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segunda-feira, 7 de outubro de 2013

EL USO POLITICO DE LA JUSTIÇA

El objetivo final de muchos gobernantes en América latina es permanecer ilimitadamente en el poder


Desde fines de los años 90 hasta la fecha muchos gobernantes en América Latina han ido elaborando un modelo político cuyo objetivo final es permanecer ilimitadamente en el poder. Si bien utilizan la palabra “democracia” como bandera y el voto popular para llegar al gobierno, una vez elegidos, reforman sus Constituciones y destruyen sus sistemas judiciales para controlarlos. El control de estos gobiernos sobre el sistema judicial es quizás la pieza clave que necesitan para perpetuarse en el poder. Controlando la justicia pueden silenciar a la prensa, ocultar la corrupción y perseguir a la oposición. Quizás uno de los casos más representativos es el Ecuatoriano.
El 21 de Septiembre pasado, durante una cadena nacional, el presidente de Ecuador Rafael Correa rompió en vivo ejemplares de los diarios El Comercio, La Hora y Hoy, y les advirtió que de acuerdo a la nueva ley de comunicaciones, ellos están obligados a “publicar noticias de interés público”. Durante el mismo programa, continuó atacando y descalificando a cada uno de los columnistas que en esa semana habían publicado críticas en su contra, obligándolos a rectificarse. De no rectificarse, Correa hará lo que ya ha hecho reiteradamente en el pasado: amenazar a los medios con quitar pauta oficial, o abrir investigaciones contra los propios auspiciantes de estos medios hasta que el periódico se rectifique o el periodista que escribió la columna sea despedido. Y si esto no funciona, Correa perseguirá judicialmente a estos medios, imponiéndoles sanciones millonarias.
Durante el mes de Junio, diferentes medios publicaron noticias sobre una presunta mega operación de lavado de dinero entre Venezuela y Ecuador a través del sistema monetario conocido como “SUCRE” (Sistema Único de Compensación Regional). Producto de dichas publicaciones, la fiscalía ecuatoriana abrió una investigación sobre 4 empresas involucradas en el lavado. Sin embargo, la investigación sobre una de ellas llamada “Fondo Global” nunca prosperó, presuntamente por los lazos de sus propietarios con funcionarios de los gobiernos de Ecuador y Venezuela. Al día de hoy no hay indicios que la justicia proceda a fondo con estos casos. Las operaciones de lavado de dinero y exportaciones ficticias entre ambos países continúan.
Mery Zamora, dirigente del Movimiento Popular Democrático (MPD), fue sentenciada tiempo atrás por un tribunal de primera instancia a 8 años de prisión por el delito de sabotaje por incitar una protesta estudiantil durante el 30 de Septiembre de 2010, mientras se desarrollaba una protesta policial en contra del gobierno. Esta decisión no es más que otra muestra de persecución política contra un grupo abiertamente opositor. El fallo fue apelado por sus abogados. Sin embargo, el juez de segunda instancia a quién le toco el caso, es ni más ni menos que Gutemberg Vera, abogado personal de Rafael Correa en su juicio contra el diario El Universo.
Estos son solo algunos ejemplos que sirven para mostrar como el Gobierno de Rafael Correa utiliza el sistema judicial arbitrariamente para silenciar periodistas, ocultar posibles casos de corrupción en los cuales altos funcionarios podrían estar involucrados, y perseguir a aquellos ecuatorianos que alzan la voz y critican al gobierno.
Pero este control del sistema judicial no ocurrió de la noche a la mañana, si no que fuer parte de un plan deliberado. En Mayo de 2011, Rafael Correa convocó un referéndum para reestructurar la Corte Suprema. A través del mismo, creo un nuevo sistema de selección de jueces, el cual en última instancia estaría controlado por el Ejecutivo. Hoy en día, la gran mayoría de los nuevos jueces elegidos a través de este nuevo mecanismo son o ex funcionarios de su gabinete, o parientes de funcionarios, o jueces que han estado involucrados en decisiones controversiales a favor de los intereses del gobierno. Desde entonces, es prácticamente imposible encontrar una sentencia judicial que perjudique los intereses de Rafael Correa.
En Ecuador, las libertades civiles de las personas se esfuman día a día y cada vez se hace más difícil hacer oposición. El miedo reina entre aquellos que quieren opinar diferente. Todo esto ocurre por que la herramienta fundamental para el funcionamiento de una Democracia Constitucional, el sistema judicial, ha sido destruida y es utilizada no como herramienta de justicia, si no de persecución.
 Ezequiel Vázquez-Ger es consultor político basado en Washington DC. Twitter: @ezequielvazquez

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

BANDOLEIROS NA REDE


(Foto: Gabriela Bilo - Futura Press)





















Ao discursar para os participantes do XIX Encontro do Foro de São Paulo, grupo que reúne o que de pior existe em termos políticos na América Latina,Lula reconheceu a força da rede mundial de computadores, principalmente das redes sociais, após ter ignorado sugestões para que o PT e o governo investissem no meio eletrônico para se comunicar com a população.
Diante de uma plateia tão obtusa quanto obediente, o lobista-fugitivo afirmou: “Estes movimentos que aconteceram aqui no Brasil pegaram de surpresa todos os partidos de esquerda, de direita, o movimento sindical e o movimento social porque nós ainda agimos da forma antiga para fazer política”, disse Lula. “Nós na verdade, fomos ficando velhos e perguntamos: cadê a juventude do nosso partido? Como estamos nos comunicando com eles?”.
Atendendo a uma ordem de Lula, o PT decidiu abrir os cofres e investir em uma equipe para coordenar profissionalmente a presença do partido nas redes sociais, de acordo com o presidente da legenda, Rui Falcão. A contratação faz parte das medidas que o PT pretende adotar para se reaproximar dos movimentos sociais, em especial dos jovens que ocuparam as ruas de dezenas de cidades brasileiras para protestar e cobrar mudanças.
Que ninguém acredite nesse “bom mocismo” de Lula e Rui Falcão, pois nos bastidores já está agindo uma tropa cibernética criminosa, treinada para intimidar que ousa contrariar o partido, expondo suas mazelas e as do governo de Dilma Vana Rousseff. Há um grupo de radicais atuando deliberadamente na internet, sem se preocupar com as consequências das ofensas e ameaças que fazem. Esse modus operandi criminoso por certo levará o partido a muitas delegacias em todo o País, uma vez que a população está cansada da bandalheira que se instalou no Brasil com a chegada de Lula ao poder central.
Por mais que o PT despeje muito dinheiro nessa operação tardia, a massa pensante brasileira, que faz oposição ao partido que se transformou em caso de polícia, está muito adiantada nas questões da rede de computadores e das redes sociais. É preciso reforçar a coesão do movimento para que o enfrentamento seja decisivo. Só assim, com determinação e agindo com coerência, é que será possível evitar que o Brasil seja transformado, por mãos e mentes criminosas, em uma versão agigantada da decadente e totalitária Venezuela.
Fonte: Ucho.Info

sábado, 3 de agosto de 2013

FORO DE SÃO PAULO - INFORMAÇÕES BÁSICAS

O Foro de São Paulo foi criado em 1990 a partir de um seminário promovido pelo Partido dos Trabalhadores e que contou com a presença de Fidel Castro que junto com Lula idealizaram uma organização para aglutinar líderes comunistas e socialistas para se contraporem à então política neo-liberal predominante nos anos 90. Na verdade, querem impor à toda América Latina o socialismo ou até mesmo o comunismo, em suas declarações fala-se muito em democracia e muito pouco a palavra liberdade. 

Os objetivos iniciais do FSP estão expressos na "Declaração de São Paulo", documento final que foi aprovado no primeiro encontro, na cidade de São Paulo, em 1990. Os participantes manifestaram a "vontade comum de renovar o pensamento de esquerda e o socialismo, de reafirmar seu caráter emancipador, corrigir concepções errôneas, superar toda expressão de burocratismo e toda ausência de uma verdadeira democracia social e de massas.

Mais de 100 partidos e organizações participam da organização, num amplo leque de ideologias, mas todas com o viés socialista, assim, social-democratas, comunistas, socialistas, ambientalistas, entidades sociais de segmentos da igreja católica, e até guerrilheiros, como as Farc, fazem parte da associação. ultimamente tem-se dificultado a participação oficial das Farc, embora que não foram banidas da organização.

Países da América Latina governadas por membros do Foro de São Paulo
Argentina
Barbados
Belize
Bolivia 
Brasil
Cuba
Dominica
Equador
El Salvador
Guatemala
Haiti
Nicarágua
República Dominicana
Uruguai
Venezuela

Segue abaixo a relação dos Países e as organizações associadas ao Foro de São Paulo



PaísesOrganizações associadas
 Argentina
 Bolívia
 Brasil
 Chile
 Colômbia
 Cuba
 Equador
 El Salvador
 Guatemala
 Martinica
 México
 Nicarágua
 Panamá
  • Partido del Pueblo de Panamá
 Paraguai
 Peru
 Porto Rico
 República Dominicana
 Uruguai
 Venezuela
No Brasil a oposição mais forte ao Foro de São Paulo é a do jornalista e filósofo Olavo de Carvalho que acusa há mais de 10 anos o Foro de São Paulo como sendo o principal grupo responsável pela ascensão da esquerda na América Latina.