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quarta-feira, 5 de novembro de 2014

KIT FEIRA EM PRESIDENTE KENNEDY

Trezentas famílias são beneficiadas com o ticket feira em Presidente Kennedy

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A Prefeitura Municipal de Presidente Kennedy, por meio das Secretarias de Assistência Social e de Desenvolvimento Econômico, realizou nesta terça-feira (04), a primeira entrega dos tickets feira às trezentas famílias cadastradas no programa. A entrega ocorreu no prédio do Centro de Referência de Assistência Social (Cras), localizado na sede no município.
O projeto Economia Solidária “Ticket Feira” é exclusivo para as famílias carentes, residentes no município, cuja renda per capita familiar seja igual ou inferior a R$ 70, ou que tenha a renda comprometida com tratamento médico, conforme diagnóstico social apresentado pela Secretaria de Assistência Social. O valor do benefício será inicialmente de até R$ 50 por mês.
“Muitas famílias ainda não têm acesso a produtos para uma alimentação mais saudável como frutas, legumes e verduras. Além disso, nossa proposta com o ticket semanal se estende também aos produtores rurais, que vão produzir mais para atender a demanda. Temos a intenção de aumentar o valor do benefício para R$ 20 ainda este ano, bem como ampliar o número de famílias assistidas nos próximos meses”, adiantou a prefeita Amanda Quinta Rangel.

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No projeto Economia Solidária “Ticket Feira”, as ações estão dirigidas ao combate à fome, à promoção alimentar e nutricional e incentivo ao agricultor familiar e visa proporcionar às famílias em situação de risco social acesso a produtos alimentícios hortifrutigranjeiros produzidos pelo Programa Agro Ecológico Integrado e Sustentável (PAIS) e o Programa da Agricultura Familiar do município.
Os tickets serão entregues aos beneficiários em forma de cartelas. No final de cada mês o feirante credenciado vai receber o valor comercializado por meio de cheque emitido pela Secretaria Municipal da Fazenda. As famílias beneficiadas poderão utilizar o ticket durante a Feira Livre Municipal da Agricultura Familiar e da Atividade Artesanal, realizada todas as quintas-feiras, das 15 às 20h, na praça central.
“É muito importante que outros projetos possam se associar e potencializar a feira, considerando que ela representa uma ferramenta de geração de renda para os agricultores familiares e microempreendedores individuais. É exatamente isso que vai ocorrer a partir desta quinta-feira, com início do programa Ticket Feira, pois além de oferecer condições de alimentação a 300 famílias, o projeto vai movimentar aproximadamente R$ 12 mil por mês para consumo restrito da produção da agricultura familiar, promovendo incentivo e renda aos que permanecem na área rural. Nossa expectativa é termos sustentabilidade definitiva do projeto”, explicou o secretário municipal de Desenvolvimento, Ricardo Cordeiro.

Fonte: Blog Kennedense

segunda-feira, 21 de abril de 2014

ENTREVISTA COM A PREFEITA AMANDA QUINTA DE PRESIDENTE KENNEDY



14 DE ABRIL DE 2014 “O melhor de Presidente Kennedy é o povo kennedense”

 Ela é jovem, focada e tem a responsabilidade de dirigir um município que possui potencial de crescimento enorme. Amanda Quinta, 25 anos, é prefeita de Presidente Kennedy e, apesar da jovialidade, tem demonstrado pulso firme e administra a cidade como os mais experientes. Com uma visão progressista, ela está antenada no que fazer para melhorar a qualidade de vida da população e garante: o principal é investir em educação. Confira a entrevista com a prefeita: Muitas cidades do Rio de Janeiro que vivem em meio à grande geração de riqueza do petróleo não são bons exemplos de desenvolvimento social.

 Como evitar que o mesmo aconteça com Presidente Kennedy?

 “Nossa administração investe maciçamente em educação e na qualificação e treinamento de mão-de-obra, para que todos os kennedenses, sem exceção, possam usufruir dos recursos que Deus nos concedeu. A prefeitura dá bolsas integrais para 500 universitários e já qualificou mais de 500 alunos, apenas em 2013, nos cursos técnicos. No verão deste ano, mais de 200 adolescentes entre 16 e 18 anos frequentaram os cursos técnicos que oferecemos em parceria com o Senai, preparando-se para um futuro melhor”. 

A prefeitura recebe royalties, porém a maior parte do PIB é gerado pelas empresas privadas de petróleo, que muitas vezes contratam produtos, serviços e pessoal de fora. Como fazer para que esta renda fique realmente na cidade? 

“Da forma que acabei de falar: qualificando a população economicamente ativa, entre 16 e 45 anos de idade, para trabalhar não apenas nas oportunidades do setor de mineração e gás, mas nas prestadoras de serviço que ficam no entorno. Vamos receber o Porto Central, na Praia das Neves, que vai gerar 1.200 empregos diretos para os kennedenses só durante as obras, previstas para começar em julho deste ano. Estamos investindo na formação dessa mão-de-obra. Quando em operação, o Porto Central, nos moldes do de Roterdã, na Holanda, pode empregar mais 2.000 moradores de Presidente Kennedy. Nosso esforço é preparar nossa gente para essas oportunidades, bem como para o turismo, a agroindústria e o comércio, nossas outras vocações econômicas”.





 Com todo o ingresso dos royalties, o que está mudando na cidade nos últimos anos? 

“Passamos, em 2012, por uma convulsão político-administrativa, que resultou na intervenção estadual. Nossa gestão, neste primeiro ano, teve que estruturar-se internamente para enfrentar os grandes desafios, contando com o decisivo apoio do governador Renato Casagrande. O município até hoje não conta com rede de esgotos e água tratada, só na sede. As obras de saneamento, que vamos iniciar este ano, com investimentos de mais de R$ 100 milhões, vão pôr fim a esse absurdo que é ter o maior PIB per capita do Brasil, enquanto 70% da população não têm água encanada nem esgotos sanitários”.

 Os projetos de exploração de petróleo têm vida relativamente curta, de 30 a 50 anos, já é hora do município começar a se preparar para quando o petróleo acabar? O que pode ser feito neste sentido?

 “Vou repetir: investir em educação, educação e educação. O saber é uma riqueza que não acaba nunca e vai elevar o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M) a níveis que garantam ao nosso povo pleno emprego e qualidade de vida em níveis de primeiro mundo. Essa é a prioridade nº 1 do nosso plano de governo e trabalhamos por ela, com planejamento e austeridade, 24 horas por dia”. Qual é o verdadeiro papel de uma prefeita? “Fundamentalmente, é lançar as bases para o futuro – com planejamento e execução de obras e ações estruturantes – sem descuidar da atenção às demandas, especialmente das famílias mais carentes, no presente”.

 Qual a sua proposta para melhorar a saúde no município? 

“Na área da Saúde, a Prefeitura já presta hoje assistência de qualidade a toda a população. Não há sequer uma família desassistida, até com exames e tratamentos de alta complexidade custeados pela prefeitura em grandes centros médicos. Em 2014, vamos iniciar, em parceria com o governo do Estado, a construção de um novo PAM – Pronto Atendimento Municipal, para melhorar o atendimento local. Estamos construindo três novas unidades de saúde no interior e vamos adquirir 8 novas ambulâncias com motorista 24 horas”.

 Senhora Prefeita, como irá dirimir o problema do desemprego no município? 

“Atraindo indústrias, que virão para o entorno do Porto Central e da Usina Termoelétrica de Marobá, e investindo na formação e qualificação de mão-de-obra. Não há outra fórmula para gerar emprego e renda”.

 Quais suas propostas culturais para o município? (música, arte, dança dentre outros). 

“Esse é um tema que olho com carinho especial. Reativamos e estamos investindo na Banda de Música, que, para nosso orgulho, já manda alunos para a Faculdade de Música do Espírito Santo. Educação Artística será oferecida em toda a rede municipal de ensino e vamos construir, até 2015, o Centro Municipal de Educação, Artes e Cultura, dotado de auditório, teatro e oficinas culturais. Cite algo de bom que só em Presidente Kennedy tem. “O povo kennedense. Não existe gente melhor, mais ordeira, mais solidária, nem mais generosa em nenhum lugar do mundo”. 

Fonte: Aqui ESclique aqui

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

UM EXEMPLO A SER SEGUIDO

Prefeitura disponibiliza mais cursos técnicos

A Prefeitura Municipal de Presidente Kennedy recebe nesta segunda-feira, 16, mais uma unidade móvel destinada a abrigar cursos profissionalizantes gratuitos para a população. Trata-se da carreta que se encontrava em Marataízes até semana passada, pertencente ao SENAC, e que é equipada para diversos cursos na área de estética e beleza, como depilação, maquiagem, manicure e cabelereiro.
No próximo dia 30, cerca de 250 jovens estudantes receberão, em solenidade no Ginásio de Esportes “Correão”, diplomas de conclusão dos diversos cursos na área de Construção Civil, especialmente eletricidade predial, que vêm sendo mantidos pela Prefeitura de Presidente Kennedy desde agosto. A prefeita Amanda Quinta Rangel (SDD) destacou que “esse é a caminho da qualificação dos kennedenses, em segmentos de alta empregabilidade, com retorno de curto prazo”.
Segundo Amanda, “a formação e qualificação de mão-de-obra é uma das nossas prioridades. Graças à parceria com a FINDES/SENAI/SENAC e o governo do Estado, por meio da Sedu, com o Pronatec e o Pró-Jovem, estamos fechando o ano com aproximadamente 500 pessoas se habilitando em profissões que permitem colocação imediata no mercado de trabalho. É assim que nossa administração combate o desemprego”.
Para o primeiro trimestre de 2014, novas unidades móveis do SENAI/SENAC vão se juntar às duas já existentes em Presidente Kennedy e oferecer cursos nas áreas de Panificação e Confeitaria, Soldagem, Costura Industrial, Informática e Mecânica, entre outros, de forma totalmente gratuita. Os interessados devem procurar a Secretaria de Ação Social da Prefeitura.
Amanda - cursos de estética e beleza

FONTE: Blog Kennedense

sábado, 14 de dezembro de 2013

TERMOELÉTRICA DE KENNEDY , UM BILHÃO DE REAIS EM INVESTIMENTOS


Fonte: BLOG KENNEDENSE
 DE 

O ano de 2013 termina com a certeza de dois grandes empreendimentos em Presidente Kennedy, superando o terremoto político-administrativo que sacudiu o município e levou à intervenção estadual no ano passado. Dez dias depois de o governador Renato Casagrande garantir o início das obras do Porto Central na Praia das Neves para julho de 2014, a UTE-PK (Usina Termo Elétrica de Presidente Kennedy) realizou audiência pública na última quinta-feira, para obter licença ambiental do Ibama. Essa etapa já havia sido cumprida pelo Porto Central e, na avaliação do secretário de Desenvolvimento de Presidente Kennedy, “a UTE também não terá dificuldade em obter a licença de instalação na planta industrial de  Marobá. A usina é o que há de mais moderno em todo o setor, gerando 800 MW de energia limpa, utilizando o gás natural canalizado em nosso litoral, pelo gasoduto Vitória-Campos, sem qualquer dano ou risco ambiental”. Segundo o empresário Reginaldo Vinha, presidente e principal executivo do Gera ES, o grupo só aguarda o leilão da ANEEL – Agência Nacional de Energia Elétrica, para divulgar seu cronograma de obras, enquanto, simultaneamente, trata da liberação ambiental do projeto. Uma termoelétrica como a de Marobácusta entre R$ 800 milhões a R$ 1 bilhão em investimentos, podendo gerar até 800 empregos diretos durante a construção, estimada para começar em 2015, indo até 2019.

UTE Marobá - mapa de localização 001

sábado, 31 de agosto de 2013

PRESIDENTE KENNEDY CONTRATA TEMPORÁRIOS PARA A SAÚDE

A Prefeitura de Presidente Kennedy está com inscrições abertas para o processo seletivo simplificado que tem como objetivo preencher 16 vagas temporárias, disponíveis na área da Saúde, uma delas para pessoa com necessidades especiais.

As oportunidades são para os cargos de assistente social (1 vaga), farmacêutico (2), médico ESF (2), médico plantonista (9+1 PNE) e psicólogo (1). Todos exigem o ensino superior completo.

Serão pagos salários de R$ 2.672 a R$ 14 mil, com jornadas de 24 e 40 horas semanais.

Os candidatos serão selecionados por apenas uma etapa, constituída de prova de avaliação de títulos e tempo de serviço na área, com caráter eliminatório e classificatório.

Para participar, o interessado terá que se inscrever até o dia 2 de setembro, na Secretaria Municipal de Saúde de Presidente Kennedy, que fica na Rua Presidente Wilian Santos Borges, 32, Centro.
O atendimento ocorre das 8h às 11h e das 12h30 às 16h. Os documentos mencionados no edital precisarão ser entregues.

O processo seletivo da prefeitura tem a validade de 24 meses.


Fonte: A Gazeta

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

PROCESSO SELETIVO DA SAÚDE EM PRESIDENTE KENNEDY

PROCESSO SELETIVO DA SAÚDE Nº005/2013
PROCESSO SELETIVO DA SAÚDE Nº005/2013
A Prefeitura Municipal de Presidente Kennedy - ES, torna publico; a abertura das inscrições para o Processo Seletivo Simplificado conforme as normas estabelecidas neste edital, destinado à contratação em regime de CARATER TEMPORÁRIO para preenchimento de vagas e formação de cadastro reserva para fins exclusivos de garantir a execução dos programas e serviços em consonância com a Política Nacional de Saúde, que observará a ordem sequencial de classificação dos aprovados que serão convocados conforme necessidades da Secretaria Municipal de Saúde.

segunda-feira, 29 de julho de 2013

PRESIDENTE KENNEDY VAI GANHAR TERMELÉTRICA

Gildo Loyola - Arquivo
Termelétrica de Povoação, em Linhares, uma das duas do Estados que são acionadas em períodos críticos



















O Espírito Santo pode receber um novo projeto de usina termelétrica, prevista para o município de Presidente Kennedy, no Litoral Sul capixaba. O empreendimento, avaliado em R$ 1,85 bilhão, vai gerar 880 MW quando estiver com as duas fases prontas. A térmica será movida a gás natural e exigirá 4 milhões de metros cúbicos de gás por dia.


A Licença Provisória (LP) já foi concedida pelo Instituto Estadual de Meio Ambiente (Iema). A obtenção desse documento é um dos requisitos para se habilitar junto à Empresa de pesquisa Energética (EPE) e à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para participar do leilão de energia nova A-5 (o empreendimento precisa estar pronto em cinco anos).

Está marcado para 13 de dezembro próximo o segundo leilão de energia promovido pela Aneel. Em 29 de agosto deve acontecer o primeiro leilão A-5 de 2012, mas não há nenhum projeto habilitado até agora.

No dia 23 do mesmo mês, será realizado o leilão especificamente para a concessão de geração de energia elétrica de reserva. Neste caso, a previsão é somente para energia eólica. Foram apresentados 665 projetos, num total de 16.040 MW. Dia 23 de outubro, há previsão de leilão A-3 para energia nova.

Licenciamento
Segundo o diretor-geral da Agência Estadual de Serviços de Energia (Aspe), Luiz Fernando Schettino, outros projetos estão em fase de obtenção da licença ambiental provisória para, depois, buscarem a habilitação junto à Aneel. Ele não informou quantos planos estão nesta fase, mas são voltados para térmicas e pequenas centrais hidrelétricas (PCHs).

“O mais importante é que novas plantas geradoras de energia estão planejadas para o Estado. Isto dá mais segurança para garantir o desenvolvimento do Espírito Santo”, explicou Schettino.

Distribuição
O secretário estadual de Desenvolvimento, Nery De Rossi, ressalta que a área escolhida pela empresa no Espírito Santo levou em conta, também, a localização de linha de alta tensão que passa próximo à região. “É uma boa alternativa para fazer a energia gerada na térmica chegar até o sistema elétrico interligado”, afirmou De Rossi.

Hoje, apenas duas usinas térmicas – uma movida a gás (Linhares) e outra a óleo combustível (Viana) –, entram em funcionamento quando solicitadas pelo Operador Nacional do sistema (ONS).

Uma terceira térmica deveria estar em fase final de construção em Aracruz, mas o projeto está com problemas e ainda não saiu do papel. Está previsto, também, o uso do gás natural nesta unidade.

Schettino explicou que dos sete projetos de usinas térmicas apresentados no leilão de 2008, três foram transferidos para o Maranhão e quatro foram revogados por falta de interesse dos empreendedores.

Os empreendimentos transferidos para o Nordeste foram absorvidos por empresas de Eike Batista (MPX e OGX). Os projetos preveem térmicas movidas a gás. Outros foram revogados . O Grupo Bertin, por exemplo, desistiu de empreendimentos de térmicas no Estado.

No total, serão instalados usinas térmicas (duas); centrais geradoras hidrelétricas (cinco); pequenas centrais hidrelétricas (14); usinas termelétricas (15); autoprodutores (três); e hidrelétricas (cinco).

Os leilões que vêm por aí

Energia nova
Para o segundo semestre, estão previstos três leilões de energia nova, sendo um, no dia 23 de agosto, de energia eólica. Foram habilitados 665 projetos em todo o país, que preveem geração de 16.040 MW. Não há projeto eólico habilitado para o Espírito Santo.

Solar
No dia 25 de outubro, está previsto um leilão A-3, que significa que devem estar prontas para operar em três anos, um leilão para geração de energia para projetos fotovoltáicos (solar) e empreendimentos heliotérmicos, tipo de central que necessitam de alta irradiação solar direta e recursos aquáticos para resfriamento e limpeza dos equipamentos.

Mais energia
No dia 23 de outubro acontece o primeiro leilão A-5. Não há projeto para o Estado habilitado.

A-5
No dia 13 de dezembro, está previsto novo leilão de energia A-5 (empreendimento para iniciar geração em cinco anos). Sessenta e oito projetos já estão habilitados com previsão de gerar 7,5 mil MW.

Plantas
O Brasil tem hoje 1.623 usinas térmicas movidas a óleo, gás natural e biomassa, com potência de 35,5 mil MW, valor que equivale a 27,5% do total da energia gerada no país, que chega a 121,7 mil MW.

Atraso
Vinte e sete das 57 usinas térmicas que deveriam estar disponíveis para gerar energia em 2012 não conseguiram cumprir o cronograma previsto


Fonte: A Gazeta

domingo, 14 de julho de 2013

PORTO CENTRAL DE PRESIDENTE KENNEDY - ES

Porto vai ter 30 berços de atracação

  • Porto-indústriaO PORTO CENTRAL, que será construído em Presidente Kennedy, seguirá o modelo do Porto de Roterdã, de porto-indústria.
    O TERMINAL irá operar diversos tipos de cargas como: granéis líquidos (petróleo e derivados e produtos químicos), granéis sólidos (minério de ferro, carvão, ferro gusa), soja, milho, trigo, fertilizantes.
  • ContêinerO PORTO CENTRAL também pretende movimentar contêineres. A movimentação desse tipo de carga foi incluída no projeto, depois que o governo federal anunciou o novo marco regulatório do setor portuário.
  • FasesO PROJETO prevê quatro fases, sendo que o investimento previsto para a primeira é de R$ 1,5 bilhão.
    PARA AS demais etapas, será da ordem de R$ 4,5 bilhões.
    A EXPECTATIVA é de que as obras tenham início em 2014 e a operação em 2016, sendo que a operação considerando
    todas as fases deverá ocorrer em 2019.
    NO PORTO, estão previstos 30 berços.A profundidade vai variar de 10 a 25 metros, o que vai permitir que o Estado receba navios de grande porte.
  • EmpregosDURANTE AS OBRAS, deverão ser criados 4.800 empregos e na operação esse número vai variar conforme a quantidade de empresas que se instalarem no porto. A expectativa é que os postos de trabalho sejam superiores
    a 6 mil

    Fonte: Blog Kennedense, A tribuna

sábado, 23 de março de 2013

PRESIDENTE KENNEDY: OBRAS DO PORTO CENTRAL COMEÇAM EM 2014


Gustavo Ribeiro

Notícia Anterior
Operação apreende mais de 200 pedras de crack em Cachoeiro


As obras do Porto Central, em Presidente Kennedy, no Sul do Estado, começam no segundo semestre do ano que vem. As quatro etapas do projeto foram apresentadas, na quinta-feira (14), durante reunião com representantes políticos, o Governo do Estado e empresários ligados ao Porto de Roterdã - responsável por operar o empreendimento.

O novo terminal deverá viabilizar a presença da Ferrous no Estado uma vez que o porto começa a operar em 2017, três anos antes do início das obras da mineradora, que será vizinha do Porto Central na Praia da Neves.

Foto: Gustavo Ribeiro

Investidores apresentam projeto do Porto Central para a prefeita de Kennedy

De acordo com o Secretário de Estado de Desenvolvimento, Nery De Rossi, o Porto Central deverá atender as demandas da Ferrous. “Houve uma readequação no cronograma da Ferrous. Ela deve iniciar explorando uma mina em Minas Gerias, e o Porto Central vai se apresentar como uma alternativa futura para otimizar a viabilidade econômica do projeto”, destaca.

Rossi disse ainda, que as atividades da Ferrous na região, devem começar entre 2019 e 2020, e confirmou uma negociação dela com a empresa de Eike Batista. “Em um primeiro momento, enquanto não existe o Porto Central a Ferrous pretende realmente escoar parte da produção de uma das minas pelo RJ, mas obviamente que a partir da conclusão das obras do porto Central, esse seria a alternativa otimizada para o escoamento da produção”, explicou o secretário.

Conversas preliminares entre o Porto Central e a Ferrous apontam também uma possível parceria entre as duas empresa. De acordo com José Maria, já foi apresentado a Ferrous o projeto do Porto. “Isso é uma conversa que estamos começando agora. Devido a fase do nosso projeto, eles estão aguardando o desenvolvimento, e sinalizaram com uma possibilidade a ser estudada”, afirmou.

A intenção do Porto Central é focar o escoamento no mercado de óleo e gás, mármore e granito, offshore e bases supply, em um primeiro momento. Segundo Novaes, tem havido algumas conversas com clientes, mas o fechamento dos contratos irá depender das licenças do Ibama e Operacional que aguardam sair ao longo do ano.

Serão investidos na primeira etapa aproximadamente 1,5 bilhões de reais. O projeto total irá ocupar uma área de 20 milhões de metros quadrados, que terá sua conclusão final em 2020, quando chegaria a ferrovia no município, segundo informou o Diretor de Implantação do Projeto, José Maria de Novaes.
A intenção do Porto Central é oferecer o maior número de empregos para os moradores da região, deixando 30% a 40% para profissionais de fora. Para esses, será construído um Núcleo Urbano, que servirá de abrigo para os trabalhadores. Outra obra que deverá ser construída é uma escola técnica, para capacitar profissionais que queiram trabalhar nas fases de construção e operação do Porto Central

Fonte: Gazeta Online sul

domingo, 24 de fevereiro de 2013

GRANDES INVESTIMENTO NO LITORAL SUL, O FUTURO É AQUI


Foto: Reprodução/TV Gazeta Sul
Reprodução/TV Gazeta Sul
A economia No Litoral Sul do Estado cresce a todo vapor. O fato de os portos de Vitória não conseguirem mais receber os navios, devido à pouca profundidade do canal, fez com que as grandes
empresas investissem no balneário sul capixaba.
"Todo o litoral vai receber uma proporção de aproximadamente 45% dos investimentos anunciados no território capixaba", disse José Edil Benedito, presidente do Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN).

Em Anchieta, a indústria de beneficiamento de minério de ferro atraiu várias pessoas para a qualificação profissional. Desde 2005, o Senai emitiu cerca de 14 mil certificados.

"O mercado e as indústrias necessitam dessa mão de obra específica. A gente acaba devolvendo o aluno para o mercado de trabalho", contou o gerente do Senai de Anchieta, Rodrigo Zorzal.

Foto: Reprodução/TV Gazeta Sul
Reprodução/TV Gazeta Sul
Um dos maiores investimentos será na Praia dos Neves, em Presidente Kennedy. Até julho de 2015, a cidade deve colocar em funcionamento um grande porto para importação e exportação. Quase R$ 5 bilhões de reais serão investidos nos próximos sete anos. Isso, porque várias características contribuíram para o empreendimento.

"Os aspectos construtivos, ambientais e a localização dentro do contexto do novo pólo de produção de petróleo e gás, identificaram essa área como a melhor para empreender", contou José Maria Vieira, diretor de implantação do Porto Central.

A obra será feita em quatro etapas e deve gerar até 4.500 empregos. Mas, o Litoral Sul precisa estar preparado para que a oportunidade não se transforme em problema.

Foto: Reprodução/TV Gazeta Sul
Reprodução/TV Gazeta Sul
"Uma das externalidades econômicas de regiões que têm um crescimento acelerado e, por vez, desorganizado, é a favelização, além do índice de criminalidade alto", afirmou o presidente do IJSN.

Já Itapemirim, vai receber dois portos para atender embarcações e plataformas de petróleo. E a primeira demanda será de profissionais que atuem na área da construção civil, como soldador, carpinteiro e mecânico.

O resultado de todos os investimentos pode beneficiar toda a região Sul. "Se trabalharmos em conjunto, esse crescimento não ficará só no litoral, mas no Caparaó e em todo Sul do Estado", disse Ricardo Coelho, secretário de Desenvolvimento Econômico de Cachoeiro.:

Fonte: Gazetaonline



 

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

PORTO DE PRESIDENTE KENNEDY VAI COMEÇAR A OPERAR EM 2015


Um grupo de empresários de Cachoeiro de Itapemirim, liderado pelo prefeito da cidade, Carlos Casteglione, ficou satisfeito com a informação confirmada pelo vice-governador Givaldo Vieira de que o Porto Central, a ser construído em Presidente Kennedy, Litoral Sul, começará a operar em 2015.

"Saímos da reunião muito animados", comemorou o prefeito, que acompanhou o grupo no encontro com Givaldo, realizado na manhã desta quarta-feira (23) em Vitória. A reunião foi agendada para apresentar ao vice-governador as preocupações dos empresários locais, principalmente os que exportam rochas ornamentais, com os gargalos da logística.

"A construção do terminal portuário em Presidente Kennedy é nosso sonho de consumo de logística, porque vai reduzir os custos", destaca o prefeito. Embarcar as cargas de rochas ornamentais que são exportadas por um terminal no Sul do Estado representará aumento de competitividade para o setor, destaca Casteglione.

O secretário estadual de Desenvolvimento, Nery de Rossi, que também participou do encontro, disse que o projeto do Porto Central é de um grande terminal e prevê a implantação do empreendimento em módulos.

E a primeira fase do porto estará implantada até o fim de 2014, permitindo o início da operação já no começo de 2015, atendendo à demanda dos exportadores de rochas ornamentais.

Superporto

O grupo de Cachoeiro disse ao vice-governador que apoia a construção do porto de águas profundas em Vila Velha. Essa localização, lembrou Casteglione, favorece os empresários do município. "Para nós é melhor que o porto fique em Vila Velha. Facilita mais do que em Vitória", argumentou ele.

Na reunião foi apresentada ainda a preocupação com a demora na duplicação da BR 101 e com a construção do ramal ferroviário que ligará o Espírito Santo ao Rio de Janeiro. Na próxima segunda-feira o vice-governador estará em Brasília para discutir com o presidente da Empresa de Planejamento Logístico (EPL), Bernardo Figueiredo, o traçado da ferrovia.

O Porto Central será construído entre as praias de Marobá e das Neves, em parceria com o Porto de Roterdã. O projeto de porto-indústria, um dos maiores previstos para o Estado, é desenvolvido pela empresa Terminal Portuário de Kennedy (TPK). Segundo Nery, o grupo está finalizando a compra dos terrenos. A retroárea do porto será de 10 milhões de metros quadrados.


Fonte: A Gazeta

sexta-feira, 6 de abril de 2012

PRESIDENTE KENNEDY TERÁ SUPERPORTO


Há anos sufocado por uma infinidade de gargalos logísticos, o Espírito Santo dará um passo importante para sair da incômoda letargia. Segunda-feira, a empresa TPK (Terminal Portuário de Kennedy) e o Porto de Roterdã apresentarão ao governador Renato Casagrande o projeto do Porto Central, em Presidente Kennedy, Sul do Estado. Um memorando entre as partes será assinado. As obras começam em 2013 e a primeira fase do projeto entra em operação em 2015.



Trata-se de um porto-indústria nos moldes do vizinho Superporto do Açu, de Eike Batista, em São João da Barra (RJ), há 60 quilômetros de Kennedy. Com uma retroárea perto dos 10 milhões de metros quadrados, os investidores do Porto Central darão toda infraestrutura, inclusive o terminal portuário, sem limitação de profundidade, é bom que se destaque, para que indústrias e empresas de comércio exterior instalem-se na retroárea.

Casagrande mostrou-se animado e aliviado. "Com o memorando assinado, vamos começar a avançar na burocracia e também no aperfeiçoamento do projeto. A ideia é de um complexo multiuso. É uma ótima notícia, porto é o nosso maior gargalo, vamos trabalhar para que saia o mais rápido possível".

Segundo uma fonte que trabalhou no projeto, o complexo capixaba será maior que Açu, o que dá a dimensão do que está por vir. O Superporto do Açu, que deve começar a operar em 2013, prevê a atração US$ 40 bilhões, a geração de 50 mil empregos e a movimentação de 350 milhões de toneladas de cargas por ano. De acordo com último balanço da Codesa, que administra e concede a maioria dos terminais do Espírito Santo (Ubu, Praia Mole e Tubarão não entram), em 2011, a movimentação de cargas no Estado foi de 32,63 milhões de toneladas.

Os investidores esperam uma grande procura por parte da indústria de petróleo e gás, de siderúrgicas, rochas ornamentais e mineradoras. Não está descartada uma parceria com a Ferrous, mineradora que pretende construir um porto, também em Presidente Kennedy, para escoar sua produção.

"É um projeto de longo prazo, com várias etapas, conforme a demanda for aparecendo. A retroárea é enorme, uma concepção moderna de porto, sem limitadores. Daremos suporte aos setores que dependem de porto para ecoar a produção, mas penam com a falta de logística e de espaço", diz a fonte.

Os executivos já iniciaram as conversas para que a Litorânea Sul, ferrovia da Vale que irá de Vitória a Anchieta, chegue até Kennedy. No que diz respeito ao transporte rodoviário, a ideia é que a via estadual (ES 162) que liga Presidente Kennedy à BR 101, que será duplicada, seja melhorada e ampliada. Com relação ao licenciamento ambiental, o processo já está correndo no Ibama.

Posição geográfica estratégica atraiu atenção de holandeses
Não por acaso o porto que será construído em Presidente Kennedy será batizado de Central. A posição geográfica do complexo, de frente para o pré-sal, perto dos grandes centros produtores do Brasil e com meio caminho andado para Europa e Estados Unidos, é vista como o grande trunfo do projeto. Exatamente por esse motivo ele vem despertando o interesse de grandes investidores estrangeiros, principalmente os europeus.

Os holandeses do Porto de Roterdã, maior da Europa e terceiro maior do mundo, estão auxiliando no empreendimento e querem entrar na sociedade. Os executivos que trabalham no projeto do Porto Central afirmam que os holandeses, com vasta expertise no negócio, há algum tempo estudavam uma alternativa no Brasil.

“Já perceberam que na Europa vai ser complicado continuar crescendo e obter os lucros de antigamente. Diante disso, começaram a olhar para o Brasil, onde as possibilidades são muitas e a infraestrutura é precária. Essa região, entre o Norte do Rio de Janeiro e o Sul do Espírito Santo, sempre foi a preferida deles, só faltava a oportunidade que agora apareceu”, diz um dos executivos que estão no projeto do Porto Central.

O governador Renato Casagrande faz questão de frisar que o Porto Central não anula o porto público de águas profundas que há algum tempo vem sendo negociado com o governo federal. “São projetos que vêm para melhorar a infraestrutura do Estado, podem sair juntos, as negociações do porto público continuam”.

Com relação à posição do terminal público, Casagrande diz que o ideal é que fique próximo da Grande Vitória. “Aracruz e Anchieta são boas opções”.

Fonte: A Gazeta

sexta-feira, 24 de junho de 2011

IBAMA FORNECE LICENÇA E PRES. KENNEDY (ES) TERÁ SUPER PORTO.

O Ibama concedeu, na noite de quarta-feira, licença prévia (LP) para a construção do mineroduto da Ferrous Resources do Brasil que ligará a mina de Viga, em Congonhas, Minas Gerais, até Presidente Kennedy, litoral Sul do Espírito Santo, onde a companhia pretende construir um porto para escoar a produção de minério.

O investimento previsto nos dois projetos é de R$ 4,5 bilhões. A expectativa do governo capixaba é que a LP do mineroduto destrave o projeto do porto, afinal, o terminal só é necessário se houver minério para escoar.

Em março, o Ibama já havia emitido LP, com validade de dois anos, para a construção do complexo portuário, que contará com terminal em águas profundas para embarque de minério de ferro (50 milhões de toneladas por ano), planta de filtragem e estruturas administrativas de apoio à operação.

Agora, com a licença prévia do mineroduto, a Ferrous parte para conseguir a licença de instalação do porto, para aí sim dar início às obras. A expectativa é que os trabalhos comecem em outubro deste ano, estima-se que sejam gerados cerca de 3 mil empregos na fase de obras, e cerca de 400 postos diretos de trabalho na fase de operação.

O presidente da Ferrous, Mozart Kraemer Litwinski, se mostrou bastante animado com a obtenção da licença prévia. "Somaremos esforços com o poder público do Espírito Santo para que nossa chegada possa significar o fomento à instalação de um polo de desenvolvimento sustentável na região Sul do Estado".

Ele também se mostrou tranquilo quanto ao financiamento da obra. "A Ferrous está em estágio avançado para obtenção dos financiamentos necessários".

A instalação desse porto em Kennedy é vista pelo governo do Estado como uma âncora de atração de investimentos para a região. Os planos da Ferrous para o complexo incluem a instalação de três usinas de pelotização e de uma siderúrgica. Os empreendimentos já estão sendo licenciados.

Só o investimento destinado ao porto e às três usinas de pelotização, com capacidade de produzir 7 milhões de toneladas de pelotas cada, bate nos US$ 4,8 bilhões (R$ 7,7 bilhões).

De olho na mão de obra que começará a ser demandada a partir do final do ano, a Ferrous oferecerá cursos de capacitação em Presidente Kennedy e Marataízes, com o objetivo de formar trabalhadores para as obras de construção do porto.

A empresa também diagnosticou a cadeia de bens e serviços da região Sul do Espírito Santo, com o intuito de identificar as potencialidades da região no atendimento às demandas a serem criadas com a instalação do porto.

A partir deste estudo, a empresa também investirá, no segundo semestre deste ano, em um Programa de Desenvolvimento de Fornecedores.


Vista do porto da Ferrous em Presidente Kennedy - Editoria: Economia AG - Foto: Divulgação

Detalhes do projeto

Mineroduto
Ligará a mina de Viga, em Congonhas, Minas Gerais, até o porto que será construído pela empresa na Praia das Neves, em Presidente Kennedy, no Espírito Santo.

O mineroduto terá aproximadamente 400 quilômetros e passará por 22 municípios (17 em Minas Gerais, três no Rio de Janeiro e dois no Espírito Santo), com capacidade para transportar 25 milhões de toneladas de minério de ferro por ano em sua primeira fase, a partir de 2014.

Complexo Portuário
Contempla a construção de um terminal de águas profundas para embarque de minério de ferro, planta de filtragem e estruturas administrativas de apoio à operação.

O porto terá canal de navegação de 15 mil metros de extensão, 225 metros de largura e 23 metros de calado. A estrutura portuária permitirá o recebimento de até dois navios de grande capacidade, comportando cada um cerca de 220 mil toneladas.

Será construída também uma ponte de acesso de cinco quilômetros mar adentro (a Terceira Ponte tem pouco mais de quatro quilômetros), ligando a retroárea ao píer de embarque. A capacidade de escoamento do porto será de 50 milhões de toneladas de minério de ferro por ano.

Investimentos
Serão investidos cerca de R$ 2 bilhões na construção do mineroduto. No porto, a Ferrous irá investir aproximadamente R$ 2,5 bilhões. Além do porto, a companhia pretende construir três pelotizadoras e uma siderúrgica na Praia das Neves, em Presidente Kennedy.