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sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

FILA QUE ENVERGONHA

Como o nome indica, a Defensoria Pública da União existe para defender direitos e necessidades do respeitável público sempre que ele estiver ameaçado — frequentemente por departamentos e outros setores da acima citada União.
É uma missão de alta importância. Temos exemplo recente: um levantamento dos nossos defensores mostrou que, em seis hospitais federais do Rio, há mais de 12 mil pacientes, pacientemente esperando por atendimento. E haja paciência: alguns estão na fila há sete anos. E a incompetência hospitalar inclui todo tipo de procedimentos. Por exemplo, cirurgias vasculares, cardíacas, neurológicas, ortopédicas, urológicas etc.
Os defensores não se limitaram a constatar a situação — pode-se dizer, a crise — e pretendem processar, na Justiça Civil, o Ministério da Saúde. Vão exigir que o Ministério da Saúde apresente, dentro de dois meses, um cronograma completo das operações em atraso, cobrindo os próximos dois anos. O projeto deverá, como é óbvio, dar prioridade a crianças, adolescentes e idosos — assim como levar em conta a gravidade de cada caso.
Não será fácil. Só no Hospital de Bonsucesso, há exatamente 1.642 cidadãos esperando para serem operados, o que explica outra exigência: o ministério deverá realizar concurso para acabar com o déficit de profissionais nos hospitais públicos. No Hospital do Andaraí, segundo denúncia do Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro, doentes em macas são atendidos nos corredores, e cirurgias eletivas — ou seja, não urgentes — são simplesmente adiadas sem prazo marcado.
O Ministério da Saúde anuncia algumas providências. Por exemplo, a convocação de todos os pacientes pacientemente esperando a sua vez de serem atendidos, para uma avaliação dos casos que exijam cirurgia.
Num sistema mais bem organizado, isso seria feito no primeiro dia em que o cidadão batesse à porta do hospital.
O que mais assusta e preocupa o respeitável público é o fato de que os responsáveis pela saúde dos cidadãos não anunciaram medidas óbvias e importantes por sua própria iniciativa, e sim apenas quando a crise — não há outra palavra — foi denunciada pela Defensoria Pública. Os médicos não são culpados: a responsabilidade é, toda ela, do Estado.
E é bom não esquecer: essa crise — não há outra palavra para definir uma fila de mais de 12 mil doentes esperando cirurgia — acontece no Rio de Janeiro. Alguém se arrisca a imaginar a qualidade do atendimento médico nas regiões mais pobres do Brasil?
Luiz Garcia

sábado, 23 de novembro de 2013

CUBANADAS NA SAÚDE DO BRASIL

POST #01 

DOSAGENS DE ANTIBIÓTICOS SUSPEITAS 

RECEITA DE AZITROMICINA

MÉDICO MAIS MÉDICOS PASSA 24 COMPRIMIDOS DE AZITROMICINA!!!
BULA - Azitromicina - Posologia
A posologia de acordo com a infecção está descrita abaixo: 

Uso em Adultos 

Para o tratamento de doenças sexualmente transmissíveis causadas por Chlamydia trachomatis, Haemophilus ducreyi ou Neisseria gonorrhoeae suscetível, a Azitromicina deve ser administrada em dose oral única de 1000 mg. Para todas as outras indicações uma dose total de 1500 mg deve ser administrada em dose única diária de 500 mg durante 3 dias. Como alternativa a mesma dose total pode ser administrada durante 5 dias, em doses únicas diárias de 500 mg no primeiro dia e 250 mg do segundo ao quinto dia. 

RECEITA DE AMOXACILINA PARA CRIANÇA


Outro Flagrante do "MAIS Médicos"! AMOXACILINA 1 X AO DIA para criança!?
BULA - Amoxicilina - Posologia
Crianças
− até 3 anos: 125 mg/5 mL - 5 mL de 8 em 8 horas.
− 3 a 12 anos: 250 mg/5 mL - 5 mL de 8 em 8 horas.
AGITE A SUSPENSÃO ANTES DE USAR. 
A posologia deve ser aumentada, a critério médico, nos casos de infecções graves. Para crianças pesando 40 kg ou mais, deve ser administrada a posologia de adulto. A absorção de Amoxicilina não é afetada pela alimentação; portanto, a Amoxicilina pode ser administrada às refeições.

POST #02

CUBANA DÁ REMÉDIO DE CAVALO PARA IDOSO COM OSTEOARTROSE.

São tantos relatos de erros grosseiros e potencialmente fatais que vamos semanalmente postar o quadro "monstruosidades da semana" com as receitas mais bizarras oriundas do Mais Médicos. Especial atenção ao item "3".
1) Overdose de cefalosporina ou uso "homeopático" de alopatia?  Cefalexina prescrita de 8/8h quando o certo seria de 6/6h, Dipirona sendo dado em dose de criança de 2kg (2 gotas) mas ai a dose da Cefalexina deveria ser de 0.6 ml de 6/6h e não 3.3 ml (dose 500% maior). Mas se é de fato criança de 2kg como se justifica a prescrição de muito suco de laranja e limão? Polivitamínico? Nebulizar com 9ml de soro (para que? para a nebulização virar uma sessão de tortura de quase 1 hora?) com UMA gota de berotec, que é nada pra adulto e diluído em 9ml de soro se torna nada pra uma criança, quase que uma dose homeopática. Se essa prescrição foi para adulto, é homeopatia. Se foi para criança, é overdose de antibiótico e de sucos cítricos. De qualquer maneira, é mais uma padilhada do Mais Médicos. o CRM da receita foi por força de decisão judicial, antes da aprovação da lei.



2) Tratamento de "Larva Migrans Cutânea" na Amazônia com antibiótico oral, tópico e intramuscular, todos em larga dose. A intercambista decerto quis cobrir "todas as hipóteses", pena que esqueceu do anti-parasitário. Decerto a gênia pensou estar tratando uma "dermatite". Isso na Amazônia. pelo visto andou matando o curso de "3 semanas" de doenças infecciosas do Padilha. Mais uma padilhada do Mais Médicos. Em breve iremos começar a ver malária sendo tratada como virose na Amazônia...
3) Revolucionário tratamento de osteoartrose "à moda cubana": Dipirona 500 mg 01 cp de 8/8h (avançado esquema analgésico) associado a complexo B (ah, agora sim, sinergismo puro) e, cereja do bolo, Metocarbamol (Robaxin). Robaxin é um relaxante muscular que, no Brasil, é usado apenas para equinos e caninos, ou seja, uso veterinário. O Mais Médicos trata o povo como cavalo e, condizente com essa situação, prescreve relaxante muscular de cavalo para o eleitor da Dilma. Mesmo se fosse para humanos, não existe indicação de relaxante muscular em osteoartrose na ausência de outras afecções.**

 Acima, a prescrição do remédio de cavalo. Abaixo a caixa. Se o pobre coitado tivesse como comprar, claro, já que o preço pode chegar a mais de 200 reais a caixa, iria receber um remédio com um cavalo na capa, homenagem do Padilha aos pobres brasileiros. Tratamento e"cavalar" típico de medicina de pobre para pobre. Pobre de nós, isso sim.
Remédio Cubano para tratamento de osteoartrose no Mais Médicos. Hay que endurecer!!
** Em alguns países existe autorização para uso em humanos.m dose 

POST # 03 

"LEVO"DOPA VIROU "LEVO"TIROXINA

Paciente parkinsoniano em uso de prolopa (levodopa + benserazida) prescrito em consultório de médico brasileiro na Bahia, teve a receita "renovada" por médica cubana, que escreveu "LEVOTIROXINA SÓDICA + benserazida" e sem a respectiva dosagem. A cidade é Buritirama, onde as duas médicas cubanas foram recebidas com euforia : http://jornalgazetadooeste.com.br/noticias/calorosa-recepcao-as-medicas-cubanas-em-buritirama/

Ou seja, se levado a cabo a prescrição, o paciente com Parkinson iria agora tomar hormônio da tireóide, como se fosse hipotireoideo.

Parabéns Padilha por mais essa CAGADA do Maus Médicos, que em breve vão começar a transformar a atenção básica em profissão de risco (para o usuário).

Por fim, "Levo"dopa e "Levo"tiroxina é tudo igual né? E vamos "Leva"ndo tudo nas coxas, com o paciente "Leva"ndo no cubano o tempo todo... E ai Jorge Solla?? Tudo bem ai na Bahia?



POST #04 
AVISEM QUE EXISTE VIA ORAL

POST #05 
CUBANO PASSA BANANA COM CASCA


POST #06
O "ALQUIMISTA"


POST# 07

CUBANO ENCAMINHA PARA "CONSULTA COM CLÍNICO"

POST 08#


"Fui abordado PELA PACIENTE quando desesperada saiu do consultório do 'mau medico' munida de sua prescrição. A prescrição entre outras continha as 90 U de Regular pela manhã, (CLICK) então sem a desculpa esfarrapada usada na Bahia, que certamente teria as consequências mais nefastas caso ela houvesse feito e fosse ignorante o suficiente para seguir. Felizmente não era, felizmente tinha comigo um bom Rapport e me solicitando fui felizmente obrigado a corrigir. 

Como outros erros e situações atípicas continuaram a se repetir embora em situações algo menos agudamente graves, mas potencialmente igualmente a longo prazo, e como por força das circunstâncias eu fui obrigado a 'informar', claro por escrito e guardando cópias à secretária, o 'mau médico' acabou sendo afastado. Seria submetido a mais um longo período de duas semanas de capacitação. Desnecessário dizer o quanto detesto e acho ridícula esta palavra que descreve na melhor das hipóteses políticas medíocres e hipócritas que nunca se sabe ao certo quanto são oriundas da mais perversa vontade de se fingir que faz ou de expor ao mundo a sua mais completa ignorância. 

De qualquer forma após tal período ele seria avaliado e poderia ser reprovado ou poderia ser re-integrado ao sistema. Isto é, em meu entender, receber 'licença para matar'

Ouvi dizer que estará de volta em breve. 
De resto as imagens eu creio falam por si mesmas. 

Note-se que o autor é o 'mau médico' esta lá o registro PMM antes do CRM, mas há ai mais uma ironia. O PMM CRM PR não é dele, para complicar tudo. É de outra 'mau médica'. Sim confira quem desejar. Isto também foi comunicado. Havia incompatibilidade entre o nome do autor da prescrição, um Mexicano, não Cubano, note-se o PMM CRM PR. Não sei as razões disto, mas parece que ele tinha já um registro junto ao CRM PR de PMM. Aliás 'cirurgião', parece que todos os PMM são cirurgiões. Temamos."

XXXXXXXX
Médico

Um comentário:

tumpopolis disse...
Com esta esculhambose no uso de ATBs, é de se temer o aumento da resistência bacteriana e surgimento ainda maior de cepas multiresistentes. Se eu fosse alguém com trânsito, denunciaria a OMS, JÁ!

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

DEIXA VER SE ENTENDI... GOVERNO INVESTINDO NO SIRIO-LIBANÊS?

DEIXA VER SE ENTENDI...!!!!
 
Isso é o que se poderia chamar de “deboche com a cara do povo”.
Total desrespeito.

A imagem abaixo, fala por si só.

             
                                
                                DEIXA EU VER SE ENTENDI...
Deixa eu ver se entendi... então o Governo Federal traz para o Brasil médicos cubanos incapacitados, sem revalidação de diploma e joga estes profissionais despreparados para atender o povo no SUS, além de deixar nossos hospitais públicos caindo aos pedaços 
-
 enquanto isso, investe dinheiro no Melhor e mais Caro Hospital Privado do Brasil, que funciona com tecnologia de ponta e conta com mão de obra extremamente qualificada, e que "coincidentemente" é o Hospital para onde vão nossos gloriosos políticos, é isso mesmo???

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

DILMA MANDA ESVAZIAR O PLENÁRIO E PREJUDICA A SAÚDE

Jogo imundo – Nada pode ser mais covarde do que o governo petista de Dilma Vana Rousseff, que continua fingindo ter ouvido as roucas vozes das ruas, que se manifestaram em junho passado, e estar tomando providências para atender às reivindicações populares. Entre as muitas cobranças, uma saúde pública com “padrão FIFA” puxou a fila. De forma sorrateira, o governo, que já trabalhava à surdina para enganar o povo incauto, surgiu em cena com o programa “Mais Médicos”, meramente eleitoreiro e que despeja em cada cidade brasileira um médico estrangeiro, cuja capacidade profissional se escora no limbo da dúvida.
Na tarde desta terça-feira (12), o governo trabalhou de forma truculenta nos bastidores para impedir que pelo menos onze senadores da base aliada se fizessem presentes no plenário da Casa para votar emenda do senador Cícero Lucena (PSDB-PB) que aumenta de 15% para 18% os recursos da Receita Corrente Líquida do Orçamento da União destinados à saúde nos próximos quatro anos.
O Senado tinha, no momento da votação em primeiro turno, setenta senadores na Casa, mas onze deles se acovardaram diante da pressão palaciana e não compareceram ao plenário, deixando a saúde pública apenas como objeto dos efeitos especiais da propaganda do desgoverno do PT, que trata o assunto com interesse meramente eleitoreiro.
Dilma e seus capatazes palacianos, começando pelas ministras da Casa Civil e da Secretaria de Relações Institucionais, não se importam com as questões da saúde pública, pois quando adoecem um avião oficial sempre está pronto e abastecido para voar rumo a São Paulo, onde se internam no Hospital Sírio-Libanês, o mais concorrido e caro centro médico do País. Sempre com as respectivas despesas financiadas pelos assaltados contribuintes brasileiros.
Fonte: Ucho.Info

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

A GUERRA DA SAÚDE

A Frente Parlamentar da Saúde aproveitará a volta do Orçamento Impositivo à Câmara dos Deputados para tentar ampliar os recursos destinados ao setor. “O texto aprovado no Senado troca seis por meia dúzia. Aqui não será fácil”, reclama o deputado Darcísio Perondi, do PMDB gaúcho. A ideia dos deputados é reeditar o movimento “Saúde+10”, que pretende insistir nos 10% do PIB para o setor. Eles sabem de antemão que o governo não topará, mas estão dispostos a fazer barulho.

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O líder no Senado, Eunício Oliveira (CE), garante, entretanto, que, na Câmara, seu partido votará fechado com o texto aprovado pelos senadores, até porque, diz ele, os R$ 7 bilhões destinados às emendas serão dinheiro novo. Perondi discorda. Pelo visto, a discussão vai longe. E se os deputados não acertarem o financiamento, há quem aposte na promulgação fatiada do Orçamento Impositivo, a parte que interessa aos deputados, sem a necessária vinculação. É bom ficar de olho.

Feitiços & feiticeiros I
A oposição guarda como uma joia rara o pronunciamento à Nação em que a presidente Dilma Rousseff anunciou a redução do valor da conta de luz. Diante dos aumentos das tarifas da Light e de outras distribuidoras, basta colocar no ar as duas notícias para desgastar um pouco mais a presidente-candidata.

Feitiços & Feiticeiros II
A bateria contra o Mais Médicos, entretanto, saiu da linha de frente. Afinal, diante da aprovação do programa, os oposicionistas pretendem silenciar nesse tema.

O fico de Afif
O ministro da Secretaria Especial da Pequena e Micro Empresa, Guilherme Afif Domingos, ficará no governo. A turma do Palácio brinca assim quando se refere ao fato: “Afif falou que fica”. É o trava língua ministerial.

Foco neles!
No domingo, a direção petista estará ligada no Processo de Eleição Direta (PED) de quatro estados: Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Pernambuco. É nesses locais que a disputa entre as tendências do partido está mais acirrada. No mais, avisam os integrantes da ala majoritária, a Construindo um Novo Brasil, não deve haver grandes mudanças ou surpresas.

[FOTO2]
Alô, “amigos”!/ O governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro (foto), do PT, deixou de lado as desavenças com o PMDB e passou a telefonar para a cúpula peemedebista pedindo ajuda na aprovação da renegociação da dívida dos Estados. Quem diria...

Pegou/ 
O deputado Chiquinho Escórcio fez escola no plenário, ao reclamar das votações que varam a noite às quartas-feiras. Nessa semana, lá pelas tantas, um gaiato grita para o deputado Simão Sessim, que presidia a sessão: “Anda logo com isso, SimãoA Frente Parlamentar da Saúde aproveitará a volta do Orçamento Impositivo à Câmara dos Deputados para tentar ampliar os recursos destinados ao setor. “O texto aprovado no Senado troca seis por meia dúzia. Aqui não será fácil”, reclama o deputado Darcísio Perondi, do PMDB gaúcho. A ideia dos deputados é reeditar o movimento “Saúde+10”, que pretende insistir nos 10% do PIB para o setor. Eles sabem de antemão que o governo não topará, mas estão dispostos a fazer barulho.

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O líder no Senado, Eunício Oliveira (CE), garante, entretanto, que, na Câmara, seu partido votará fechado com o texto aprovado pelos senadores, até porque, diz ele, os R$ 7 bilhões destinados às emendas serão dinheiro novo. Perondi discorda. Pelo visto, a discussão vai longe. E se os deputados não acertarem o financiamento, há quem aposte na promulgação fatiada do Orçamento Impositivo, a parte que interessa aos deputados, sem a necessária vinculação. É bom ficar de olho.

Feitiços & feiticeiros I
A oposição guarda como uma joia rara o pronunciamento à Nação em que a presidente Dilma Rousseff anunciou a redução do valor da conta de luz. Diante dos aumentos das tarifas da Light e de outras distribuidoras, basta colocar no ar as duas notícias para desgastar um pouco mais a presidente-candidata.

Feitiços & Feiticeiros II
A bateria contra o Mais Médicos, entretanto, saiu da linha de frente. Afinal, diante da aprovação do programa, os oposicionistas pretendem silenciar nesse tema.

O fico de Afif
O ministro da Secretaria Especial da Pequena e Micro Empresa, Guilherme Afif Domingos, ficará no governo. A turma do Palácio brinca assim quando se refere ao fato: “Afif falou que fica”. É o trava língua ministerial.

Foco neles!
No domingo, a direção petista estará ligada no Processo de Eleição Direta (PED) de quatro estados: Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Pernambuco. É nesses locais que a disputa entre as tendências do partido está mais acirrada. No mais, avisam os integrantes da ala majoritária, a Construindo um Novo Brasil, não deve haver grandes mudanças ou surpresas.

[FOTO2]
Alô, “amigos”!/ O governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro (foto), do PT, deixou de lado as desavenças com o PMDB e passou a telefonar para a cúpula peemedebista pedindo ajuda na aprovação da renegociação da dívida dos Estados. Quem diria...

Pegou/ 
O deputado Chiquinho Escórcio fez escola no plenário, ao reclamar das votações que varam a noite às quartas-feiras. Nessa semana, lá pelas tantas, um gaiato grita para o deputado Simão Sessim, que presidia a sessão: “Anda logo com isso, Simão! Olha o estatuto do idoso!”.

No dia seguinte…/ Um grupo de turistas na visita guiada, ontem pela manhã, ouviu a seguinte explicação do servidor: “Hoje, como é dia de trabalho, não há acesso ao plenário, vamos apenas às galerias (…)”. Ocorre que estava tudo fechado. Sessão, só no início da tarde e olhe lá.

Pindaíba/ O ministério da Agricultura desativou a maioria dos elevadores. Tudo para economizar. Na Câmara, virou logo piada. “Se fosse um ministério do PT, tinha dinheiro pra tudo”.! Olha o estatuto do idoso!”.

No dia seguinte…/ Um grupo de turistas na visita guiada, ontem pela manhã, ouviu a seguinte explicação do servidor: “Hoje, como é dia de trabalho, não há acesso ao plenário, vamos apenas às galerias (…)”. Ocorre que estava tudo fechado. Sessão, só no início da tarde e olhe lá.

Pindaíba/ 
O ministério da Agricultura desativou a maioria dos elevadores. Tudo para economizar. Na Câmara, virou logo piada. “Se fosse um ministério do PT, tinha dinheiro pra tudo”.
Denise Rothenburg - Correio Brasiliense

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

ESSA MEDICINA MATA

Do remédio feito com veneno de escorpião-azul, que serve para todo tipo de câncer mas não cura nenhum, aos abortos em série, a saúde pública em Cuba é uma tragédia.

O escorpião-azul (em espanhol, alacran) é um animal peçonhento só encontrado em Cuba. Desde 1995, cientistas da ilha estudam o seu veneno e garantem que é eficaz no tratamento de vários tipos de câncer. A partir dele, fabricam e comercializam os remédios Escozul e Vidatox. Outra espécie endêmica na ilha é a medicina avessa às evidências. Submeter os estudos a uma publicação científica é considerado traição à pátria comunista, submissão ao imperialismo americano. Não há nenhuma comprovação de que o veneno funciona. No Pubmed, a maior base de dados científica sobre saúde no mundo, não há um registro sequer sobre o tal remédio. Sua suposta eficácia é um dos muitos mitos sobre a medicina cubana criados e perpetuados pelos irmãos ditadores Fidel e Raúl Castro para enganar governos incautos como o do Brasil, que pretende contratar 4000 médicos cubanos até o fim do ano (os primeiros 400 chegaram há duas semanas).
A mentira — e não apenas na medicina — é a principal política de estado na ilha dos irmãos Castro. A atual epidemia de cólera, por exemplo, que as autoridades não conseguem mais esconder, é controlada com um remédio homeopático. "Dar cinco gotas via oral de uma droga homeopática sem eficácia comprovada em um país onde não há tratamento adequado da água e onde a falta de higiene é regra parece uma piada de mau gosto", diz o médico cubano Eloy González, exilado nos Estados Unidos. Para se ter uma ideia de como Cuba está atrasada, a cólera foi erradicada no século XIX em vários países com o saneamento básico. Propagandear a obsoleta medicina cubana como avançada e pioneira é indispensável para a ditadura, que depende da exportação de mão de obra do setor de saúde para se sustentar. Os missionários de jaleco são atualmente a principal fonte de divisas do regime. Em dezesseis escolas de medicina, Cuba formou neste ano mais de 10 000 doutores e outros 20 000 profissionais de outras carreiras de saúde, como enfermagem e nutrição. Seria uma notícia boa em 1959, quando a Faculdade de Medicina de Havana era uma das dez melhores do mundo. Hoje o curso é uma vergonha e está em 68° lugar no ranking de qualidade da América Latina. Com as missões no exterior, pouquíssimos médicos ficam na ilha, o que levou ao fechamento de 54 hospitais nos últimos três anos. "Antes era preciso levar lençóis, lâmpadas, comida e seringas para o hospital para ser atendido. Daqui a pouco será preciso levar também o médico e a enfermeira", diz por telefone um morador de Havana, que preferiu não ser identificado. Não é incomum ser atendido por um jamaicano ou um estudante chinês, que falam o espanhol com dificuldade.
O regime cubano esconde a decadência do seu sistema de saúde por trás de um único indicador: a baixa taxa de mortalidade infantil. Trata-se, sem dúvida, do produto do esforço governamental — alcançado por meios antiéticos, para não dizer criminosos. Cuba pune os médicos que dão atestado de óbito a bebês com menos de 1 ano de vida. Testemunhei certa vez um patologista recusando-se a alterar a idade de dois bebês mortos, o que faria com que eles não entrassem na taxa de mortalidade infantil. Ele foi recriminado pelo diretor do hospital, que sofria forte pressão do Partido Comunista para manter a estatística em níveis baixos", diz González. Ao menor sinal de anormalidade no feto, as mulheres são submetidas a um aborto. O grande número desse tipo de operação reflete-se na elevada taxa de mortalidade materna, que também é uma conseqüência da falta de condições nos partos. Até oito semanas de gestação, o aborto é feito numa simples consulta médica, sem anestesia, com um aspirador. "O procedimento é traumático e feito sem os devidos cuidados", diz o clínico geral Pedro Riera.
Para evitarem as filas nos hospitais, é comum os pacientes darem uma caixinha ao médico. Vinte dólares é um bom agrado, mas um filme em DVD também é bem-vindo. Os doutores não ganham mais do que 40 dólares por mês e muitos estão abandonando a profissão. Na falta de remédios, receitam placebos feitos por eles próprios, na esperança de que os pacientes melhorem apenas pelo fator psicológico de acreditar que foram medicados. "Não há diagnósticos precisos nem medicamentos adequados, só dipirona", diz a advogada Laritza Diversent, de Havana. Ela levou seu filho de 14 anos ao hospital da cidade depois que ele cortou o pé durante uma partida de futebol. Voltou para casa sem a sutura necessária. "Não havia material para dar pontos, e ele ficou meses com o corte aberto e sangrando", diz Laritza.
Como tudo se reutiliza e as condições de esterilização estão longe das ideais, muitos pacientes pegam doenças de outros, como hepatite C, aids e sífilis. Em Cuba, câncer e aids ainda são tratados como tabu. A palavra câncer, aliás, não é utilizada. Na cartilha da medicina comunista, os tumores são chamados de "inflamação" ou "aumento" de certo órgão, para não assustar os pacientes. No passado, os soropositivos eram mantidos em prisões, isolados do resto da sociedade. O enclausuramento só foi abolido, por falta de recursos financeiros, nos anos 90, quando o país ficou sem ajuda da União Soviética. Ainda hoje, algumas doenças psiquiátricas são atribuídas à falta de ideologia comunista. A medicina de Cuba é cheia de exemplos a não ser seguidos — muito menos importados.
Nathalia Watkins

domingo, 27 de outubro de 2013

AS ESCOLHAS ERRADAS NA SAÚDE

O Estado de S.Paulo
Quando se observa o conjunto das ações do governo na área da saúde, não há como fugir à penosa impressão de que ele se tem limitado a medidas pontuais, em torno das quais faz muito alarido, deixando de lado os verdadeiros problemas. Enquanto cuida do programa Mais Médicos e de medidas destinadas a melhorar o desempenho dos planos de saúde, por exemplo, ele descuida do Sistema Único de Saúde (SUS), que, no entanto, deveria ser o principal alvo de suas atenções. O governo revela, assim, uma visão de curto prazo, medíocre, que compromete o futuro de um setor-chave da administração pública.
A última novidade é a ideia - ainda em estudo, segundo o presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), André Longo - de abrir uma linha de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para as empresas de planos de saúde investirem na ampliação de sua rede hospitalar. O pedido partiu das empresas, que dizem não ter como bancar sozinhas esse investimento.
Em setembro, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, disse que se estudava o oferecimento, pelo BNDES, de uma linha de crédito desse tipo às cooperativas de médicos, que agora se pretende estender a todas as empresas do setor. Tal como já então propunha Pimentel, as operadoras deverão dar "como garantia as reservas técnicas que detêm junto à ANS".
Para Longo, a medida se justifica porque o crescimento da rede hospitalar privada não acompanhou o aumento do número de clientes dos planos - principalmente os coletivos, oferecidos pelas empresas -, que hoje chega a 49 milhões. Isso é fato. Mas é preciso acrescentar que tal aconteceu porque as empresas venderam o que não podiam entregar. Elas sabiam muito bem que sua rede de hospitais, laboratórios e médicos não tinha condições de suportar o aumento de clientes.
Isso só seria possível se elas investissem na ampliação da rede, principalmente a hospitalar, o que não fizeram, como dizem, por não terem recursos suficientes. Querem fazer isso agora com o crédito a juros favorecidos - em última instância, bancados pelo contribuinte - do BNDES. Se dinheiro público será aplicado em hospitais, ele deve ir para a rede pública. Ela está disso muito necessitada, pois perdeu quase 13 mil leitos entre janeiro de 2010 e julho deste ano, de acordo com levantamento feito pelo Conselho Federal de Medicina (CFM)com base em dados do Ministério da Saúde. Este, sim, é um dos grandes problemas da saúde no Brasil.
Pouco antes de propor esse financiamento, a ANS tinha tomado uma medida - a inclusão de dezenas de novos procedimentos e medicamentos na lista daqueles que os planos de saúde são obrigados a oferecer - que traz inegáveis benefícios para os clientes da rede de saúde privada, mas, ao mesmo tempo, ajuda a mostrar os seus limites. A partir de janeiro, os clientes dos planos terão direito a mais 50 procedimentos, em cirurgias, exames, tratamentos e consultas, e a 37 medicamentos orais para câncer.
Muitos ficaram de fora, porque a medicina progride rapidamente, mas se torna também cada vez mais cara. Se todos ou a grande maioria dos novos tratamentos e remédios fossem incluídos na lista da ANS - e a tendência natural tanto das associações médicas como dos pacientes é querer que assim seja -, isso acarretaria custos enormes, que tornariam os planos de saúde proibitivos para as camadas de baixa renda. Mesmo a classe média teria dificuldade de honrar esse compromisso.
A dura realidade é que há uma forte tendência de a médio e a longo prazos os planos de saúde se tornarem restritos a uma parcela pequena da população. Este é mais um elemento que mostra a necessidade urgente de se investir maciçamente no SUS, para que ele possa cumprir aqui o seu papel de sistema público e universal de saúde, atendendo a grande maioria da população. Essa é a sua vocação original. Deixar um quarto da população (49 milhões) por conta dos planos e ainda oferecer-lhes crédito do BNDES é uma aposta errada - para não dizer irresponsável - que custará muito caro ao Brasil.

domingo, 13 de outubro de 2013

ESGOTOS NO BRASIL EM IMAGENS , IRRESPONSABILIDADE COM NOSSOS RIOS E COM NOSSO POVO

AMIGOS, POSTO AQUI ESSAS IMAGENS PARA MOSTRAR A TODOS O TOTAL DESRESPEITO COM OS NOSSOS RIOS E CONSEQUENTEMENTE COM A SAÚDE, NÃO EXISTE UMA FISCALIZAÇÃO SÉRIA NESSE PAÍS E ALIADA À IRRESPONSABILIDADE DE NOSSOS GESTORES PRODUZ A VERGONHA QUE PODEM VER ABAIXO.
























































































POIS É AMIGOS, SÓ ME RESTA DENUNCIAR, AJUDEM A DIVULGAR , MERECEMOS UM PAÍS MELHOR E COM MAIS RESPEITO AOS NOSSOS RIOS E AO NOSSO POVO.