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terça-feira, 3 de setembro de 2013

A GUERRA VERMELHA

 Ipojuca Pontes –












Nesta altura dos acontecimentos, não há mais como esconder que o poder político na América Latina, operacionalmente comandado pelo Brasil e monitorado ideologicamente por Cuba, foi tomado pelo comunismo, de fundo marxista-leninista, justamente aquele que o genocida Fidel Castro – depois de perder os seis bilhões de dólares enviados anualmente por Moscou ao Cárcere do Caribe – considerou “perdido no leste Europeu”. A etapa mais recente da guerra (a primeira, iniciada na intentona comunista de Carlos Prestes, em 1935) reinstalou-se em julho de 1990 no permissivo Hotel Danúbio de São Paulo, quando Fidel Castro, reunido com Lula e 118 representantes de facções internacionais vermelhas, propôs a tomada do poder pela deflagração de uma “luta estratégica contra o capitalismo imperialista” e seus valores morais.
No início do mês de agosto de 2013, na última reunião do entourage esquerdista transcorrida em São Paulo, Lula da Silva, pomposo como um chefão da máfia, declarou que ambiciona mudar de escala e “construir um consenso das esquerdas” de proporções globais, a ser posto em marcha na certa em países da África, onde o governo mensaleiro do PT tem enfiado – a fundo perdido e em detrimento da indigência cabocla – bilhões de dólares. (Do jeito que o anda mundo, quem sabe o vosso Papa de Belzebu não conquista o que trama?)
O atual cardápio latino-americano de iniquidades é mais que vasto. No plano interno, projetando garantir a reeleição de Dilma e derrubar a hegemonia eleitoral do PSDB e do PMDB em São Paulo e Rio de Janeiro, Lula da Silva e a máquina petista têm feito o diabo! Para banir da vida pública Geraldo Alckmin e Sérgio Cabral (este, um antigo vassalo sem o menor resquício de caráter), e eleger Alexandre Padilha e Lindbergh Farias governadores dos dois mais ricos estados da Federação, o camarada Da Silva atinou para uma trampa diabólica: consentiu em introduzir nas manifestações de rua iniciadas em junho, intencionalmente pacíficas, hortas de ativistas fanáticos, alguns pagos com a grana do governo, mas engajados em promover com atos de terror (uma velha tradição leninista) a consolidação do hegemônico poder vermelho.
Na prática, as hordas de encapuzados partem para a “ação direta” e, portando gazuas e coquetéis molotov, paralisam o trânsito, destroem agências bancárias, incendeiam ônibus, saqueiam supermercados, shopping-centers, invadem delegacias e vandalizam prédios públicos. Confiantes nos habeas corpus da engajada OAB e na mística dos “direitos humanos” reeditam o terror das Brigadas Vermelhas, na Itália de Aldo Moro, e do Grupo Baader-meinhof, na Alemanha dos anos 1980 – ambos querendo salvar o mundo pela vertente da sangueira propagada por Marx, Bakunin, Lênin, Mao, Marcuse, Negri, Che, Fidel e sequazes. Mas os “Black Bloc” tupiniquins, pelo que se deduz, não são apenas militantes da violência programática ou simples porras-loucas quando protestam, na base do porrete, contra o regime capitalista e os políticos do 2º escalão do poder, aliados ou não do governo. Eles também estão dopados pela grana fácil do próprio Estado que dizem combater e pelos financistas internacionais que querem ver o circo pegar fogo e liquidar o conceito de pátria e nacionalidade.
Quando aos governadores Geraldo Alckmin e Sérgio Cabral, um social-democrata e outro socialista, estão ambos petrificados pela pusilanimidade típica dos políticos progressistas que têm medo de dizer o que pensam e maior pavor ainda da bilionária máquina petista de triturar adversários que se intrometem no seu caminho. No que se refere ao malandreco Cabral (que enriqueceu precocemente ao tempo em que roncava na leitura do “O Estado e a Revolução”, de Lênin), o seu caso tornou-se mais deplorável: é vítima do mesmo escorpião barbudo que, no Rio, durante anos, vinha pajeando da forma mais abjeta. Ele hoje vive acuado, não pode entrar na própria casa onde mora e já negocia na surdina, em troca de uma “barra menos pesada”, apoio ao ficha-suja Lindbergh Farias, seu arqui-inimigo patrocinado por Don Lula.
São ecos da sórdida guerra vermelha.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

BANDOLEIROS NA REDE


(Foto: Gabriela Bilo - Futura Press)





















Ao discursar para os participantes do XIX Encontro do Foro de São Paulo, grupo que reúne o que de pior existe em termos políticos na América Latina,Lula reconheceu a força da rede mundial de computadores, principalmente das redes sociais, após ter ignorado sugestões para que o PT e o governo investissem no meio eletrônico para se comunicar com a população.
Diante de uma plateia tão obtusa quanto obediente, o lobista-fugitivo afirmou: “Estes movimentos que aconteceram aqui no Brasil pegaram de surpresa todos os partidos de esquerda, de direita, o movimento sindical e o movimento social porque nós ainda agimos da forma antiga para fazer política”, disse Lula. “Nós na verdade, fomos ficando velhos e perguntamos: cadê a juventude do nosso partido? Como estamos nos comunicando com eles?”.
Atendendo a uma ordem de Lula, o PT decidiu abrir os cofres e investir em uma equipe para coordenar profissionalmente a presença do partido nas redes sociais, de acordo com o presidente da legenda, Rui Falcão. A contratação faz parte das medidas que o PT pretende adotar para se reaproximar dos movimentos sociais, em especial dos jovens que ocuparam as ruas de dezenas de cidades brasileiras para protestar e cobrar mudanças.
Que ninguém acredite nesse “bom mocismo” de Lula e Rui Falcão, pois nos bastidores já está agindo uma tropa cibernética criminosa, treinada para intimidar que ousa contrariar o partido, expondo suas mazelas e as do governo de Dilma Vana Rousseff. Há um grupo de radicais atuando deliberadamente na internet, sem se preocupar com as consequências das ofensas e ameaças que fazem. Esse modus operandi criminoso por certo levará o partido a muitas delegacias em todo o País, uma vez que a população está cansada da bandalheira que se instalou no Brasil com a chegada de Lula ao poder central.
Por mais que o PT despeje muito dinheiro nessa operação tardia, a massa pensante brasileira, que faz oposição ao partido que se transformou em caso de polícia, está muito adiantada nas questões da rede de computadores e das redes sociais. É preciso reforçar a coesão do movimento para que o enfrentamento seja decisivo. Só assim, com determinação e agindo com coerência, é que será possível evitar que o Brasil seja transformado, por mãos e mentes criminosas, em uma versão agigantada da decadente e totalitária Venezuela.
Fonte: Ucho.Info

sábado, 3 de agosto de 2013

FORO DE SÃO PAULO - INFORMAÇÕES BÁSICAS

O Foro de São Paulo foi criado em 1990 a partir de um seminário promovido pelo Partido dos Trabalhadores e que contou com a presença de Fidel Castro que junto com Lula idealizaram uma organização para aglutinar líderes comunistas e socialistas para se contraporem à então política neo-liberal predominante nos anos 90. Na verdade, querem impor à toda América Latina o socialismo ou até mesmo o comunismo, em suas declarações fala-se muito em democracia e muito pouco a palavra liberdade. 

Os objetivos iniciais do FSP estão expressos na "Declaração de São Paulo", documento final que foi aprovado no primeiro encontro, na cidade de São Paulo, em 1990. Os participantes manifestaram a "vontade comum de renovar o pensamento de esquerda e o socialismo, de reafirmar seu caráter emancipador, corrigir concepções errôneas, superar toda expressão de burocratismo e toda ausência de uma verdadeira democracia social e de massas.

Mais de 100 partidos e organizações participam da organização, num amplo leque de ideologias, mas todas com o viés socialista, assim, social-democratas, comunistas, socialistas, ambientalistas, entidades sociais de segmentos da igreja católica, e até guerrilheiros, como as Farc, fazem parte da associação. ultimamente tem-se dificultado a participação oficial das Farc, embora que não foram banidas da organização.

Países da América Latina governadas por membros do Foro de São Paulo
Argentina
Barbados
Belize
Bolivia 
Brasil
Cuba
Dominica
Equador
El Salvador
Guatemala
Haiti
Nicarágua
República Dominicana
Uruguai
Venezuela

Segue abaixo a relação dos Países e as organizações associadas ao Foro de São Paulo



PaísesOrganizações associadas
 Argentina
 Bolívia
 Brasil
 Chile
 Colômbia
 Cuba
 Equador
 El Salvador
 Guatemala
 Martinica
 México
 Nicarágua
 Panamá
  • Partido del Pueblo de Panamá
 Paraguai
 Peru
 Porto Rico
 República Dominicana
 Uruguai
 Venezuela
No Brasil a oposição mais forte ao Foro de São Paulo é a do jornalista e filósofo Olavo de Carvalho que acusa há mais de 10 anos o Foro de São Paulo como sendo o principal grupo responsável pela ascensão da esquerda na América Latina.

segunda-feira, 15 de julho de 2013

MARIONETES DE HAVANA
















 Criado para integrar comercialmente os países do chamado Cone Sul, o Mercosul está fugindo perigosamente do objetivo definido por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai. Na recente Cúpula de Montevidéu, o encontro dos presidentes dos países-membros serviu para tratar de assuntos meramente políticos, como o sistema de espionagem dos Estados Unidos e a decisão de alguns países europeus de fechar o espaço aéreo para o avião presidencial do boliviano Evo Morales, que voltava de viagem a Moscou.
Sem a presença do Paraguai, suspenso temporariamente devido ao impeachment sofrido por Fernando Lugo, a reunião do Mercosul serviu de palco para a discussão de assuntos de interesse da esquerda latino-americana. Assim como boa parte do planeta, a América do Sul enfrenta grave crise econômica, necessitando de soluções urgentes para resgatar a economia da região, mas Dilma Vana Rousseff, Cristina Fernández de Kirchner, José “Pepe” Mujica e Nicolás Maduro decidiram sair em defesa do cocalero Evo Morales, assunto que deveria ficar restrito ao governo de La Paz.
Como sempre acontece em reuniões de esquerdistas, sobraram críticas aos Estados Unidos, principalmente depois que Edward Snowden, ex-funcionário da National Secutiry Agency (NSA), revelou o esquema de espionagem global norte-americano.
O exagerado viés político da Cúpula de Montevidéu deixou claro que o Mercosul transformou-se na antessala de luxo do malfadado Foro de São Paulo, cuja próxima reunião acontecerá na capital paulista a partir de 28 de julho.
Grupo que desde 1990 reúne a esquerda latino-americana, o Foro de São Paulo foi criado por Fidel Castro e Luiz Inácio da Silva e ganhou adeptos com o passar dos anos. Entre o facinoroso ditador cubano e o agora lobista de empreiteiras há as Farc, grupo narco-guerrilheiro colombiano que com a redução do número de sequestros, prioritariamente de políticos, passou a sobreviver do tráfico de drogas e do contrabando de armas, operações que comprometem sobremaneira a segurança pública no Brasil.

Fonte: Ucho.Info

sábado, 5 de janeiro de 2013

A TOMADA DO PODER: GRAMSCI E A COMUNICAÇÃO DO BRASIL

Leitura obrigatória

Em lugar algum no mundo o pensamento de Gramsci foi tão disciplinadamente aplicado como está sendo no Brasil; agora pelo PT, cuja nomenclatura governamental segue com rigor as orientações emanadas dos intelectualóides da USP que dirigem o Foro de São Paulo e que têm como cartilha os Cadernos do Cárcere, de Gramsci

Quem não está familiarizado com as ideologias políticas, por certo estará perguntando: Quem foi Gramsci e qual sua relação com o comunismo brasileiro?

Antonio Gramsci (1891-1937), pensador e político, foi um dos fundadores do Partido Comunista Italiano em 1921, e o primeiro teórico marxista a defender que a revolução na Europa Ocidental teria que se desviar muito do rumo seguido pelos bolcheviques russos, capitaneados por Vladimir Illitch Ulianov Lênin (1870-1924) e seguido por Iossif Vissirianovitch Djugatchvili Stalin (1879-1953).

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Gramsci professava que a implantação do comunismo não deve se dar pela força, como aconteceu na Rússia, mas de forma pacífica e sorrateira, infiltrando, lenta e gradualmente, a idéia revolucionária.

A estratégia é utilizar-se de diplomas legais e de ações políticas que sejam docilmente aceitas pelo povo, entorpecendo consciências e massificando a sociedade com uma propaganda subliminar, imperceptível aos mais incautos que, a priori, representam a grande maioria da população, de modo que, entorpecidos pelo melífluo discurso gramsciano, as consciências já não possam mais perceber o engodo em que estão sendo envolvidas.

A originalidade da tese de Gramsci reside na substituição da noção de “ditadura do proletariado” por “hegemonia do proletariado” e “ocupação de espaços”, cuja classe, por sua vez, deveria ser, ao mesmo tempo, dirigente e dominante. Defendia que toda tomada de poder só pode ser feita com alianças e que o trabalho da classe revolucionária deve ser primeiramente, político e intelectual

A doutora Marli Nogueira, juíza do trabalho em Brasília, estudiosa do assunto, nos dá a seguinte explicação sobre a “hegemonia”:

“A hegemonia consiste na criação de uma mentalidade uniforme em torno de determinadas questões, fazendo com que a população acredite ser correta esta ou aquela medida, este ou aquele critério, esta ou aquela análise da situação, de modo que quando o comunismo tiver tomado o poder; já não haja qualquer resistência. Isto deve ser feito, segundo ensina Gramsci, a partir de diretrizes indicadas pelo “intelectual coletivo” (o partido), que as dissemina pelos “intelectuais orgânicos” (ou formadores de opinião), sendo estes constituídos de intelectualóides de toda sorte, como professores, principalmente universitários (porque o jovem é um caldo de cultura excelente para isso), a mídia (jornalistas também intelectualóides) e o mercado editorial (autores de igual espécie), os quais, então, se encarregam de distribuí-las pela população”.

Quanto à “ocupação de espaços”, pode ser claramente vislumbrada pela nomeação de mais de 20 mil cargos de confiança pelo PT em todo o território brasileiro, cujos detentores desses cargos, militantes congênitos, têm a missão de fazer a acontecer a “hegemonia”.

Retornando a Gramsci e segundo ele, os principais objetivos de luta pela mudança são conquistar, um após outro, todos os instrumentos de difusão ideológica (escolas, universidades, editoras, meios de comunicação social, artistas, sindicatos etc...); uma vez que, os principais confrontos ocorrem na esfera cultural e não nas fábricas, nas ruas ou nos quartéis. O proletariado precisa transformar-se em força cultural e política, dirigente dentro de um sistema de alianças, antes de atrever-se a atacar o poder do Estado-burguês. E o partido deve adaptar sua tática a esses preceitos, sem receio de parecer que não é revolucionário. Isso o povo brasileiro não está percebendo, pois suas mentes já foram entorpecidas pelo governo revolucionário que está no poder.

“Não ataquem os tanques, não ataquem as tropas, não ataquem os quartéis; ataquem às universidades, as escolas, as igrejas...”.

Desta forma, Gramsci abandonou a generalizada tese marxista de uma crise catastrófica que permitiria, como um relâmpago, uma bem sucedida intervenção de uma vanguarda revolucionária organizada. Ou seja, uma intervenção do Partido. Para ele, nem a mais severa recessão do capitalismo levaria à revolução, como não a induziria nenhuma crise econômica, a menos que, antes, tenha havido uma preparação ideológica. É exatamente isto que está acontecendo no presente momento aqui no Brasil: A preparação ideológica. E está em fase muito adiantada, diga-se de passagem.
Segundo a doutora Marli Nogueira:

“Uma vez superada a opinião que essa mesma sociedade tinha a respeito de várias questões, atinge-se o que Gramsci denominava “superação do senso-comum”, que outra coisa não é senão a hegemonia de pensamento. Cada um de nós passa, assim, a ser um ventríloquo a repetir, impensadamente, as opiniões que já vêm prontas do forno ideológico comunista. E quando chegar a hora de dizer: “agora estamos prontos para ter realmente uma democracia” (que, na verdade, nada mais é do que a ditadura do partido). Aceitaremos também qualquer medida que nos leve a esse rumo, seja ela a demolição de instituições, seja ela a abolição da propriedade privada, seja ela o fim mesmo da democracia como sempre a entendemos até então, acreditando que será muito normal que essa: “volta à democracia” se faça por decretos, leis ou reformas constitucionais.

Lênin sustentava que a revolução deveria começar pela tomada do Estado para, a partir daí, transformar a sociedade. Gramsci inverteu esses termos: a revolução deveria começar pela transformação da sociedade, privando a classe dominante da direção da “sociedade civil” e só então, atacar o poder do Estado. Sem essa prévia “revolução do espírito”, toda e qualquer vitória comunista seria efêmera.

Para tanto, Gramsci definiu a sociedade como “um complexo sistema de relações ideais e culturais” onde a batalha deveria ser travada no plano das idéias religiosas, filosóficas, científicas, artísticas etc. Por essa razão, a caminhada ao socialismo proposta por Gramsci não passava pelos proletariados de Marx e Lênin e nem pelos camponeses de Mão TSE Tung, e sim pelos intelectuais, pela classe média, pelos estudantes, pela cultura, pela educação e pelo efeito multiplicador dos meios de comunicação social, buscando, por meio de métodos persuasivos, sugestivos ou compulsivos, mudarem a mentalidade, desvinculando-a do sistema de valores tradicionais, para implantar os valores da ideologia comunista.

Fidel Castro, com certeza, foi o último dinossauro a adotar os métodos de Lênin. Poder-se-á dizer que Fidel é o último dos moicanos às avessas considerando que seus discípulos Lula, Morales, Kirchner, Vasquez e Zapatero, estão aplicando, com sucesso, as teses do Caderno do Cárcere, de Antônio Gramsci. Chávez, o troglodita venezuelano, optou pelo poder força bruta e fraudes eleitorais. No Brasil, por via das dúvidas, mantêm-se ativo e de prontidão o MST e a Via Campesina, como salvaguarda, caso tenham que optar pela revolução cruenta que é a estratégia leninista.

Todos os valores que a civilização ocidental construiu ao longo de milênios vêm sendo sistematicamente derrubados, sob o olhar complacente de todos os brasileiros, os quais, por uma inocência pueril, seja pelo resultado de uma proposital fraqueza do ensino, sejam por uma ignorância dos reais intentos das esquerdas... Nem mesmo se dão conta de que é a sobrevivência da própria sociedade que está sendo destruída.

Perdidos esses valores, não sobra sequer espaço para a indignação que, em outros tempos, brotaria instantaneamente do simples fato de se tomar conhecimento dos últimos acontecimentos envolvendo escancaradas corrupções em todos os níveis do Estado. [“Talvez seja impossível governar sem roubar” – Fernanda Torres / Atriz]

O entorpecimento da razão humana, com o conseqüente distanciamento entre governantes e governados, já atingiu um ponto tal que, se não impossibilitou, pelo menos tornou extremamente difícil qualquer tipo de reação por parte do povo.

Estando os órgãos responsáveis pela sua defesa – imprensa, associações civis, empresariado, clero, entre outros – totalmente dominados pelo sistema de governo gramsciano que há anos comanda o País, o resultado não poderia ser outro: a absoluta indefensabilidade do povo brasileiro. A este, alternativa não resta senão a de assistir, inerme e inerte, aos abusos e desmandos daqueles que, por dever de ofício, deveriam protegê-lo em todos os sentidos. A verdade é que os velhos métodos para implantação do socialismo-comunismo foram definitivamente sepultados. Um novo paradigma está sendo adotado, cuja força avassaladora está sendo menosprezada, e o que é pior, nem percebido pelo povo brasileiro.

O Brasil está sendo transformado, pelas esquerdas, num laboratório político do pensamento de Gramsci sob a batuta de Lula, o aluno aplicado, e a tutela do Foro de São Paulo.

Somente a desmoralização completa dessa gente, que é administrativamente incompetente e imoral, e do seu "projeto de poder" é que será possível abrir os olhos da Nação e afastar o perigo, mesmo que para isto tenha-se que deixar ocorrer o caos geral e o sofrimento de todos. A inépcia e a desonestidade dos governantes e dos políticos em geral nos estão conduzindo para este fim, intensionalmente ou não, sob controle do "partido" ou não! As instituições responsáveis pelo respeito ao arcaboço jurídico e à ordem devem permenecer atentas e vigilantes para restabelecer, em momento oportuno o que está sendo destruído subrepticiamente!
Paulo Chagas
 
ANATOLI OLIYNIK

segunda-feira, 14 de maio de 2012

LULA, DE A a Z

Ao entardecer do seu segundo mandato, Lula e o Foro de São Paulo precisam correr atrás da agenda que anda atrasada.

Conferências como a da Comunicação, havida no ano passado, e da cultura, neste ano, parecem ser o indicativo de que pipocarão muitas outras mais, aliadas a outras investidas contra a liberdade das pessoas e o estado de direito.

Uma percorrida pelo passado faz-se necessária neste momento:

a) a tentativa da criação de um "conselho federal de jornalismo";

b) a criação da Agência Brasil, com o terrorista Franklin Martins à frente, para concorrer em condições de desigualdade com os veículos de comunicação privados;

c) a criação de Ancine, para o retorno ao poço sem fundo e sem prestação de contas do cinema ideológico;

d) a tentativa de obrigar os canais a cabo a oferecerem programas e filmes nacionais em suas grades;

e) a tentativa de impor a lei da mordaça ao Ministério Público e aos servidores públicos;

f) o plebiscito contra o comércio de armas de fogo, que se seguiu a uma prévia repressão contra a posse de armas pelas pessoas de bem, enquanto a criminalidade não cessa de aumentar;

g) a permanente apologia aos criminosos, que Lula sempre fez questão de apontar como vítimas da sociedade que precisam de educação e não de cadeia (tanto é que, do plano para construir prisões federais, só uma foi construída);

h) as diversas tentativas de implantar a legalização ampla do aborto, geralmente por inserções totalmente fora dos contextos em relação aos documentos que as continham;

i) o combate frontal contra o estudo em casa (homeschooling) e a liberdade dos pais educarem seus filhos segundo seus valores, e o avanço célere na ideologização das salas de aula públicas e privadas, bem como dos exames, vestibulares e concursos públicos;

j) a imposição da agenda gayzista que sirva ao constrangimento dos valores do cristianismo e da família;

k) o estabelecimento do apartheid de sinal trocado que inaugurou os tribunais raciais com suas cotas para vestibulares, concursos públicos e que pretende se estender até o meio privado;

l) a deturpação da lei para o confisco de terras a pretexto de terem sido quilombos;
m) o andamento sem interrupções e impedimentos das invasões e desapropriações de terras mediante a manipulação de índices de produtividade, bem como também por meio da imposição de toda forma de regulamentação inibidora do produtivismo e até da extrema cara-de-pau da desobediência às ordens judiciais de reintegração de posse pelos governos aliados do PT;

n) a revanche da revogação da lei da anistia, conjugada com a premiação milionária dos seus terroristas e até mesmo meros simpatizantes;

o) o uso do patrimônio brasileiro para a manutenção do poder pessoal do presidente Lula e dos seus comparsas do Foro de São Paulo, consubstanciada pela simpática acolhida a Evo Morales, que nos tomou várias refinarias da Petrobras por meio de ostensiva agressão militar; a Rafael Correa, que deu o calote na construção de uma hidrelétrica construída por uma empresa brasileira com recursos do BNDS; ao próprio Hugo Chaves, na forma do envio de petróleo para a abafar a greve dos petroleiros; a toda sorte de contemporização com as trapaças comerciais cometidas pela Argentina; a diversos países africanos, que tiveram suas dívidas perdoadas; e por aí vai...

p) a permanente campanha contra os militares e o sedento projeto de revogar a Lei de Anistia de modo parcial;

q) a progressiva estatização de setores da economia tais como o petrolífero, o químico, o elétrico e o mineral, aliada a uma contínua e crescente intervenção sobre a iniciativa privada,

r) a alegre e frequente companhia junto aos mais execráveis tiranos do planeta e o apoio incondicional aos seus desmandos e crimes...

s) a institucionalização da corrupção como forma de consolidação do poder;

t) a falsidade da teoria do respeito à soberania das nações, que o atual governo dela usa para proteger os seus amigos protoditadores do Foro de São Paulo enquanto se vale da mais deslavada intervenção sobre países como Honduras e a Colômbia;

u) o uso da desgraça alheia como oportunidade de fazer política - as vítimas das enchentes, secas e desmoronamentos do Brasil amargam os seus mortos e os seus prejuízos, mas os holofotes do mundo levam Lula a anunciar uma ajuda de 35 milhões de reais e a expansão da presença militar naquele país por um Exército que em solo pátrio é obrigado a dispensar a tropa ao meio-dia para não ter de pagar rancho.

v) o antiamericanismo e o pretenso anticolonialismo, consagrados pela gritante mobilização do governo contra o governo suíço e seu povo, portando-se sem comedimentos ao lado de uma pilantra que lá se auto-mutilou, enquanto se cala olimpicamente diante do assassinato de brasileiros no Suriname e da perseguição de famílias de agricultores na Bolívia e no Paraguai;

x) o uso despudorado da máquina pública para fazer campanha eleitoral antecipada - na verdade, a todo e qualquer tempo - sob a conivente leniência do TSE;

y) o despacho de dois jovens e inocentes boxeadores cubanos, Guillermo Rigondeaux e Erislandy Lara, por ocasião dos Jogos Pan-Americanos, capturados à maneira de um capitão-do-mato sob os cuidados diretos do ministro da (in)justiça Tarso Genro que os devolve célere ao seu patrão, ao arrepio da lei e da tradição de oferecer asilo de nosso país;

w) o loteamento da Amazônia, pronta a ser retalhada e entregue às "nações" indígenas criadas com esta finalidade por uma miríade de ONG's, que por sua vez as encaminharão a potências estrangeiras e que teve a sua pedra fundamental inaugurada com a expulsão dos arrozeiros do ex-próspero e atual virtual estado de Roraima;

z) o uso da rede do crime para sabotar as eleições em São Paulo, quando, por encomenda, facções de criminosos passaram a atacar a população e unidades policiais para instalar o estado de terror e desta forma influenciar o resultado nas urnas.

Como se vê, utilizei-me aqui de todo o alfabeto, e não bastou; na verdade, eu precisaria utilizar-me do ideograma chinês, que, dizem, contém milhares de símbolos.

Tudo para que se evidencie o que há de mais ostensivamente óbvio: as impressões digitais de Lula estão em toda parte!

Afirmo isto não como uma constatação minha, eis que sempre as apontei, mas para que as pessoas mais alheias aos fatos e às suas conexões se convençam, enfim, desta verdade única: Lula tem um projeto de perpetuação de poder, que é levado a sério e executado passo a passo, e isto é tão perigoso para todas as nossas vidas que nos confortamos com qualquer assopro que suceda às suas mordidas.

Agora, vamos ao nosso cenário atual: alguns setores da mídia tradicional, enfim, começam a apontar a tendência totalitarista dos recentes atos do governo, embora ainda teimem em proteger a imagem de Lula como se ele estivesse fora deste contexto.

Ainda no momento em que escrevo este texto, vejo pela tevê uma propaganda apócrifa alertando contra a volta da censura, como ela fosse gente de carne e osso.

Alguma presença das entidades representativas do setor produtivo, ou de defesa da cidadania?

Nadica de nada!

Por quê fazem isto?

Minimizarão a fúria da censura petista?

Com que foram pagas as redações e os veículos de comunicação com a sua histórica cumplicidade com este projeto de traição à pátria?

Com restrições ao financiamento privado (proibição de propagandas de cigarros e restrições às propagandas de bebidas e de alimentos); com processos contra jornalistas e suas empresas; e com a censura judicial imposta contra as suas matérias.

Na verdade, segundo o quadro atual, falta muito pouco para que estas empresas sejam fechadas ou estatizadas, à maneira do que vem acontecendo na Venezuela e nos outros países onde o Foro de São Paulo governa.

Neste momento, que já é tarde, urge que toda a sociedade assuma, enfim, de que esta história de "não sei", "não vi", "assinei sem ler" não convence mais.

Isto precisa ser dito de forma ostensiva e explícita.

As federações e associações do comércio, da indústria e da agricultura precisam neste momento ir às tevês e denunciarem Lula com o dedo apontado para o seu retrato.

Também as entidades de defesa da democracia e da cidadania podem fazer o mesmo e até mesmo qualquer cidadão, pois um simples banner colocado no vidro traseiro de um carro já alerta muita gente.

Este já não é mais o tempo ideal, mas é o tempo que temos, antes que nenhuma ação possa ser feita; antes que tudo se acabe.

Não esperem que a mansidão invoque a complacência dos sedentos de controlar as nossas vidas e as vidas de nossos filhos.

É precisamente isto o que eles esperam de nós.

Lula é o responsável pelo mensalão;

Lula luta pela legalização do aborto,

Lula quer os crucifixos fora das escolas, hospitais e repartições públicas;

Lula é aliado do MST e defende as invasões e desapropriações de terras;

Lula é amigo e cúmplice de Hugo Chaves, Evo Morales, Cristina Kirchner, Rafael Correa, de Ahmadinejad, do regime chinês, do genocídio no Sudão e de todos os ditadores do continente africano;

Lula defende o confisco de terras sob o pretexto quilombola;

Lula quer tomar a propriedade privada pelo aumento de impostos, que já passou de 40%;

Lula é amigo dos bandidos (alguém já viu ele se pronunciar uma única vez que fosse contra bandidos e marginais?);

Lula promoveu a intervenção - ainda que mal-sucedida - contra Honduras;

Lula é amigo e protetor das FARC;

Lula quer educar os seus (os teus!) filhos para serem ovelhas a lhe balir pro resto da vida;

Lula quer destruir a família ao apoiar a agenda gay;

Lula quer usar o aborto (e depois a eutanásia) como instrumentos de controle social;

Lula quer aparecer como um profeta auto-proclamado, por meio de seu filme.

Lula, Lula, Lula.

Lula é o cara!

Lula é o cara...mau!


Klauber Cristofen Pires