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terça-feira, 24 de dezembro de 2013

PRA CARA DE PAU, ÓLEO DE PEROBA!!!

renan_calheiros_25Óleo de peroba – Presidente do Senado Federal, Renan Calheiros submeteu-se recentemente a cirurgia para implante capilar, mas o que o alagoano deveria ter feito é dar um polimento em sua face lenhosa, típica na maioria dos políticos brasileiros, que sempre zombam dos eleitores.
Na última quarta-feira (18), Renan usou um avião da Força Aérea Brasileira para ir à capital pernambucana, onde foi realizada a tal cirurgia, mas no informe enviado à FAB consta que a viagem era a serviço. Rubrica que permite que algumas autoridades solicitem aeronaves oficiais para deslocamentos.
Com a divulgação da viagem ao Recife na imprensa, Renan Calheiros informou que pagaria os custos pelo uso do jato da FAB, se ficasse comprovado que cometera alguma transgressão. Nesta segunda-feira (23), o presidente do Senado enviou ofício ao comandante da FAB, brigadeiro Juniti Saito, para saber se de fato cometera alguma “impropriedade” ao usar jato oficial para uma viagem de caráter claramente particular.
De acordo com o decreto presidencial nº 4.244, de 2002, autoridades, como ministros de Estado e o presidente do Senado, podem viajar em aviões da FAB nas seguintes circunstâncias: por motivo de segurança e emergência médica; em viagens a serviço; e em deslocamentos para o local de residência permanente. A residência permanente de Renan Calheiros fica em Maceió.
Renan Calheiros é um abusado conhecido que adora posar de vítima, dependendo das circunstâncias. Essa falsa inocência do presidente do Senado não combina com um currículo canhestro e que dispensa maiores apresentações. Considerando que ninguém chega à presidência do Senado Federal por ser inocente, Renan por certo sabe a diferença entre “impropriedade” e imoralidade. Usar um jato da Força Aérea Brasileira para tal fim é um escárnio sem precedentes.
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O senador está disposto, se for o caso, a reembolsar os cofres da União no valor correspondente aos custos da viagem, mas não é assim que a conta deve ser feita. Renan precisa pagar à União o valor referente ao fretamento de uma aeronave semelhante à disponibilizada pela FAB.
Aliás, o partido de Renan Calheiros, o PMDB, é recheado de políticos obcecados por aeronaves oficiais ou de terceiros. O governador do Rio de Janeiro, o fanfarrão Sérgio Cabral Filho, usa o helicóptero oficial para ir com a família para a casa de veraneio. Nada de anormal, se o helicóptero não fizesse várias viagens nos finais de semana para buscar a manicure da primeira-dama ou para compras em supermercados da capital fluminense.
Outro peemedebista que adora um jatinho é Wagner Rossi, ex-ministro da Agricultura que acabou apeado do cargo por ter viajado de carona no avião de um empresário do agronegócio e que tinha interesses na pasta. O Brasil vive uma profunda crise de moralidade, sem que a população perceba o perigo que isso significa. Políticos como Renan Calheiros e Sérgio Cabral já deveriam ter perdido os respectivos mandatos por causas das barbaridades que cometem.
Calheiros ainda deve explicações sobre as vacas sagradas que foram vendidas para “pagar” as contas da sua ex-amante, Mônica Veloso, enquanto Cabral Filho continua sem esclarecer as farras parisienses patrocinadas pelo empresário Fernando Cavendish, alvo principal e protegido da CPI do Cachoeira. Em países onde a democracia é levada a sério e respeitada por todos os cidadãos, Renan e Cabral já estariam presos.
Fonte: Ucho.Info

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

"ATENTAI BEM, Ó MAGNO MALTA!"



Dita branda – Eleito senador pelo Espírito Santo, Magno Malta, um gazeteiro conhecido no Congresso Nacional, acredita estar acima da lei e intimida jornalistas que buscam informações acerca dos gastos de seu gabinete. Como muitos sabem, os gastos de diversos gabinetes do Congresso são verdadeiras caixas pretas, porque não dizer que muitas vezes são verdadeiras caixas de Pandora.
Há quinze anos em Brasília, ex-correspondente de “A Gazeta” e atualmente de “A Tribuna”, o jornalista capixaba Marcos Rosetti, editor do site Agência Congresso, recorreu ao Sindicato dos Jornalistas do Espírito Santo (Sindijornalistas)para preservas seus direitos e dar um basta na ousadia de Magno Malta.

O Sindicato condena a truculência do parlamentar, já denunciado ao longo de sua carreira por diversas irregularidades e ações semelhantes, que acionou a Polícia Federal para tentar impedir que notícias sobre gastos do seu gabinete fossem colhidas por Rosetti, um profissional reconhecidamente competente e profundo conhecedor da política capixaba.

Por considerar que os direitos do profissional estão ameaçados, a agressão foi imediatamente comunicada a organismos internacionais de imprensa, como a Conferência Latino Americana. Desde o momento da comunicação, o nome de Magno Malta passou a integrar a “lista negra” do jornalismo latino-americano.

É importante destacar que Magno Malta, assim como todos os parlamentares, não é senador, mas está como tal apenas e exclusivamente pelo voto do povo, a quem deve explicações detalhadas do dinheiro público que é mensalmente despejado em seu gabinete. O grande problema da extensa maioria dos políticos brasileiros é pegar carona na fatídica frase “você sabe com quem está falando?” e estar acostumado a dar as indefectíveis carteiradas, como se estivessem acima da lei e fossem melhores do que qualquer cidadão brasileiro.

O Sindijornalistas lembra que a organização internacional Repórteres Sem Fronteiras (RSF) divulgou recentemente relatório que coloca o Brasil entre os cinco países em que mais morrem jornalistas em circunstâncias covardes, muitas vezes não esclarecidas. Os outros quatro países são Síria, Somália, Paquistão e México

Magno Malta deveria repensar suas atitudes, pois mesmo com a prerrogativa de foro privilegiado essa e outras tantas confusões podem acabar nos tribunais. Reza a Constituição Federal que “todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza”. E não serão um bottom na lapela e um diploma da Justiça Eleitoral que farão de Magno Malta alguém diferente e melhor.

Como dizia o saudoso e folclórico ex-senador Mão Santa quando se instalava na tribuna do Senado para seus longos discursos, “atentai bem, ó Magno Malta!”.

Fonte: Ucho.Info 

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

SENADOR DEFENDE O USO DE CHICOTE EM PRESIDIÁRIOS.

Cassol criticou ainda a concessão pelo governo do auxílio-reclusão para famílias de presos

Em discurso na tribuna do Senado, o senador Reditário Cassol (PP-RO) criticou ontem a concessão pelo governo federal do auxílio-reclusão para famílias de presidiários e falou na volta do "chicote" para os presos.

Chamando os presidiários de "vagabundo, sem vergonha", o senador classificou de "absurdo" o auxílio e disse que o governo não precisa criar facilidades. "Senadores, precisamos modificar um pouco a lei aqui no nosso Brasil, que venha favorecer sim as famílias honestas, que pagam imposto para manter o Brasil de pé e não criar facilidade para pilantra, vagabundo, sem vergonha, que devia estar atrás da grade de noite e de dia trabalhar, e quando não trabalhasse de acordo, o chicote, que nem antigamente, voltar."

Segundo Cassol, o pagamento desse benefício vai custar aos cofres públicos R$ 200 milhões para dependentes de presos que cometera crime hediondo. Ele disse que o auxílio é um desrespeito ao trabalhador que luta para receber um salário mínimo.

"Não faz sentido o governo federal premiar a família de um criminoso e deixar familiares das vítimas sem nenhuma proteção social ou financeira. É um absurdo que a família de um pai morto pelo bandido, por exemplo, fique desamparada, enquanto a família do preso que cometeu o crime receba o auxílio previdenciário de R$ 863,60."

Ao defender mudanças na lei, ele disse que a prisão não pode representar "uma colônia de férias" e os presos não podem ser considerados "coitadinhos".

"Absurdo"
"É um absurdo que a família de um pai morto pelo bandido fique desamparada, enquanto a família do preso que cometeu o crime receba o auxílio de R$ 863,60"
Reditário Cassol (PP)
, senador

Fonte: A Gazeta