Um dia para não ser esquecido, estava de plantão em 11 de setembro de 2001 quando alertado pela recepcionista corri para frente da televisão e estarrecido, incrédulo, impotente, assisti em tempo real o choque do boing contra a segunda torre do Word Trade Center. A primeira já estava em chamas e poucos minutos depois as duas desmoronaram soterrando mais de 3300 inocentes seres humanos.
Como esquecer a imagem das pessoas se jogando para a morte não suportando o calor do fogo que já tomava boa parte dos prédios? Confesso que levei muito tempo para tirar da cabeça as imagens do brutal atentado. Como justificar tamanha insanidade? Matar inocentes em nome de qualquer ideologia é inexplicável e imperdoável, caso contrário teríamos que reescrever a história. O holocausto, com milhares de judeus exterminados seria justificável na ótica na ideologia nazista? E Lênin, seria inocentado pela carnificina de executar milhões de russos em nome do proletariado?
Guardadas as devidas proporções, no Brasil recentemente usou-se a compra de Deputados num ato de corrupção do governo, amenizada por muitos com a justificativa da governabilidade, num projeto de continuísmo do poder , até hoje o Presidente se isenta, os mensaleiros retornam à vida pública sem o julgamento da Justiça, numa protelação ad eternum, em nome de que?
Retorno ao 11 de setembro, finalmente o mentor da monstruosidade é capturado e executado pelas forças americanas. Vozes já se levantam condenando o método usado, frases como “assassinado sem chances de defesa”, “execução desnecessária”, “morto na frente da família”e outras mais, condenando a “Justiça”tomada pelas próprias mãos pelos militares norte-americanos a mando de seu Presidente. Apesar de sermos contra qualquer tipo de violência, uma pergunta se faz necessária; As mais de 3300 vítimas fatais que trabalhavam ou visitavam as torres gêmeas tiveram alguma oportunidade ou foram executadas sumariamente em nome de uma guerra santa que só existe na cabeça de fundamentalistas?
Não somos inimigos dos mulçumanos, muito menos dos povos árabes que têm profundas raízes de amizade e até mesmo são elo importante da miscigenação do povo brasileiro. Extremistas radicais não devem e não podem ter qualquer tipo de benevolência da sociedade do século XXI. Não nos fará falta Sr. OSAMA BIN LADEN, o mundo está melhor sem a sua mente doentia e assassina.

