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domingo, 15 de dezembro de 2013

PT FOI AO DIVÃ EM CONGRESSO, MAS NÃO TEVE ALTA

A quadrilha de traficantes de grana de LuLLa realizou seu Congresso nesta semana que finda.
Josias de Souza, UOL, faz um resumo excelente do que foi o circo vermelho montado pela corja.
JosiasSouza-UOL
PT foi ao divã em Congresso, mas não teve alta

Josias de Souza - UOL
O 5º Congresso do PT, encerrado neste sábado (14), foi uma espécie de terapia grupal para tratar o partido de suas loucuras. Durante três dias, o petismo fez sua descida ao universo esquizofrênico da regressão total. Num frenesi autoanalítico, a legenda foi da ditadura à Papuda. Encerrado o transe, o PT não se deu alta.
No divã, o PT revelou-se um paciente complexo. Combina sintomas de esquizofrenia (perda de contato com a realidade) e paranoia (conceito exagerado de si mesmo e mania de perseguição). Governa como um favor que faz ao país. E dá a reeleição como favas contadas porque não vê sentido em impor limites à felicidade.
O encontro se converteu em centro terapêutico já no ato inaugural, transmitido ao vivo pela internet. Abriu-se na plateia uma faixa pedindo a anulação do julgamento do mensalão. Ouviu-se um coro: "Lula, guerreiro, defende os companheiros". O brado soou uma, duas, três, quatro, cinco, seis vezes... O 'gerreiro' sorriu amarelo.
"Eu tenho dito para a imprensa que não falarei da ação penal 470 enquanto não terminar a última votação. Acho prudente. E acho que nós temos coisas para discutir para a frente", escorregou Lula. Entre parênteses: chamar o mensalão de ação 470 faz parte do tratamento. Mas fala baixo, para não irritar o paciente.
Se Lula não fosse Lula teria tomado uma vaia. Minutos antes, o sublíder Rui Falcão fora aclamado ao mencionar o "tsunami de manipulação que foi o processo político e judicial da ação penal 470". Os companheiros "foram condenados sem provas", ele repisara. Tudo sob intensa pressão da "mídia conservadora".
A militância perguntou para os seus botões, que não responderam porque não falam com qualquer um: por que diabos Lula, o grande líder, não endossou as palavras de Rui Falcão, o sublíder? A turba partidária demora a perceber que há método na loucura coletiva do PT.
O mal dos outros partidos é a mistura do excesso de cabeças com a carência de miolos. No PT, a carência é a mesma. Mas, enquanto Lula for vivo, o hospício terá uma cabeça só. Dá mais trabalho. Mas evita que a legenda rasgue dinheiro.
Exímino animador de auditórios, Lula deu um jeito de reacender os ânimos dos correligionários. "Se for comparar o emprego do Zé Dirceu num hotel com a quantidade de cocaína no helicóptero, a gente percebe que houve uma desproporcionalidade na divulgação do assunto."
A audiência do esquizocongresso ferveu numa frase ensaiada: "Sou brasileiro e não me engano, a cocaína financia o tucano." Dois dias antes, a Polícia Federal do governo do PT isentara de culpa os donos do helicóptero, aliados do tucano. Mas a demência não tem compromisso com a evidência.
A certa altura, a regressão psíquica do PT estacionou na década de 80. "O povo não é bobo, abaixo a Rede Globo", puseram-se a gritar os pacientes. "A verdade é dura, a Rede Globo apoiou a ditadura." Num mergulho ainda mais profundo, Lula recuou à década de 70.
Voltando-se para Dilma, o cérebro solitário do PT divagou: "Um dia, eles pegaram uma jovem de 20 anos de idade, prenderam, torturaram e depois soltaram. Disseram assim: 'bom, a lição está dada, ela aprendeu, nunca mais vai se meter em política'."
"Alguns anos depois, quando ninguém esperava, essa jovem rebelde vira presidenta da República nesse país", prosseguiu Lula. "Isso não é uma coisa fácil de eles aceitarem. A gente tá dando certo naquilo que eles não deram. Então, começa a incomodar..."
Súbito, numa evidência de que a loucura tem razões que a sensatez desconhece, Lula calou o neurocongresso petista. Fez uma enfática defesa da promiscuidade partidária, também conhecida como política de alianças. "É importante que a gente construa as alianças políticas. Ao ganhar as eleições, a companheira Dilma tem que ter condições de governar."
Suprema maluquice: depois de gritar palavras de ordem contra a ditadura, a militância do PT foi convidada pelo ídolo a continuar experimentando a aventura das relações plurais. A ex-castidade condenou-se às posições ideológicas exóticas. Já não se constrange em abraçar Sarneys e Malufs, egressos da ditadura.
No encerramento do Congresso, a psicoterapia do PT desandou. A corrente Construindo um Novo Brasil, agrupamento integrado pelo presidiário Dirceu, sufocou uma articulação pró-mensaleiros urdida pela corrente Trabalho, pedaço mais radical do hospícipo.
Em vez de incluir em sua resolução uma defesa da anulação do julgamento do mensalão, como queriam os radicais, os supostos correligionários de Dirceu, Genoino e Delúbio anotaram que o PT apoiará eventuais "iniciativas da militância e movimentos sociais em favor da reparação das injustiças e ilegalidades cometidas contra os companheiros condenados".
Santa demência! De maníaco, o PT passou a depressivo. No início da terapia grupal, o partido brincava de tiro ao alvo. No final, entregou-se ao esconde-esconde. O que atrapalha a cura do PT é o eleitorado. Segundo o Datafolha, 86% dos eleitores apoiaram a decisão de Joaquim Barbosa de mandar prender os mensaleiros. Mas isso não vai ficar assim. Vai piorar.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

ESQUIZOFRENIA DOMINANTE


 
Ao retornar de férias, voltamos a presenciar a predominância na sociedade mundial de comportamentos, ações e atitudes esquizofrênicas. A esquizofrenia caracteriza-se quando comportamentos abertamente desviantes se manifestam em um sistema. O que é válido para qualquer conjunto, seja ele um indivíduo, um país ou o mundo.

Na área internacional, persistem episódios dantescos, abrindo sérios precedentes, capazes de ameaçar todos os países. Virou moda o ataque dos modernos corsários a países detentores de matérias primas, em especial petróleo ou outros recursos naturais escassos nas nações agressoras e até mesmo daqueles passíveis de abrigar portos ou dutos de interesse estratégico. Primeiro o Iraque, sob o pretexto de possuir armas de destruição em massa, até agora não encontrados. Depois, a Líbia. Simultaneamente, Afeganistão e Paquistão.

Continua a agressão à Siria, realizada por hordas de mercenários estrangeiros, a soldo dos interesses de diferentes países, sob o pretexto de derrubada de um feroz ditador, Bashar Al-Assad, com o apoio de grupos locais de etnias diferentes daquelas que estão no poder. Ora, todos sabem que ele de fato não é o único ditador da região. De onde surgiram as “forças rebeldes”, com armamento e munição farta, em um regime dito tirânico? Recursos da Líbia, então país soberano, aplicados nas nações mais ricas, foram confiscados e sua utilização transferida para os “rebeldes”. E as graves consequências da queda do ditador Kadhafi estão provocando calafrios na comunidade internacional, com o fortalecimento da Al-Qaeda. Amanhã poderá ser qualquer outro país, inclusive o Brasil.

No campo econômico persiste o impensável. Os resultados das eleições na Itália levam ao caos o país, bem como afetam toda a União Européia. Um candidato de protesto obtém a terceira maior votação. É a previsível reação irada da massa da população atingida por duras medidas de contenção, as quais afetam diretamente o Estado de bem-estar Social tão duramente alcançado ao longo do tempo.

A indignação se alastra por toda a Europa, pois direitos adquiridos estão sendo atingidos. Até aposentadorias e pensões, além, é óbvio, da eliminação de oportunidades de trabalho. As taxas de desemprego atingem valores absurdos principalmente nos mais jovens. Enquanto isto os “donos do mundo” e seus agentes permanecem acumulando riquezas imorais. Bilhões de euros e dólares são “doados” aos grandes e verdadeiros responsáveis pela crise mundial. Será que os detentores do poder político ainda não tiveram a sensibilidade de perceber que estão criando as condições para uma revolta sem precedentes em seus respectivos países? Até quando o combalido dólar persistirá como moeda-padrão no mundo? Que venha o bancor de Keynes!

Uma contundente denúncia sobre o insidioso papel desestabilizador do Conselho Mundial de Igrejas (CMI), cujos recursos para fundação da entidade, em 1948, provieram da Fundação John D. Rockefeller, partiu do cardeal Joseph Ratzinger, então prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé do Vaticano (hoje papa Bento XVI). Em uma entrevista à Folha de S. Paulo de 10 de junho de 1997, ele afirmou: "Grande parte dos bispos católicos da América Latina se lamentam comigo do fato de que o Conselho Ecumênico de Igrejas [como o CMI também é conhecido] tem dado grande ajuda a movimentos de subversão, ajuda que talvez tivesse boas intenções, mas que acabou sendo bastante danosa para o Evangelho."

No Brasil, essa campanha de subversão permanente transcende a frente dos direitos humanos. De fato, o CMI tem financiado e promovido diversas iniciativas contra o desenvolvimento e a soberania do País, com ênfase nas questões agrárias, ambientais e indigenistas, além de ser um dos principais promotores das campanhas de desarmamento civil. Entre as organizações não-governamentais (ONGs) que recebem o seu apoio direto, destacam-se o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST), Via Campesina, Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), Conselho Indigenista Missionário (CIMI) e Instituto Socioambiental (ISA). Praticamente cada grande projeto de infraestrutura e logística implementado no País, nas últimas décadas, tem se defrontado direta ou indiretamente com uma ação do CMI.

Em nosso país, não existem recursos para aplicação na infra-estrutura econômico-social (saúde, educação, segurança, energia, transportes, comunicações, ciência e tecnologia), mas eles aparecem milagrosamente para obras ou empreendimentos faraônicos como Olimpíadas, Copa do Mundo, “trem-bala” (no mínimo, 60 bilhões de reais) etc. Parece que as necessidades coletivas e básicas do povo brasileiro já foram atendidas e agora é hora do circo. A corrupção alcança patamares de pandemia. É difícil achar um órgão, nas três esferas de administração, capaz de passar incólume por uma devassa.

A União possui mais de 20.000 cargos de nomeação política para manter a “coalizão presidencialista”, fora os demais atrativos, como os 38 ministérios. Imaginem o número adicional de cargos de governadores, congressistas, prefeitos e suas respectivas e inúmeras assessorias. Enquanto isto a presidente Dilma tem a coragem de vetar o aumento real já acertado para os aposentados com valores acima de um salário mínimo. É o paroxismo da crueldade e da prepotência. Até quando?

Um artigo do Prof. Marcos Coimbra

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

SURTO DE ESQUIZOFRENIA POLÍTICA NO PT

Setores do partido seguem fazendo eventos pelo país de desagravo a José Dirceu, Delúbio Soares, José Genoino e João Paulo Cunha, todos condenados pelo STF

Quase dois meses depois de o Supremo Tribunal Federal (STF) ter encerrado o julgamento do mensalão, setores do PT seguem fazendo eventos pelo país de desagravo a José Dirceu, Delúbio Soares, José Genoino e João Paulo Cunha, todos condenados pela Corte. Ao fazer isso, porém, o partido segue apresentando sinais de esquizofrenia política.

O dicionário Houaiss cita como esquizofrenia a dissociação da ação e do pensamento, expressa por sintomas como delírios de perseguição e alucinações. Difícil não ver desta forma o último evento do PT pró-condenados, na quarta-feira, em São Paulo.

Os quatro petistas foram condenados pela instância máxima da Justiça do país, por praticarem corrupção no governo, entre vários outros crimes, como se sabe. Contudo, no evento de São Paulo, choveram elogios aos “injustiçados”.

O deputado Ricardo Berzoini (PT-SP), por exemplo, disse: “Os ataques que sofrem não são para eles, mas para a militância do PT”. Já o condenado João Paulo Cunha considerou haver contra a sigla uma “campanha” comparável às promovidas para desestabilizar os presidentes Getúlio Vargas e João Goulart. O deputado chegou a dizer que o mensalão deveria se chamar “mentirão”.

E mais uma vez houve ataques à imprensa e “às forças que se opõem” ao projeto do PT. Seriam esses os responsáveis pela condenação dos “companheiros” pelo Supremo.

Como se vê, lideranças nacionais do partido parecem vir sofrendo de um surto esquizofrênico-político. E o problema é que parecem encontrar apoio em muitos militantes país afora. Esse grupo parece não querer enxergar que investigações robustas e minuciosas comprovaram a máquina de corrupção instalada no início do governo passado. O STF nada mais fez do que julgar e condenar os réus envolvidos no esquema.

Ao fazer isso, o Supremo deu uma lição monumental de ética ao país e ao PT. Diante disso, o mais natural seria que a legenda expulsasse os condenados, virasse essa página vergonhosa de sua história e se reinventasse.

No entanto, o estado-maior petista prefere acreditar em conspirações ou viver em outra realidade, ventilando teorias de perseguição típicas de pessoas com esquizofrenia. Assim, veem o julgamento do mensalão como político, com o objetivo de inviabilizar o governo Dilma, como disse José Dirceu no evento. Diante de declarações assim, resta perguntar: haverá “cura” para esse surto? Haverá setores petistas não afetados?

Fonte: A Gazeta

sábado, 22 de maio de 2010

A FACE DO DESCASO.

 
Abusos e corrupção, aliados com a vontade das famílias em se livrarem de seus doentes mentais, levaram a uma nova concepção no tratamento desse tipo de paciente, condenando as internações , priorizando e incentivando o tratamento ambulatorial e a convivência com a família e a sociedade. Como todo programa vindo de cima para baixo, o que temos visto é que na realidade as coisas acabam não saindo como o previsto no papel e na cabeça de seus idealizadores.

 
 
Todos sabemos que o arsenal terapêutico de hoje, permite que grande parte dos psicóticos, especialmente os esquizofrênicos, possam ser controlados e terem um convívio social e familiar satisfatório, isto desde que tenha a sua disposição a medicação e exames à disposição para o controle da taxa de Litio, por ex. É por aí que começa o fracasso, como veremos mais adiante.

 
Infelizmente, o grande problema da sociedade atual são os dependentes químicos. Pessoas viciadas em cocaína e principalmente com o crack, se transformaram no maior problema psico-social e com certeza no maior desafio da saúde pública, devendo ser encarado com prioridade, o que não está acontecendo, principalmente pelo descaso e falta de políticas adequadas para o setor. Somente agora e mais em função do período eleitoral o Presidente acena com algum investimento nesse segmento.

 
Entenda o que se passa com esse tipo de dependência. O jovem tem o primeiro contato com o crack, após algumas pedras fumadas, adquire o vicio, como esse tipo de droga é barata e se encontra em qualquer esquina, envereda-se por esse caminho. De ação fulminante mas de curta duração, necessita que se use cada vez mais para atender as suas necessidades. A partir do momento que está dependente, perde o interesse por tudo e passa a gastar tudo o que tem e que puder angariar para satisfazer o vício. Dentro de pouco tempo, passa a roubar e acaba muitas vezes preso e só então a maioria das famílias se defrontam com a realidade e após o desespero inicial, descobrem rapidamente que a situação é muito mais grave do que se possa imaginar. Clinicas de desintoxicação não estão disponíveis para a população mais pobre, a medicação ambulatorial não é suficiente para conter a necessidade do consumo, então as coisas acontecem em cascata, abandono do emprego, ociosidade, convivência com traficantes, dificuldade e agressões no convívio familiar, desinteresse por tudo , tornando então o jovem um peso para todos. A previdência não oferece qualquer tipo de benefício, e sem amparo, com o vicio em descontrole, o trauma inicial se transforma em isolamento desse tipo de paciente, entregando-o à sua própria sorte, com resultados que todos nós sabemos.

 
 
 
Voltemos ao esquizofrênicos. Recentemente o Jornal A Gazeta de Vitória-ES, estampou em sua primeira página a seguinte notícia: Homem é confundido com maníaco e morto a pauladas pela população. A princípio, o que parecia mais um caso de justiça pelas próprias mãos, o que já seria inadmissível , revelou-se um drama sem precedentes. Tratava-se de um paciente esquizofrênico que por falta da medicação entrou em surto e a possível agressão, tratava-se simplesmente de uma tentativa de se comunicar e como não entendido adotou postura de defesa tão comum a esse tipo de doente. Falhou o Estado, que ao não propiciar a internação e não disponibilizar a medicação , proporcionou a tragédia e deve ser responsabilizado por essa vida.

 
Num país , onde a saúde pública fracassa no combate a dengue, onde os hospitais públicos lotados, carecem de médicos e equipamentos, crianças morrendo por falta de vagas nas UTINs e o Governo gastando dinheiro com ambulâncias, postos de saúdes sem garantias operacionais e o Presidente achando que está tudo uma maravilha, os dependentes químicos e nossos doentes mentais talvez sejam a face mais cruel desse sistema.