 mil ao deixar diretoria da Itaipu para disputar eleição
Gleisi Hoffmann, ministra da Casa Civil, recebeu indenização de R$ 41 mil ao deixar diretoria da Itaipu para disputar eleição

Na consulta endereçado ao PGR, a ministra da Casa Civil se declara disposta a devolver o dinheiro, se o Ministério Público entender que houve prejuízo aos cofres públicos. Nesse caso, ela pede ainda que se defina o índice de correção para a restituição.
A informação sobre o pagamento de indenização à ministra foi antecipada na quinta-feira pela Folha.com. Gleisi afirmou que o pagamento foi legal e que ela foi exonerada da empresa, mas não comentou sobre o fato de sua saída ter sido para disputar a eleição.

A indenização, equivalente a multa de 40% do saldo para efeito de rescisão trabalhista, só é paga quando o funcionário é demitido da empresa sem justa causa.

Fonte: Folha.com.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

PSDB QUER INVESTIGAÇÃO SOBRE CONTRATO DE GLEISI COM ITAIPU

Gleisi Hoffmann, nova ministra-chefe da Casa Civil

Em outra frente, PPS quer plano de voo de avião de empresa que Gleisi teria usado

Apuração
"Como diretora financeira (Itaipu), ela pagou a si própria. Isso precisa ser investigado",
Duarte Nogueira, líder do PSDB na Câmara

Ministra fez acerto com binacional para ser exonerada e receber rescisão de R$ 145 mil

O PSDB fará uma representação na Procuradoria-Geral da República pedindo investigação sobre o acordo feito para a saída de Gleisi Hoffmann da diretoria financeira de Itaipu Binacional em 2006. Ela deixou o cargo para disputar uma vaga ao Senado, mas não foi "exonerada a pedido" e pode receber, pelo menos, R$ 145 mil.

O diretor da empresa, Jorge Samek, diz ter demitido Gleisi porque ela desejava voltar ao cargo após a campanha. Reportagem de O Estado de S. Paulo mostrou que a ministra fez um acordo para ser demitida em vez da "exoneração a pedido". Com isso, Gleisi pode receber a multa de 40% sobre o saldo do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), no valor de R$ 41 mil, além de sacar outros R$ 104 mil do fundo. A exoneração foi publicada no dia 29 de março no Diário Oficial, dois dias antes do prazo para a desincompatibilização.

O dinheiro entrou na conta de Gleisi quando ela já era pré-candidata, mas sua assessoria nega que o recurso tenha sido investido para esse fim. A ministra também não quis explicar por que não pediu a exoneração. Quando deixou Itaipu, sua remuneração bruta era de R$ 31 mil.

Líder do PSDB na Câmara, Duarte Nogueira destacou que o cargo ocupado por Gleisi na estatal reforça a suspeita sobre o caso. "Como diretora financeira, ela pagou a si própria. Isso precisa ser investigado". Além da representação na Procuradoria-Geral da República, os tucanos pedirão a convocação da ministra na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle.

O diretor-presidente da empresa afirmou ter sido sua a decisão de demiti-la.

Já PPS protocolou, ontem, requerimento na Câmara dos Deputados que pede detalhes dos planos de voo e a lista de passageiros que viajaram na aeronave de prefixo PR-AJT, de propriedade da empresa Sanches Tripoloni, no período de 1º janeiro de 2010 a 31 de julho de 2011. Segundo reportagem da revista "Época", o avião teria sido usado pela ministra Gleisi durante a sua campanha para o Senado.

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, marido de Gleisi, também teria utilizado a mesma aeronave.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

EMPRESÁRIO CONFIRMA, ERENICE RECEBEU RECURSOS ILEGAIS.

SÃO PAULO - O empresário Rubnei Quícoli incluiu o nome da ex-ministra Erenice Guerra (Casa Civil), em depoimento à Polícia Federal, como suposta beneficiária de recursos ilícitos. No último dia 12, ele manteve informações que havia prestado em setembro de 2010 no inquérito que investiga suposto tráfico de influência da ex-ministra.


Quícoli repetiu ter ouvido de Marco Antonio de Oliveira, ex-diretor dos Correios, solicitação para repasse de R$ 5 milhões - valor que seria destinado ao pagamento de dívidas de campanha presidencial de Dilma Rousseff (PT).

Segundo Quícoli, o dinheiro também seria usado na quitação de dívida de Erenice e do então candidato ao governo de Minas, Hélio Costa.

"As credenciais pessoais dele (Quícoli) não o autorizam a fazer ataques contra ninguém", reagiu o criminalista Mário de Oliveira Filho, que defende Erenice.

Segundo Oliveira Filho, "as testemunhas já desmentiram (Quícoli), a palavra dele não vale absolutamente nada, é uma palavra isolada".

O criminalista destacou um detalhe do novo relato do empresário. "No primeiro depoimento à Polícia Federal ele (Quícoli)disse que o dinheiro era para quitar dívidas de campanha de Dilma e de Hélio Costa. Agora, do nada ele incluiu o nome de Erenice. É uma grande bobagem."

Fonte: O Estadão - http://bit.ly/hxb1uO