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quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

MENTIR, CONSPIRAR, TRAIR

Na democracia, a divisa do PT pode ser assim sintetizada: 'Aos amigos tudo, menos a lei; aos inimigos, nada, nem a lei'
O PT nem inventou a corrupção nem a inaugurou no Brasil. Mas só o partido ousou, entre nós, transformá-la numa categoria de pensamento e numa teoria do poder. E isso faz a diferença. O partido é caudatário do relativismo moral da esquerda. Na democracia, sua divisa pode ser assim sintetizada: "Aos amigos tudo, menos a lei; aos inimigos, nada, nem a lei". Para ter futuro, é preciso ter memória.
Eliana Tranchesi foi presa em 2005 e em 2009. Em 2008, foi a vez de Celso Pitta, surpreendido em casa, de pijama. Daniel Dantas, no mesmo ano, foi exibido de algemas. Nos três casos, e houve uma penca, equipes de TV acompanhavam os agentes federais. A parceria violava direitos dos acusados. Quem se importava? Lula batia no peito: "Nunca antes na história deste país se prendeu tanto". Era a PF em ritmo de "Os Ricos Também Choram".
Ainda que condenados em última instância, e não eram, o espetáculo teria sido ilegal. Ai de quem ousasse apontar, como fez este escriba (os arquivos existem), o circo fascistoide! Tornava-se alvo da fúria dos "espadachins da reputação alheia", era acusado de defensor de endinheirados. Procurem um só intelectual petista --como se isso existisse...-- que tenha escrito uma linha contra os exageros do "Estado repressor". Ao contrário! Fez-se, por exemplo, um quiproquó dos diabos contra a correta 11ª Súmula Vinculante do STF, que disciplinou o uso de algemas. "A direita quer algemar só os pobres!", urravam.
Até que chegou a hora de a trinca de criminosos do PT pagar a pena na Papuda. Aí tudo mudou. O gozo persecutório cedeu à retórica humanista e condoreira. Acusam a truculência de Joaquim Barbosa e a espetacularização das prisões, mas não citam, porque não há, uma só lei que tenha sido violada. Cadê o código, o artigo, o parágrafo, o inciso, a alínea? Não vem nada.
Essa mentalidade tem história. Num texto intitulado "A moral deles e a nossa", Trotsky explica por que os bolcheviques podem, e devem!, cometer crimes, inaceitáveis apenas para seus inimigos. Ele imagina um "moralista" a lhe indagar se, na luta contra os capitalistas, todos os meios são admissíveis, inclusive "a mentira, a conspiração, a traição e o assassinato".
E responde: "Admissíveis e obrigatórios são todos os meios, e só eles, que unam o proletariado revolucionário, que encham seu coração com uma inegociável hostilidade à opressão, que lhe ensinem a desprezar a moral oficial e seus democráticos arautos, que lhe deem consciência de sua missão e aumentem sua coragem e sua abnegação. Donde se conclui que nem todos os meios são admissíveis".
O texto é de 1938. Dois anos depois, um agente de Stalin infiltrado em seu séquito meteu-lhe uma picaretada no crânio. Sinistra e ironicamente, a exemplo de Robespierre, ele havia escrito a justificativa (a)moral da própria morte. Vejam ali. Conspirar, mentir, trair, matar... Vale tudo para "combater a opressão". Só não é aceitável a infidelidade à causa. Pois é...
José Dirceu quer trabalhar. O "consultor de empresas privadas" não precisa de dinheiro. Precisa é de um hotel. Poderia fazer uma camiseta: "Não é pelos R$ 20 mil!". Paulo de Abreu, que lhe ofereceu o, vá lá, emprego, ganhou, nesta semana, o direito de transferir de Francisco Morato para a avenida Paulista antena da sua Top TV, informou Júlia Borba nesta Folha. O governo tomou a decisão contra parecer técnico da Anatel, com quem Abreu tem um contencioso razoável. Dizer o quê? Lembrando adágio famoso, os petistas não aprenderam nada nem esqueceram nada.
Aos amigos, tudo, menos a lei. Aos inimigos, José Eduardo Cardozo e Cade. É a moral deles.
Fonte: Ternuma

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

DE BLOGUEIRO PARA BLOGUEIRA

Excelentíssima senhora Yoani Sánchez, mui digna representante do sofrido povo cubano! Não pense que a senhora será recebida com as devidas honras no palácio encantado da dona Dilma, indigna presidente do Brasil, e tudo que a senhora merece receber. Não espere que isso aconteça! A senhora conhece muito bem a “ficha suja” que ela é! -- Não fosse a pronta intervenção de uns poucos generais, ela estaria hoje comandando pelotões de fuzilamentos, à semelhança do que acontece em Cuba! -- Nem pense que os generais de hoje terão peito, coragem, culhões roxos (desculpe a expressão) de convidá-la para fazer palestras aos nossos jovens cadetes, contando os horrores sofridos pelos cubanos nas sanguinárias mãos do Fidel Castro.

Nem pense também que no Brasil há democracia; não! O que há por aqui é uma falsa democracia comprada com milhões de bolsas-esmolas, a maior compra de votos existente no mundo dito civilizado. Com certeza a senhora já ouviu falar também num tal “mensalão”, outra espúria forma de fazer democracia no Brasil. Pois bem: antes do STF, o nosso Supremo Tribunal Federal entrar em recesso, o Brasil estava prestes a ver os maiores bandidos comandados à distância pelo Lula e dona Dilma serem devidamente enquadrados, algemados e recolhidos em prisões de máxima segurança! Mas aconteceu o inevitável: terminado o recesso, férias muito bem remuneradas, não se ouviu mais falar em mensalão! Cessaram também as tímidas ameaças de enjaular o maior cretino do Brasil, o Lula, pai de todos eles.

Mas também, pudera, dona Yoani: -- Não sei se a senhora sabe o que está acontecendo em Santa Catarina: a maior esculhambação do mundo! Mas não é nada, nada, nada, se comparado com o que pode acontecer no Brasil, quando o Lula estiver para ser preso! A senhora não pode imaginar, dona Yoani, o que esse “hijo de una puta” (não sei se é assim que se escreve em espanhol) é capaz! -- Basta um leve toque nos dedos para que seja acionada uma poderosa bomba-relógio pronta para incendiar o Brasil inteiro! -- Aí sim é que a senhora vai ver o que é bom para resolver a tosse dos nossos brasileirinhos! – Vai ver o MST, ONG’s, todos os gays do Brasil; todos os “Bolsas-famílias”; todos os defensores dos “direitos humanos” (os falsos, tão diferentes da senhora!) Todos esses movimentos loucos liderados pelo Partido dos Trabalhadores, o partido que mais traiu os trabalhadores do Brasil! A senhora verá então esses “hijos todos” se apressarem para defender o eterno presidente Lula e seu chefe da casa civil, o corrupto Zé Dirceu.

Verá também “padrecos de passeatas”; os bispos vermelhos da Santa e Amada Igreja Católica; esses mesmos que apressaram a queda do Papa Benedito; verá os pastores dessas Igrejas Pentecostais com seus passaportes diplomáticos; verá os embaixadores de países alinhados, enfim, verá “Tutti Quanti” correrem para ajudar a atiçar o fogo com o suor vertido nos patíbulos; vertido nos presídios, nas ruas e até nas Forças Armadas, liderados pelos graduados, praças e soldados, já morrendo de fome com suas famílias tão desamparadas.

Mas é melhor eu ir ficando por aqui, sem esquecer lhe desejar dias felizes no Brasil (mas todo cuidado é pouco, dona Yoani! -- muito cuidado com os cães do PT soltos pelas ruas; iguais àqueles que receberam a senhora na sua chegada em Recife.).

Receba um forte abraço desse seu que é um velho piloto “hangarado” da nossa querida Força Aérea Brasileira!

Coronel Maciel

domingo, 17 de fevereiro de 2013

LULÂNDIA, O REINO DA AVACALHAÇÃO



Bastou o intervalo das festas de fim de ano, das férias nas praias ou no exterior – quando ninguém pensa em dívidas, contas a pagar, despesas que virão – para que Lula da Silva ressurgisse do conveniente mutismo e retomasse os preparativos para sua "trieleição".

De fato, o ex-presidente nunca deixou de exercer o poder. Recorde-se que tentou impedir o julgamento do mensalão chantageando o ministro Gilmar Mendes para que esse adiasse o julgamento. Como isto não funcionou ordenou ao Congresso que realizasse a CPI do 'Cachoeira', uma espécie de cortina de fumaça para desviar a atenção do público das condenações dos quadrilheiros do PT, que poderiam atrapalhar as eleições municipais de 2012. A CPI acabou condenando apenas o senador Demóstenes Torres e prendendo o contraventor sem que nada acontecesse à DELTA e a grande rede nacional de políticos envolvidos na trama. Deste modo, a farsa se converteu em um dos maiores espetáculos, de degradação moral e cívica, já apresentado pelo Congresso Nacional.

Consta também que a presidente Rousseff, gerente de apagões e 'pibinhos', não dá um passo sem consultar seu chefe e inventor, que assim demonstra quem é o verdadeiro presidente da República.

Contudo, após as acusações de Marcos Valério que indicaram Lula da Silva como chefe e beneficiário do "mensalão", este se calou. Especialmente, foi depois da eclosão do fragoroso escândalo no qual ficou demonstrado que a amante, Rosemary Nóvoa de Noronha, não só desfrutava de maravilhosas viagens presidenciais pagas por nós, os otários contribuintes, mas nomeava através do "tio Lula" uma quadrilha de trambiqueiros, falsificadores, fraudadores de pareceres, que o ex-presidente deu de fugir da imprensa. Fato grotesco ocorreu em Barcelona, quando o poderoso chefão Lula bateu em veloz retirada através da lavanderia do hotel em que se encontrava hospedado e escapuliu dos repórteres pela porta dos fundos.

Agora, enquanto o povo em férias se entretém com os preparativos do carnaval, Lula da Silva emerge anunciando futuras caravanas pelo Brasil. Ao mesmo tempo, faz saber que assumirá as negociações com a base aliada. Portanto, após ter nomeado o ministério de Rousseff, na prática, está demitindo a fiel Ideli Salvati de suas funções de ministra das Relações Institucionais, ou seja, um ministério que é uma espécie de balcão de negócios, posto muito conveniente para quem é candidato.

Além do mais, para mostrar quem manda de verdade, Lula da Silva se reuniu com seu outro 'poste', o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, e secretariado para dar as ordens e ministrar lições de populismo.

Em países de instituições sólidas, poderes independentes e igualmente fortes, e de oposição para valer, tal avacalhação é impensável. Mesmo no Brasil, nenhum ex-presidente chegaria a tanta desfaçatez e lambança. Mas, na Lulândia tudo é permitido porque o povo elegeu e continua aplaudir o grão senhor Lula. Algo que faz parte da nossa "cultura da avacalhação", desde os tempos coloniais.

Além do mais, como não existe oposição, exceto uma ou outra voz solitária, Genoino, um dos condenados petista do mensalão tomou posse como deputado federal decretando o fim da ficha limpa. Se isto foi legal, como dizem seus defensores, foi imoral e abjeto.

Em outra manifestação típica da Lulândia, membros do PT, inclusive, e a juventude petista organizaram um jantar com o objetivo de arrecadar fundos para pagar as multas dos companheiros criminosos condenados. Alguns militantes acreditam ou fingem acreditar que os companheiros quadrilheiros, coitadinhos, foram injustiçados, condenados sem provas, vítimas da imprensa maldosa e da oposição que não existe. Por sua vez, a CUT, braço sindical do PT, fez ato para anular sentenças do STF. Hilariante piada de salão como diria Delúbio Soares.

Enquanto segue a politicagem, por mais que o ministro Mantega distorça e fraude dados da economia e faça mágicas para adulterar resultados, a inflação acelera, progride a inadimplência, aumenta a devolução de cheques sem fundo.

Com a projeção do endividamento da Petrobrás, virá o aumento dos combustíveis tantas vezes adiado politicamente e com ele mais inflação, apesar de que os reajustes previstos apenas amenizarão a piora do endividamento.

Acrescente-se que as previsões da economia para 2013 não são das melhores. Segundo, por exemplo, Flávio Castelo Branco, gerente executivo do Núcleo de Política Econômica da Confederação Nacional da Indústria (CNI): "Se a economia seguir um padrão fraco como o de 2012, a desaceleração alcançará o mercado de serviços e aí podemos ter uma contaminação do mercado de trabalho".

Rousseff está em campanha e fez comício em cadeia nacional de rádio e TV para anunciar redução de tarifas de energia. Entretanto, no cenário sombrio que se desenha para a economia de 2013, a quem o povo recorrerá como salvador da pátria? É fácil adivinhar. Que o digam os invasores do Instituto Lula que não perderam tempo indo à Brasília.

Maria Lúcia Victor Barbosa

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

GOVERNO INCOMPETENTE, INÉRTE E IMORAL



Quando teve a vitória confirmada nas urnas, Dilma Rousseff disse que seu governo seria formado por técnicos e que o combate intransigente à corrupção seria uma prioridade. A mentira se consumou muito antes de Dilma assumir o poder central, pois concordou em manter na chefia de gabinete do escritório paulistano da Presidência da República a namorada do seu antecessor, Rosemary Noronha. O que é amoral, não sem antes ser criminoso.

Como se fosse pouco, a “Marquesa de Garanhuns” (a genial citação é da socióloga Maria Lucia Victor Barbosa), nomeou o ex-marido, José Claudio Noronha, para o conselho de algumas estatais (Brasilprev e a outrora Aliança do Brasil). Na condição de suplente de conselheiro, Noronha, o ex-marido, nunca trabalhou ao longo de três anos e meio, mas recebeu nesse período R$ 132 mil, o que mensalmente representa pouco mais de R$ 3 mil.

Tirante o imundo enredo de novela mexicana da pior qualidade, o favor que Dilma fez a Lula, mantendo Rosemary Noronha no cargo até a deflagração da Operação Porto Seguro, da Polícia Federal, é café pequeno.

A corrupção maior campeia na Esplanada dos Ministérios, loteada de maneira acintosa para substituir o esquema do Mensalão do PT. Em outras palavras, mudou-se a forma de pagamento, mas a compra de parlamentares continua até hoje.

Em alguns momentos, Dilma Rousseff ensaiou lampejos de moralidade administrativa, demitindo alguns ministros e integrantes da máquina federal que acabaram transgredindo além do limite fixado pelo Palácio do Planalto. Entre os demitidos estava o então ministro dos Transportes Alfredo Nascimento, presidente nacional do Partido da República, legenda que por conta da retaliação oficial deixou a base aliada, mas não se furtou de votar a favor do governo.

O mesmo Alfredo Nascimento agora é cortejado por Dilma Rousseff, que pretende reincorporar o PR ao governo, até porque a neopetista está de olho na reeleição. E por causa desse objetivo, de lado ficam a moralidade e a promessa de combater a corrupção. Dilma acena com a possibilidade de entregar o Ministério dos Transportes ou da Agricultura para o partido que é comandado efetivamente por Valdemar Costa Neto, deputado federal por São Paulo e condenado no processo do Mensalão do PT. A perda de mandato, que será consumada com o trânsito em julgado da sentença condenatória que consta na Ação Penal 470, em tramite final no Supremo Tribunal Federal, não tirará de Costa o seu poder de mando no partido.

Ainda que enfrentando a resistência das bancadas do partido no Senado e na Câmara dos Deputados, o senador Blairo Maggi, do PR de Mato Grosso, é um dos cotados pelos palacianos para vestir a fantasia de ministro depois do Carnaval. Maggi, para quem não sabe, é o padrinho político de Luiz Antonio Pagot, ex-diretor do Dnit, que foi ejetado do cargo no meio de um escândalo de corrupção, mas ameaçou o Planalto com a possibilidade de revelar, na CPI do Cachoeira, o que sabe sobre os imbróglios envolvendo o governo e a Delta Construção. Ficou na promessa.

Como afirmamos em matérias anteriores, a presidente Dilma Rousseff não está preocupada com a crise econômica que coloca o Brasil à beira do precipício e corrói a dignidade e o salário dos brasileiros, mas focada no projeto de reeleição em 2014. O objetivo do núcleo duro do governo é empurrar a atual situação até a próxima eleição presidencial, uma vez que o prazo de validade da mentira expirará longo em seguida.

O Brasil clama por mudanças, por faxina política, mas o conluio patrocinado pelos donos do poder caminha na contramão. Mantém o status quo e enlameia ainda mais a política nacional. Mesmo assim, alguns abusados conseguem falar em novos e melhores tempos

Fonte: Ufo.Info

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

NÃO BASTA TOFFOLI E LEWANDOWSKY, LULA QUER UMA TRINCA NO STF

Direto ao Ponto

A discurseira de candidato a vereador de grotão não surpreendeu os leitores da coluna: no fim de 2009, pouco antes e logo depois de virar ministro, a cabeça e a alma de José Antonio Dias Toffoli foram escancaradas em vários posts. “A Era da Mediocridade contaminou o Supremo”, advertiu já no título, por exemplo, o texto reproduzido na seção Vale Reprise. Passados três anos, o comício em defesa do ex-patrão e sempre chefe José Dirceu fez mais do que demonstrar que, se é péssimo ao ler o que escreveu, Toffoli consegue ser pior quando fala de improviso.

Conjugado com o chilique de Ricardo Lewandowski, que na sessão anterior abandonou o plenário para protestar contra a inesperada entrada em cena do núcleo político da quadrilha, o palavrório de quarta-feira permitiu que o país contemplasse, em toda a sua lastimável inteireza, a espécie de magistrado com que sonha a seita lulopetista: um integrante do rebanho fantasiado de juiz. Um companheiro de toga. Um toffoli. Um lewandowski.

Os devotos de Lula sonham com um não-ministro, confirmaram as declarações dos condenados, a conversa fiada dos comparsas, as falácias dos coiteiros e as notas oficiais emitidas pela direção do PT. O Grande Pastor sempre ignorou ? ou fingiu ignorar, o que dá na mesma ? que o Estado Democrático de Direito impõe a independência dos Poderes. E não consegue enxergar diferenças entre ministros de Estado e ministros do Supremo.

No cérebro baldio do ex-presidente, uns e outros devem gratidão a quem os nomeou e estão obrigados a atender aos interesses do padrinho. Aos olhos de Lula, Dias Toffoli sempre será um companheiro bacharel pronto para servi-lo ? na Advocacia Geral da União ou no STF. E Lewandowski tem de aceitar sem ressalvas as missões que lhe atribui, e executá-las com a aplicação exigida de quem ganhou a toga por ser filho da vizinha.

Ao longo do mais importante julgamento da história, viu-se em ação oito juízes e dois advogados de defesa. O país que presta aplaudiu o desempenho dos ministros que garantiram o cumprimento da lei. Lula anda colérico com a “ingratidão” dos que recusaram o caminho percorrido pela dupla de subalternos que pretende agora transformar em trinca. Terá êxito se Dilma Rousseff indicar Luiz Inácio Adams, 47 anos, para a vaga aberta pela aposentadoria de Ayres Britto.

Como Toffoli entre março de 2007 e outubro de 2009, Adams está na chefia da Advocacia Geral da União. Como Toffoli, que acaba de completar 45 anos, Adams ficará mais de 20 no Supremo até a aposentadoria compulsória. Como o mais jovem dos ministros, o novo caçula do Supremo jamais decepcionará o padrinho ? ainda que o preço a pagar seja a desonra. É disso que Lula gosta. É isso o que Lula quer.

Augusto Nunes

 

TEMPOS SOMBRIOS, TEMPOS PETISTAS

Luiz Inácio Lula da Silva está calado. O que é bom, muito bom. Não mais repetiu que o mensalão foi uma farsa. Também, pudera, após mais de três meses de julgamento público, transmitido pela televisão, com ampla cobertura da imprensa, mais de 50 mil páginas do processo armazenadas em 225 volumes e a condenação de 25 réus, continuar negando a existência da "sofisticada organização criminosa", de acordo com o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, seria o caso de examinar o ex-presidente. Mesmo com a condenação dos seus companheiros - um deles, o seu braço direito no governo, José Dirceu, o "capitão do time", como dizia -, aparenta certa tranquilidade.

Como disse o ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), Lula é "um sujeito safo". É esperto, sagaz. Conseguiu manter o mandato, em 2005, quando em qualquer país politicamente sério um processo de impeachment deveria ter sido aberto. Foi uma manobra de mestre. Mas nada supera ter passado ao largo da Ação Penal 470, feito digno de um Pedro Malasartes do século 21.

Mas se o silêncio público (momentâneo?) de Lula é sempre bem visto, o mesmo não pode ser dito das articulações que promove nos bastidores. Uma delas foi o conselho para que Dilma Rousseff não comparecesse à posse de Joaquim Barbosa na presidência do STF. Ainda bem que o bom senso vigorou e ela vai ao ato, pois é presidente da República, e não somente dos petistas. O artífice de diversas derrotas petistas na última eleição (Recife, Belo Horizonte e Campinas são apenas alguns exemplos) continua pressionando a presidente pela nomeação de um "ministro companheiro" na vaga aberta pela aposentadoria de Carlos Ayres Brito. E deve, neste caso, ser obedecido.

O ex-presidente quer se vingar do resultado do julgamento do mensalão. Nunca aceitou os limites constitucionais. Considera-se vítima, por incrível que pareça, de uma conspiração organizada por seus adversários. Acha que tribunal é partido político. Declarou recentemente que as urnas teriam inocentado os quadrilheiros. Como se urna fosse toga. Nesse papel tem apoio entusiástico do quarteto petista condenado por corrupção ativa, peculato, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. Eles continuam escrevendo, dando entrevistas, participando de festas e eventos públicos, como se nada tivesse acontecido. Ou melhor, como se tivessem sido absolvidos.

O que os petistas chamam de resistência não passa de um movimento orquestrado de escárnio da Justiça. José Dirceu, considerado o chefe da quadrilha por Roberto Gurgel, tem o desplante de querer polemizar com o ministro Joaquim Barbosa, criticando seu trabalho. Como se ele e Barbosa estivessem no mesmo patamar: um não fosse condenado por corrupção ativa (nove vezes) e formação de quadrilha e o outro, o relator do processo e que vai assumir a presidência da Suprema Corte. Pior é que a imprensa cede espaço ao condenado como se ele - vejam a inversão de valores da nossa pobre República - fosse uma espécie de reserva moral da Nação. Chegou até a propor o financiamento público de campanha. Mas os petistas já não o tinham adotado?

Outro condenado, João Paulo Cunha, foi recebido com abraços, tapinhas nas costas e declarações de solidariedade pelos colegas na Câmara dos Deputados. Já José Genoino pretende assumir a cadeira de deputado assim que abrir a vaga. E como o que é ruim pode piorar, Marco Maia, presidente da Câmara, afirmou que a perda de mandato dos dois condenados é assunto que deve ser resolvido pela Casa, novamente desprezando a Constituição.

O julgamento do mensalão desnudou o Partido dos Trabalhadores (PT). Sua liderança assaltou o Estado sem pudor. Como propriedade do partido. Sem nenhum subterfúgio. Os petistas poderiam ter feito uma autocrítica diante do resultado do julgamento. Ledo engano. Nada aprenderam, como se fossem os novos Bourbons. Depois de semanas e semanas com o País ouvindo como seus dirigentes se utilizaram dos recursos públicos para fins partidários, na semana que passou Dilma (antes havia se reunido com o criador por três horas) recebeu no Palácio da Alvorada, residência oficial, para um lauto jantar, líderes do PT e do PMDB. A finalidade da reunião era um assunto de Estado? Não. Interessava apenas aos dois partidos. Fizeram uma analise das eleições municipais e traçaram planos para 2014. Ninguém, em sã consciência, é contrário a uma reunião desse tipo. O problema é que foi num prédio público e paga com dinheiro público. Imagine o leitor se tal fato ocorresse nos EUA ou na Europa. Seria um escândalo. Mas na terra descoberta por Cabral, cujas naus, logo vão dizer, tinham a estrela do PT nas velas, tudo pode. E quem protesta não passa de golpista.

Nesta República em frangalhos, resta esperar o resultado final do julgamento do mensalão. As penas devem ser exemplares. É o que o STF está sinalizando na dosimetria do núcleo publicitário. Mas a Corte sabe que não será tarefa nada fácil. O PT já está falando em controle social da mídia, nova denominação da "censura companheira". Não satisfeito, defende também o controle - observe o leitor que os petistas têm devoção pelo Estado todo-poderoso - do Judiciário (qual, para eles, deve ser a referência positiva: Cuba, Camboja ou Coreia do Norte?). Nesse ritmo, não causará estranheza o PT propor que a Praça dos Três Poderes, em Brasília, tenha somente dois edifícios... Afinal, "aquele" terceiro edifício, mais sóbrio, está criando muitos problemas.

O País aguarda o momento da definição das penas do núcleo político, especialmente do quarteto petista. Será um acerto de contas entre o golpismo e o Estado Democrático de Direito. Para o bem do Brasil, os golpistas mensaleiros perderam. Mais que perderam. Foram condenados. E serão presos.

MARCO ANTONIO VILLA

domingo, 23 de outubro de 2011

DOUTOR HONORIS EM CASCO DURO

Circula na internet, que do alto de seus doutorados profusamente outorgados por diversas e renomadas universidades, o nosso doutor honoris – causa mor, sentenciou para o Orlando: negue, finja que não vê, desconverse, se o chamarem para se defender, não o faça, fale de suas origens, do que pretendia fazer, mesmo que não tenha feito nada, se elogie, mas, primordialmente, acuse à oposição, aos invejosos, à direita, à imprensa, e tudo em alto e bom som.

É a chamada Lei do Casco Duro. É a sentença máxima do cara – de - pau.

Infelizmente, para os desabonados Antônio Palocci, Erenice Guerra, Antônio Pagot e para o rei do Turismo que não seguiram à risca a estratégia do Sun Tzu tupiniquim, deu no que deu, sambaram.

Não que foram ou serão apenados por suas falcatruas, mas perderam muito, pelo que deixaram de ganhar. Agora, provavelmente, se arrependem por não seguirem os ensinamentos do amado mestre.

Sempre somos atordoados com perguntas do tipo, como é que pode? O homem não fez nada de produtivo, como recebe altíssimas pagas para palestrar? Como é condecorado com o galardão de doutor honoris causa aos montões?

Diante destas indigestas indagações, concluímos que existe um complô internacional da esquerdalha intelectual, que unida desmoraliza, implacavelmente, e tripudia com escárnio do direito de honorificar um imbecil.

Provavelmente, sua máster pièce deve ser a sua pregação sobre o uso implacável da sua teoria, não exclusiva como a de Einstein, pois antes dele muitas a empregaram com êxito. Contudo, mesmo não sendo original ou pioneiro, sua expertise tem guindado o descarado canastrão aos píncaros da sacanagem, e a sua pratica na arte do não sei, não estava, não ouvi, são filhotes da Lei do Casco Duro, que pelo seu inegável êxito, elevaram - no ao hall da fama da malandragem.

Ele é “Hours – Concours”, logo honoris para ele é pouco.

O Orlando, cercado por denúncias desfila impávido deitando falação, como recomendado, e segue nos seus mínimos detalhes o manual do pequeno mestre, de como enganar tantos por tanto tempo.

Sabemos que está em diligente montagem, assim como o do Sarney, o memorial do douto narcisista, espera - se que o templo da bandalheira, num futuro próximo contenha a sua obra, que fatalmente está ou será elaborada.

O futuro “Best Seller” será uma espécie de manual, assim como Marighela escreveu o seu edificante “Mini Manual do Guerrilheiro Urbano”, esperamos, ansiosamente, que o belo Antônio do lulo - petismo produza o MANUAL DO CASCO DURO.

O Manual ou o vade mecum do Casco Duro será uma bela mistura do jeitinho brasileiro, da célebre Lei de Gérson, das lições de Macunaíma, de ensinamentos colhidos pela prática exitosa de seus postulados, e pela observação atenta da conduta de foras – de – série, como Sarney, Renan Calheiros, Jader Barbalho, Collor, Jaqueline Roriz, Valdemar da Costa Neto, e uma cambada de outros, que comprovam no seu dia - a - dia, que a arte de enganar sem fazer força é antes de tudo uma dádiva, e deve ser acalentada com sublime apreço.

Tanto que merece até um manual, ou uma cartilha, ou um kit a ser distribuído pelo Ministério da Educação (com diversos bonezinhos do MST, dos sindicatos, da UNE..., e máscaras de riso, de choro, de indignação, suando, esbravejando, mentindo, fingindo...).

E não adianta espernear, para o Orlando, deu certo.

Valmir Fonseca Azevedo Pereira

domingo, 9 de outubro de 2011

DISTRIBUINDO INJUSTIÇAS OU PREMIANDO CRIMINOSOS.

Em 30 de setembro de 2011, a Comissão de Anistia reuniu-se (51ª Caravana da Anistia, em Recife) para premiar. É uma espécie de distribuição do “Oscar da Subversão”, só que além do reconhecimento do heroísmo dos indicados e seu reparo moral, distribui indenizações polpudas e “pro – labores” mensais sem qualquer imposto.

A magnânima Comissão é soberana e indigesta, pois investida de uma benemerência sem paralelos, já distribuiu cerca de 4 bilhões de reais.

O povo, esta entidade fantasmagórica, nem percebe e, portanto, nem reclama, apesar dos bônus saírem dos pesados impostos que paga.

Na verdade, os resultados das salomônicas decisões, por estapafúrdias e amiudadas, nem merecem grandes manchetes nos jornais. Não sabemos se por precaução da Comissão, visto que alguns casos são tão escabrosos, que podem causar constrangimentos, os laureis são silenciosos, como recomenda a lei da surdina.

Os indignados reverberam contra, escrevem, denunciam, mas qual, são meros coaxares num imenso lago de absurdos.

Entre os premiados na última leva, um se destaca, o Juiz trabalhista Theodomiro Romeiro dos Santos, que juntou o ilustre à galeria dos aquinhoados com os pródigos reparos financeiros com os quais a Comissão abençoa, pelos seus relevantes feitos, os vitimados pela repressão.

Não temos o relatório conclusivo lavrado pela impoluta Comissão, mas podemos, pelos resultados da imparcial decisão daquele instrumento de justiça a serviço da bandalha, imaginar algo como:

“Considerando - se que o inocente cidadão Theodomiro demonstrou ser um valente defensor de suas causas, não titubeando em pegar em armas para enfatizar suas crenças ideológicas, tornando - se um exemplo para os demais comparsas, ele é merecedor de todo o nosso apreço”.

“Suas qualidades de homem de ação ficaram patentes em inúmeras operações realizadas, sobremodo quando, injustamente, foi preso e, com destreza, furtando a arma de seus algozes, disparou contra um deles, mortalmente. Testemunhas afirmam que o tiro não foi pelas costas como alegam alguns mentirosos. Comprovou-se que a vitima, demonstrando surpreendente rapidez, fruto do intenso treinamento sofrido nos órgãos de repressão, ao vislumbrar o estampido, agilmente virou-se de costas, para que o tiro o atingisse por trás, tentando demonstrar que o disparo fora efetuado quando estava de costas para o Theodomiro”.

“A tentativa de desqualificar a corajosa performance de Theodomiro não logrou êxito. Foi fundamental para a sua glorificação, o fato de após atingir pelas costas, o que já vimos não foi verdade, o Sargento da Aeronáutica Walder Xavier de Lima, o vivo premiado ainda efetuou dois disparos que feriram o agente da Polícia Federal Amilton Nonato Borges.”

“Como sempre, alguns desclassificados alegam que se o objetivo dos órgãos de segurança fosse o de matar os terroristas, Theodomiro poderia ter sido morto, no fragor da batalha, pelo agente que o rendeu.”

“Mas, para a glória e o enriquecimento de seu currículo, Theodomiro foi apenas preso e condenado à morte, pena comutada para prisão perpétua e, posteriormente, reduzida para oito anos de prisão, quando conseguiu fugir da penitenciária da Bahia. Depois de passar alguns anos em Paris, regressou ao Brasil em setembro de 1985. Recebido como herói, declarou que iria filiar-se ao PT e que não se arrependia do ato que havia praticado”.

“Esta Comissão, por dever de justiça, cumprindo a sua valorosa missão, houve por bem, para a glória da causa e justo reconhecimento ao seu proeminente assecla, o Juiz Theodomiro Romeiro dos Santos, premiá-lo com uma merecida indenização e uma pensão vitalícia”.

“Enfim, para o nosso orgulho e imensa satisfação, mais um ato de justiça foi lavrado por esta imparcial Comissão, que não é mais verdadeira por falta de espaço. Por isso, por necessidade de mais espaço, e para atravancar mais profundamente, é que será criada a Comissão da Verdade”.

“E quem quiser, e não estiver satisfeito, que vá reclamar ao bispo, ao Papa, ao Obama, ao...”.

Assinado...

É, meus senhores, assim caminha a humanidade e o petismo - lulismo.

Francisco Fonseca Azevedo Pereira

terça-feira, 12 de julho de 2011

AH SE FOSSEMOS DO PT.

Estaríamos inebriados com tantos sucessos.

É o emprego garantido. Se sindicalista, é juntar a fome com a vontade de comer. Se perder a eleição, não se preocupe, temos uma vaguinha para você. É a gloria, o sucesso, sem qualquer mérito, mas quem está preocupado com isso?

Os idiotas abrem as portas para nós atravancarmos e atravancamos. Pequenos percalços, alguns até incentivados por nós, tonteiam a fajuta oposição e obnubilam a visão dos mais críticos.

O MST prossegue impune como entidade sem registro, mas aquinhoada com recursos governamentais, mais adestrado, mais agressivo, conforme os planos.

Reforçamos as dicotomias sociais e recrudescemos as diferenças. Negros, índios, quilombolas, pervertidos sexuais, estudantes, beneficiados com bolsas, maconheiros e bandidos presos ou ainda livres nos adoram.

Pagamos auxilio - reclusão para quem vai preso, mas não para as vítimas. Os defensores dos direitos humanos entram em orgasmo com esta e outras medidas, que consideram compensadoras de seus esforços do tudo pelo social.

Inventamos as cotas, alimentamos raivas, adubamos ódios e fortalecemos as nossas posições. Sem esforço, acuamos a milicada.

Desarmamos todos os homens honestos. Só falta proibir a cusparada em nós, que breve será enquadrada em crime hediondo.

Somos batutas em criar Seminários, Debates e Referendos, que inundamos de cumpanheiros que sufocam os contrários.

Metemos a mão em tudo, como nada fazem, vamos em frente.

Apadrinhamos o trem – bala contra tudo e contra todos. Soltamos o Batistti, entregamos os exilados cubanos, expulsamos os plantadores de Roraima e abençoamos como família a juntada de dois homens, de duas mulheres, meras amostras de como e de quanto podemos. Decretamos que é proibido beber um copo de cerveja se for dirigir, apesar de já existirem rígidas regras de controle através dos bafômetros, nunca dantes aplicadas. Para os trouxas um tremendo sinal de que o governo está preocupado com a moral e os bons costumes.

Sublimamos o politicamente correto. Mas, matreiramente, decidimos o que é politicamente correto, logo... chamamos de afro - descendentes negros retintos, de incompreendidos sexuais as mais asquerosas bichonas e, carinhosamente, de aloprados a um bando de malfeitores.

Estamos de olho na comunidade maconheira, por isso acenamos a nossa simpatia para a descriminação do produto, é o voto certo da galera.

Na educação o lema é deseducando que se vai ao longe. Nas Escolas, nas Universidades estamos formando novos quadros, jovens cheios de idéias, combativos, dispostos a tudo, inclusive, colher cana em Cuba.

Nos livros, um patrulhamento infame, até Monteiro Lobato foi escrachado. Incentivamos a incerteza sexual das criancinhas. Os desnorteados serão uma presa fácil para cooptação.

Nas artes, viva a sodomia, pois quanto mais promiscuidade melhor.

Nossa gestão de tirar dinheiro de muitos, segurar uma parte para nós e repartir o resto para a comunidade pobre é elogiada mundo a fora. Incentivamos a poupança sabendo que ela rende menos do que a inflação. Patrocinamos com polpudos aportes as ONGs co - irmãs.

O PAC 1 vai de mal a pior, e até criamos o PAC 2, mas o que importa é inaugurar o teleférico das comunidades no Rio de Janeiro. Isto dá IBOPE.

Banalizamos a pratica da negociação malandra, quando nós e os nossos comparsas ganhamos, só a viúva é quem perde, e ninguém reclama.

Aprovamos o Regime Diferenciado de Contratações (viva a Copa), que muito breve deverá ser extensivo às obras do PAC, metemos a mão na Vale do Rio Doce, o BNDES é o nosso caixa dois, elegemos a poste de alta tensão, a Petrobras é do PT e os sindicatos não prestam contas a ninguém.

Enfim, culpamos a sociedade por todas as mazelas, diferenças sociais, atrasos e demais óbices da Nação, por isso, por sua incúria, ela deve pagar com pesados impostos. Daí é só cobrar que a sociedade culpada, paga sem chiar.

Assim, em menos de uma década subvertemos as mente e as consciências. Não há do que reclamar, melhor estraga.

Em cada rincão, temos massas de manobra para com violência sublinhar nossas posições. A Idelli de leão de chácara foi travestida em Miss Simpatia. Mas é disso que povo gosta.

Por tudo, e fácil entender porque nos ufanamos de ser petistas.

Querem mais?

Valmir Fonseca Azevedo Pereira

A ÉTICA (?) DOS ÉTICOS

Lulla NÃO é e NUNCA foi a cara do povo brasileiro.
Afinal, a Constituição é um instrumento de defesa do povo brasileiro e Lulla foi contra;
o Plano Real estabilizou a moeda e a economia brasileira e Lulla foi contra;
a Lei de Responsabilidade Fiscal defende os interesses do povo brasileiro e Lulla foi contra;
a lei da CIDE transformou a Petrobrás numa das maiores empresas de petróleo do mundo e Lulla foi contra;
as privatizações levaram o telefone aos pobres e Lulla foi contra. E mais,
Lulla defendeu Sarney do crime dos 40 atos secretos no Senado e o povo brasileiro foi para ruas gritar fora Sarney;
Lulla defendeu Renan do crime de usar dinheiro público para sustentar amante e o povo brasileiro foi contra.
Contudo, uma parte do povo brasileiro, os "éticos" petistas que assaltam os cofres públicos e usam dinheiro público roubado para fazer propagandas mentirosas e se manter no poder, tem a cara de Lulla.
A falta de ética dos "éticos" é tamanha que chegaram ao absurdo de roubar até mesmo aplausos: roubaram os aplausos do presidente da ONU e mostraram nas televisões como sendo para Lulla. Que coisa feia, Lulla roubando aplausos alheios, que vergonha para os brasileiros.
Viramos chacota internacional: ih! lá vai o brasileiro que o presidente é LADRÃO DE APLAUSOS. Não é Lulla?
E se Waldemar da Costa Neto é mau caráter ou assaltante isto é outra história; o certo mesmo é que ele anda de braços dados com os "éticos" petistas e, hoje, é aliadíssimo da presidente Dilma (atenção, eu disse presidente e não presidenta como querem os "éticos" petistas sem nenhum respeito pela língua portuguesa, pois, ´presidente é palavra sem gênero; serve ao feminino e ao masculino; mas, o que se pode esperar de "éticos" ptistas que não respeitam nem mesmo a Constituição do Brasil?)
Agora isto nós devemos em parte ao Chico Buarque, ao Paulo Betti, a Zezé de Camargo e outros artistas que fizeram campanha para eleger estes "éticos" ptistas que assalta os cofres públicos. Devemos, também, à UNE que se vendeu por 30 dinheiros e à CUT que se ajoelhou depois que Lulla vetou o projeto de lei que proibia a cobrança do imposto sindical. que o Ministério Público já cansou de denunciar que só serve para enricar sindicalistas pelegos. Não é Lulla?
Sarney, Collor, Jader Barbalho, Romero Jucá, Renan Calheiros, Zé Dirceu, Roberto Jefferson e tantos outros estão às gargalhadas assistindo o festival de maracutaias e falcatruas  dos "éticos" petistas. Todo santo dia a mídia é acusada pelos "éticos" petistas de ser partidária apenas porque os jornalistas divulgam os roubos praticados nos cofres públicos. É muita roubalheira, O Brasil está sendo enlameado internacionalmente por estes "éticos" ptistas e suas base alugada. Viramos chacota, pois, os "éticos" petistas chegaram ao absurdo de fugirem em um ônibus lotado, como se já não fosse extremamente vergonhoso o mundo inteiro saber que o gabinete da Casa Civil se transformou num covil de ASSALTANTES DOS COFRES PÚBLICOS. Chega, vamos reagir. Vamos dizer não aos ladrões. Não é Lulla?
Não existe salvador da pátria. Ou o povo vai para a rua ou o caos toma conta de vez do Brasil.

Fonte: http://bit.ly/oqVt18

segunda-feira, 2 de maio de 2011

O CIRCO LULO- PETISTA NO DIA DO TRABALHADOR.

“Hoje tem marmelada, tem sim senhor, hoje tem goiabada tem sim senhor. E o palhaço o que é?... É ladrão de muié”.


E lá vai o palhaço do circo concitando a petizada a responder em uníssono, o “tem sim senhor” e o “é ladrão de muié”.

De fato, para os sindicatos nunca foi tão fácil, tão gratificante ser o animador de uma claque idiotizada.

Para alegrá - los, dá - lhes sorteios. Carros, casas, geladeiras ... são distribuídos, alegremente. É a paga pela subserviência, por não reclamarem, por julgarem que uns miseráveis trocados pagam a exorbitância que é arrecadada pelos sindicatos, de cada trabalhador, obrigatória e mensalmente.

E viva o desgoverno! E vivam os sindicatos.

O sindicalismo ri de orelha a orelha. O desgoverno, também.

Belíssima maracutaia a do engodo institucionalizado, “pois é dando que se recebe”.

Chegar aos píncaros do sindicalismo é a pós - graduação do pelego.

No início, matricular – se no partido, condição “sine qua non” para galgar a árdua escada do sucesso.

Lá chegando, o que é um justo prêmio para um radical subordinado ao desgoverno, deitar e rolar nas mordomias, “botar para quebrar” que o nepotismo da posição facilita.

Depois, o céu é o limite. Um polpudo cargo no desgoverno, a presidência de algum fundo de pensão, um cargo político, um cargo eletivo, só Deus sabe aonde pode chegar um “verboso cabra da peste”.

Hoje, é maravilhoso ser dos sindicatos. Entidades sem limites, sem freios, que recolhem fábulas em contribuições mensais de seus associados (obrigatória), e, o impensável, por decreto de “nossa majestade”, não prestam contas a ninguém.

Por isso, queremos ver quem é capaz de arrancar o sorriso maroto do semblante de qualquer sindicalista.

As regalias e a desobrigação financeira são de graça? Quase. Basta uma canina obediência aos ditames do desgoverno.

Por tudo, creiam, o palhaço não se limita a ser “ladrão de muié”.

Ele surrupia a nossa dignidade, o nosso senso, a nossa faculdade de julgar, o nosso dinheiro, em troca de uma submissão aos seus diletos donos.

Portanto, ao distribuir pelo Brasil a fora, com estardalhaço e embalado ao som de famosas duplas sertanejas, esmolas para uns poucos sorteados, cria para o restante, a resignação de que eles poderiam ser os premiados. Como não foram, fica para o próximo ano.

Nós também estamos no circo. Na jaula dos macacos, olhando aparvalhados, escutando a cantilena, mas, infelizmente, mudos.

Valmir Fonseca Azevedo Pereira - http://bit.ly/jA2lG1