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quinta-feira, 29 de setembro de 2011

MAQUIAVEL NÃO FARIA MELHOR.

Desde que estudiosos criaram os tais de cenários, vários oráculos passaram a desvendar as possibilidades futuras e, até mesmo, programá – las. Bastava levantar as variáveis negativas e trabalhar sobre elas para obter, graças a meticulosos e bem engendrados estratagemas, o futuro sonhado.

- As pitonisas do petismo não fugiram à regra.

Levanta cenário daqui, desenha cenário dali, e prognosticaram que a desmoralização das Forças Armadas estaria definitivamente alcançada até o final de 2012.

- Acertaram em cheio.

Precavidos levantaram algumas hipóteses que poderiam frustrar os seus planos.

Uma, a reação interna das Forças.

- Para tanto, escolheram a dedo autoridades de mando que não causariam o menor problema.

A outra foi a grita da oposição que poderia num ato de coragem unir - se contra as suas tramoias e, buscando preservar a dignidade do poder nacional, invalidar suas trapaças.

- Hipótese facilmente enfraquecida com as alianças politicas que envolveram o apoio em troca de cargos e de verbas. Galho fraquíssimo.

Um otimista aventou, timidamente, a revolta da sociedade, que como uma entidade fantasma só existe para justificar medidas que interessam ao desgoverno, do tipo “a sociedade adora a metamorfose”, “viva a nossa sucessora, a faxineira impiedosa”, e assim por diante.

- Logo, esta hipótese foi descartada por total falta de fundamento.

Remoendo a imaginação chegaram com dificuldade, até a indignação dos militares da reserva e os reformados.

- Esta preocupou, inicialmente, mas alguém lembrou convicto, “são uns pelados, sem salário decente, sem acesso à mídia, sem recursos para mobilizar nem a família, o que dirá um bando de milicos”. Sem contar, argumento definitivo, que a turma é desunida, e para nossa satisfação (dos planejadores), milico não precisa de inimigo.

A urdidura foi perfeita. Ao longo dos anos, as Instituições Militares foram submetidas às diversas pústulas nomeadas com extrema picardia para desgastá - las como inqualificáveis ministros da defesa.

- O penúltimo foi para arrasar e desmoralizar; o atual será para entortar conceitos, e com um toque sutil formar a NOVA MENTALIDADE militar.

Sim, a aniquilação das Forças Armadas Brasileiras ainda será o “ESTUDO DE CASO” perfeito no tema de “COMO DESCONSTRUIR UMA INSTITUIÇÃO”.

Caberá às futuras gerações decidirem se o Planejamento Politico “enrabativo” foi perfeito, ou se os militares foram coniventes, incompetentes, e juntaram – se, graciosamente, o REVANCHISMO COM A OMISSÃO, e seremos, então, o produto acabado de como suicidar – se suspendendo, voluntariamente, a respiração.

Contudo, felizmente, para o orgulho do jeitinho nacional, solidário no samba, no carnaval, na micareta, no rock in Rio, no trio elétrico, na parada gay, salvaram - se todos.

- Sem honra, sem moral e sem atitude, é vero, mas como já disse um esperto anistiado, “é melhor viver sem dignidade do que morrer cheio de orgulho”.

“Quanto aos demais cenários, o da submissão da mídia, por exemplo, vai de vento em popa, gritou tok tok, já soltamos nesta etapa, conforme o previsto, o inefável Dirceu, que está bombando na mídia amiga.
Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira

sábado, 3 de setembro de 2011

RECADO AOS PORCOS: "NÃO, VOCÊS NÃO PODEM!!!

Eles acham que podem tudo. E é nosso dever moral, ético, político, humano, dizer-lhes que não. É nosso dever de pais, de filhos, de professores, de alunos, de trabalhadores, de empresários, de leitores, de jornalistas. É nosso dever! Dos homens e das mulheres livres!
Se militantes políticos, mas cidadãos como quaisquer um de nós, eles podem fazer tudo o que não está proibido em lei — ou arcar com as conseqüências da transgressão. Se funcionários do Estado, podem fazer apenas o que a lei lhes permite. Num caso e noutro, é preciso que lhes coloquemos freios. Não são os donos do poder, mas seus ocupantes. E têm de dançar conforme a música da democracia e do estado de direito. Mas eles estão mal acostumados.

Porque o método da mentira deu certo uma vez, eles repetiram a dose. Porque deu certo outra vez, eles insistiram. Agora estão empenhados em transformar o engodo e a trapaça numa categoria de pensamento, num fundamento, num — e isso é o mais pateticamente ridículo — ato de resistência. Têm de ser relatados. Têm de ser denunciados. Têm de ser combatidos onde quer que se manifestem com seu falso exclusivismo ético, com sua combatividade interesseira; com suas duas morais: a que usam para incensar os crimes de seus pares e a que usam para crimininalizar a decência de homens de bem.

Criminalizaram a Lei de Responsabilidade Fiscal. E ela era boa.
Criminalizaram as privatizações. E elas eram boas.
Criminalizaram o Proer. E ele era bom.
Criminalizaram a abertura do país ao capital estrangeiro. E ela era boa.
Criminalizaram os programas sociais, chamando-os de esmola. E eles eram bons.
Não há uma só virtude que se lhes possa atribuir que não decorra de escolhas feitas antes deles — e que trataram aos tapas e, literalmente, aos pontapés.
Construíram a sua reputação desconstruindo a biografia de pessoas de bem. E acabaram se aliando ao que há de mais nefasto, mais degradante, mais atrasado, mais reacionário, mais vigarista na política brasileira. Poucos são hoje os canalhas da República que não estão abrigados sob o seu guarda-chuva, vivendo o doce conúbio da antiga com a nova corrupção. Se algum canalha restou fora do arco, foi por burrice, não por falta de semelhança. Corromperam, aliás, mais do que as relações entre o público e privado. Promoveram e promovem uma contínua corrupção do caráter.

Perceberam — e há uma vasta literatura política a respeito, que faz o elogio da tirania — que o regime democrático tem falhas, tem fissuras, por onde o mal pode se insinuar e prosperar. Corroem o princípio fundamental da igualdade promovendo leis de reparação destinadas a criar clientela, não cidadãos. E essa doença da democracia já chegou ao Supremo Tribunal Federal. Estimulam movimentos criminosos, ditos sociais, ou com eles condescendem, porque isso alimenta a sua mística dita socialista — se o socialismo era essencialmente criminoso, e eu acho que era, para eles é a virtude possível para esconder seus vícios. São os porcos de George Orwell, de quem parecem simular também o cheiro. Para eles, a única coisa feia é perder. E isso significa, então, que pouco importam os meios que conduzem à vitória.

Tentaram comprar o Congresso com o mensalão.
Tentaram fraudar uma eleição com os aloprados.
Tentaram destruir um adversário produzindo falsos dossiês.
Tentam agora aprovar uma reforma política que é um escárnio à decência, ao bom senso, à inteligência, à racionalidade. E tudo porque não estão aí para aperfeiçoar os instrumentos do estado do direito que tornem cada homem mais livre, mais senhor de si, mas independente do estado. Eles querem precisamente o contrário. É por isso que “ele” já se disse o pai do Brasil e anunciou que elegeria a mãe. Não é o amor filial que os move, mas o vocação para o mando. Querem um país de menores de idade: de miseráveis pidões, de trabalhadores pidões, de empresários pidões… Até de jornalistas — e como os há! — pidões! E eles odeiam os que não precisam pedir, rastejar, implorar. Acostumaram-se com os mascates de elogios, que têm sempre um “bom negócio” para arrancar um dinheirinho dos cofres públicos. Compram consciências e consideram que os que não se vendem só podem ter sido comprados pelos adversários. Esqueceram-se de que são eles a bênção para os que se vendem porque sempre podem pagar mais.
Estão em toda parte! São uma legião! Realizam a partir desta sexta-feira um congresso partidário, que se estende até domingo. Aproveitarão a ocasião para fazer um desagravo a um dos seus, aquele que se tornou notável, aos 14 anos, segundo testemunho do próprio, porque roubava as hóstias da igreja. Que têmpera corajosa já se formava ali! Até hoje, ao comungar, lembro da minha meninice e colo o Santo Pão no céu da boca. Temíamos, os muito jovens, que o corpo de Cristo sangrasse. Ainda não entendíamos a Transubstanciação da Eucaristia, mas já tínhamos idade para saber que não se deve roubar. É um dos Mandamentos da Lei de Deus! E deve ser um dos mandamentos da lei dos homens. Em qualquer idade.

O ladrão de hóstias pretende ser hoje um ladrão de instituições cheio de moral e razão. Mais do que isso: quer dar à sua saga uma dimensão verdadeiramente heróica. Se, antes, pretendeu ser o paladino da liberdade contra a ditadura, numa história superfaturada, apresenta-se hoje como o paladino da ditadura contra a democracia. O herói é um lobista de potentados da economia nacional e global e reivindica o direito de ter como subordinados homens de estado — cuja conduta é regulada por princípios de ética pública —, com os quais pretende despachar num governo clandestino, paralelo, que se exerce em quartos de hotel, numa espécie de lupanar institucional.

E vilã, na boca e na pena daqueles que tentaram comprar o Congresso, fraudar eleições e destruir adversários, é a imprensa livre, que faz o seu trabalho, que vigia a coisa pública, que zela pelos bons costumes da República — aqueles consubstanciados na Constituição. Querem censurar a imprensa. Querem eliminar a oposição. Querem se impor pela violência institucional. Como os porcos! Aqueles passaram a andar sobre duas patas para imitar seus antigos inimigos. Estes não têm qualquer receio de andar de quatro, escoiceando vigarices, para homenagear os amigos.

Mas não passarão!
Não passarão porque a liberdade de imprensa lhes diz: “Não, vocês não podem!”
Não passarão porque as pessoas de bem protestam: “Não, vocês não podem!”
Não passarão porque a decência se escandaliza: “Não, vocês não podem!”
E por isso eles estão bravos e mobilizam seus sicários na rede. Começam a perceber que o movimento ainda é tímido, mas é crescente. A cada dia, surgem evidências de que suas mentiras perdem vigor, de que suas falcatruas perdem encanto, de que seus crimes buscam mesmo é o conforto dos criminosos, não o bem-estar da população.
Não, eles não podem!
Não calarão a imprensa livre!
Não calarão os homens livres!
Não calarão os fatos.
Agora é a eles que me dirijo, que leiam direito e escutem bem:
“NÃO, VOCÊS NÃO PODEM!!!”
Entre outras coisas, não podem porque estamos aqui.
Por Reinaldo Azevedo

terça-feira, 30 de agosto de 2011

DIRCEU E UM DESGOVERNO PARALELO?

Os ingênuos chegam a vislumbrar ressentimentos entre a Presidente e o seu mentor, por causa dos diletos assessores cheios de graça e rabo preso que herdou, ou os que escolheu por indicação do famigerado. Foram os ossos do oficio.

Ao sair do nada para a mais alta posição, o custo seria alto. Ela é limitada e ruim em conectar os neurônios.

Por isso, reclamar jamais e decretou como recomendado, o fim de uma faxina na qual não deu a primeira, nem pode impedir as demais vassouradas. Límpido assim.

Basta acompanhar os périplos do Ex aqui e no exterior, de avião pra lá e pra cá, de palestra em palestra, e de soslaio mirar seus cumpanheiros de viagens, de andanças demagógicas, em Cuba e adjacências para saber que lá estavam, entre outros próceres da bandalheira, o nefasto Dirceu.

Dirceu acusado e afastado foi brindado pelo seu ex – chefe com palavras sobre sua magnificência, sobre a sua grandeza, sobre a sua conduta impar. Na saída do cargo, recordemos como Dirceu saudou a “cumpanheira de armas”. Foi tocante.

Assim, se alguém dúvida que estejamos falando da mesma quadrilha, do mesmo acumpliciamento, pretendendo visualizar um desgoverno paralelo, vai morrer imaginando bobagens.

Estejam certos tantos quantos não acreditam em Papai Noel e no Coelhinho da Pascoa, que o Dirceu se locomove hoje com tanta ou mais desenvoltura do que antes, mas não para enfraquecer o atual desgoverno, na verdade, oficiosamente engendra tramoias, encena arrufos, apenas para desviar atenções e confundir ameaças.

Não esqueçam que uma parte substancial da mídia e o próprio gestor da mídia do desgoverno, o Franklin Martins foi um dos convivas das viagens de sua majestade. O quanto e como tramaram, nem o diabo sabe.

Juntos confabularam, planejaram e soltaram torpedos enganadores.

O contexto faz parte de uma ação diversionária para confundir e criar impressões falsas. No fundo, devem gargalhar dos equívocos que plantam na cabeça dos ingênuos.

A atual investida contra São Paulo sublinha o maquiavelismo que se esconde nas confabulações da asquerosa cúpula.

Felizmente, não dominaram toda a imprensa e, ainda, são surpreendidos com reportagens investigativas, que ao demonstrarem o poder de Dirceu, apenas comprovam que sua liberdade de ação é tão descarada que somente com o conhecimento, a orientação e o financiamento da cúpula do desgoverno, ele poderia transitar tão leve e solto.

A leitura correta seria buscar, como por detrás dos bastidores, além da falsa impressão de liderar um desgoverno paralelo, o que realmente está acontecendo, seria olhar mais ao longe, por detrás dos muros, por detrás dos morros, para descortinar qual a verdadeira missão do senhor Dirceu.

Enfraquecer a Presidente no momento atual, seria a última ação a ser praticada pelo petismo, seria o tiro no pé, seria atestar que a terna senhora foi um tremendo equivoco do seu guru.

Por tudo, cuidado com as conclusões precipitadas, o bando é um só, uns menos, outros mais vermelhos, mas todos têm um objetivo comum, submeter esta Nação.

Eles são mestres em criar falsas impressões, subverter mentes, iludir os incautos. Não esqueçamos de que eles eram terroristas, mas hoje, como num passe de magica, são cultuados como heróis.

Dirceu, carinhosamente, é o que podemos denominar de "o aloprado oficial" do atual desgoverno.

Valmir Fonseca Azevedo Pereira
 

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

O SOCIALISMO DOS CANALHAS DA CORRUPÇÃO.

Quem foi socialista na juventude foi enganado pelas mentiras dos inimigos do mérito capitalista como chave do crescimento. Quem continua socialista depois de adulto é um utópico que se recusa a aceitar a verdadeira natureza humana, um idiota completo, ou um canalha que quer viver sustentado pelos contribuintes que pagam as contas de um poder público covil de vagabundos, corruptos, bandidos, genocidas, e seus lacaios por covardia ou cumplicidade. Essa é a realidade do golpe do Retirante Pinóquio contra a democracia.


Explodem em todo o país palestras de gente sórdida apregoando a decadência do capitalismo se aproveitando da manutenção do petismo no poder para garantir os aplausos de centenas de idiotas que, ou não sabem o que está se passando nos bastidores do golpe contra a democracia – o projeto de poder perpétuo do PT –, ou que querem mesmo é aproveitar a boquinha da corrupção da política que toma conta do país.

Nas suas palestras esses idiotas se esquecem de falar que a geração de empregos depende do consumo, que depende da renda crescente, que depende do crescimento das economias, tudo somente possível se houver um sistema econômico movido pelo desejo da sociedade na direção de conforto financeiro e material, e que as recompensas pela dedicação ao estudo e ao trabalho possam fazer a diferença entre uma vida confortável, ou uma existência, na maioria das vezes opcional, pela mediocridade moral ou ideológica.

O sonho da coletivização dos bens da sociedade é uma estupidez que já vitimou milhões de cidadãos no mundo, mas que no nosso país encontrou um terreno fértil para plantar as sementes da degeneração das relações sociais, que antecede a tomada do poder pelos bandidos socialistas: a miséria da educação e da cultura e o apodrecimento moral da Justiça.

De maneira leviana, hipócrita, e criminosa, esses palestrantes confundem intencionalmente a crise de gestão de um poder público incompetente e corrupto, com crise de um sistema econômico que somente não funciona corretamente porque a Justiça permite que as relações econômicas públicas e privadas sejam contaminadas pela absurda desonestidade de servidores públicos e empresários, assim como pactua com a miséria da educação e da cultura fomentada pelos traidores do país.

A impunidade do covil de bandidos que tomou conta do poder público, alimentada pela corrupção e pelo corporativismo sórdido da Justiça, é o câncer da degeneração moral da sociedade.

Nas palestras não se fala da falência da segurança pública, da educação, e da saúde pública depois de oito anos do desgoverno petista. Somente uma sociedade em absurda decadência moral pode manter no poder gente tão desqualificada.

O discurso desses vestidos de patifes e manipuladores da idiotice coletiva é sempre o mesmo: sempre as torturas e as perseguições dos terroristas, e sempre colocando nas costas de FHC ou dos desgovernos anteriores as responsabilidades pela degradação moral das relações público-privadas, parecendo que o desgoverno petista é formado de canonizados pela honestidade.

Falar que a Dilma foi torturada leva as plateias à loucura dos aplausos. Mas ninguém fala dos seus crimes diretos e indiretos contra o país.

Ninguém fala dos mais de cem civis e militares assassinados pelos terroristas durante o Regime Militar.

Ninguém fala das mordomias e dos altos salários que esses cafajestes do socialismo petista estão ganhando onde são colocados para serem X-9 e cúmplices do golpe contra a democracia que está em andamento.

Ninguém fala dos milhares de vinculados ao projeto de poder perpétuo do PT que foram agraciados com indenizações milionárias e pensões vitalícias, enquanto o assistencialismo comprador de votos controla a população com bolsas qualquer coisa e o suborno compra as mentes corruptas dos esclarecidos canalhas, públicos ou privados, inclusive de muitos desses palestrantes, filhos adotivos das serpentes do submundo comuno-sindical.

Nenhum desses palestrantes cúmplices, conscientes ou não, da degeneração moral da sociedade, toca uma palavra sobre os mais de cem escândalos de corrupção do desgoverno petista e ficam o tempo todo falando do passando para justificar a falência do projeto de poder do Retirante Pinóquio.

No desgoverno petista reina a impunidade dos corruptos e seus lacaios, tudo garantido por uma Justiça relativista e corporativista que se transformou no braço direito do projeto de poder perpétuo do PT.

Nos países mais avançados a limpeza da Justiça de togados canalhas garantiu e continuará garantindo, com poucas exceções, punições exemplares para os corruptos e detratores dos códigos legais.

No Brasil o movimento é inverso. A degradação moral da Justiça, especialmente de seus Tribunais Superiores, permitiu e continuará incentivando o avanço da corrupção que é, na verdade, a maior responsável pelas mortes de milhares de cidadãos vítimas dos bandidos, ou que se transformaram em bandidos como vítimas da falência dos mecanismos sociais para a busca de oportunidades para estudar e trabalhar. Milhões continuam sendo entulhados nos guetos para se transformarem em criminosos enquanto os canalhas ficam encastelados em uma vida de conforto corrupto à custa do sofrimento da maior parte da sociedade.

Primeiro foi a transformação do Parlamento em um covil de bandidos começando com a vergonha do Mensalão, que continua impune com seus quarenta e um bandidos estando ainda livres, leves e soltos, mesmo com a denúncia do Procurador Geral da República, e agora com a garantia de que serão absolvidos pelo trabalho pessoal do atual presidente.

Depois veio a subordinação do Poder Judiciário às vontades do Poder Executivo.

A farsa continua e os idiotas aplaudem cada vez mais a destruição do futuro dos seus filhos e de suas famílias. A última farsa-comédia foi um cerco com mais de três mil policiais civis e militares a um complexo de favela enquanto os bandidos fugiam tranquilamente pelas portas do fundo deixada aberta para os arquivos vivos da patifaria de policiais corruptos continuarem guardando segredo. Fala sério!

Socialista bom no país é o que tem um belo emprego com estabilidade garantida sem correspondência no mérito, tem um belo salário e mordomias vinculadas, mora em uma bela residência, vende a mãe para ser protegido pelo petismo, mas garante ao resto da sociedade o benefício do assistencialismo das bolsas qualquer coisa ou do suborno continuado pago com o roubo dos contribuintes.

Socialista bom é o que quer viver na estabilidade garantida pelo trabalho dos outros.

Temos que citar também os que ganham um salário de fome mas que na esperança de um dia serem também apaniguados pelo suborno do petismo esquecem de lutar contra os canalhas da corrupção e da prevaricação, tonando-se respeitáveis traidores da pátria.

Aplauso para os “socialistas”. Tudo gente fina!

Geraldo Almendra