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sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

LÁ VEM O O BRASIL DESCENDO A LADEIRA.

Entenda o milagre Lula!!!


Para os iluminados que acham que a assunção de Dilma será um grande negócio para as empresas e para o povo em geral, um pequeno lembrete...

É interessante saber isso.

Preparem-se para o que virá.

BRASIL - DIVIDA INTERNA E DIVIDA EXTERNA.

Leiam e observem a analise ponderada, muito bem explicada pelo Economista Waldir Serafim.

SAIBA O QUE LULA FEZ DE 2002 A 2010 COM A "DIVIDA INTERNA/EXTERNA" DO BRASIL

Você ouve falar em

DÍVIDA EXTERNA e DÍVIDA INTERNA

em jornais e TV e não entende direito vamos explicar a seguir:

DIVIDA EXTERNA

é uma dívida com os Bancos,Mundial, o FMI e outras Instituições, no exterior em moeda externa.

DIVIDA INTERNA

é uma dívida com Bancos em R$ (moeda nacional) no país.

Então, quando LULA assumiu o Brasil, em 2002, devíamos:

 Dívida externa = 212 Bilhões

 Dívida interna = 640 Bilhões

Total da Dívida = 851 Bilhões

Em 2007 Lula disse que tinha pago a dívida externa.

E é verdade, só que ele não explicou que, para pagar a dívida externa, ele aumentou a dívida interna:

Em 2007 no governo Lula:

Dívida Externa = 0 Bilhões

Dívida Interna = 1.400 Trilhão

Total da Dívida = 1.400 Trilhão

ou seja, a Dívida Externa foi paga, mas a dívida interna quase dobrou.

Agora, em 2010, você pode perceber que não se vê mais na TV e em jornais algo dito que seja convincente sobre a Dívida Externa quitada.

Sabe por que?

É que ela voltou...

Em 2010 no governo Lula:

Dívida Externa = 240 Bilhões

Dívida Interna = 1.650 Trilhão

Total da Dívida = 1.890 Trilhão

ou seja, no governo LULA,

a dívida do Brasil aumentou em 1 Trilhão!!!

Daí é que vem o dinheiro que o Lula está gastando no PAC,bolsa família, bolsa educação, bolsa faculdade, bolsa cultura, bolsa para presos, dentre outras mais bolsas...e de onde tirou 30 milhões de brasileiros da pobreza !!!

E não é com dinheiro do crescimento, mas sim, com dinheiro de ENDIVIDAMENTO.

Compreenderam?

Ou ainda acham que Lula é mágico?

Ou que FHC deixou um caminhão de dólares para Lula gastar?

Quer mais detalhes, sobre dívida interna e externa do Brasil?

acesse o site:

http://www.sonoticias.com.br/opiniao/2/100677/divida-interna-perigo-a-vista

http://www.sonoticias.com.br/noticias/2/52034/divida-publica-aumenta-no-governo-lula-e-chega-a-44-das-riquezas-produzidas-no-pais

Os brasileiros, vão pagar muito caro pela atitude perdulária do governo Lulla, que não está conseguindo pagar os juros dessa "Dívida trilhardária" tendo que engolir um "spread"(txa. juros)  muito caro para refinanciar os "papagaios",  sem deixar nenhum benefício para o povo, mas apenas DIVIDAS A PAGAR
por todos os brasileiros, que já pagam seus impostos...!!!

 !!! ACORDA BRASIL !!!

" O maior castigo para aqueles que não se interessam por política,
é que serão governados pelos que se interessam."
(Arnold Toynbee)

terça-feira, 9 de novembro de 2010

CONTA A PAGAR.

A Gazeta (Editorial)


A equipe que se instala para a transição de poder no Palácio do Planalto tem uma equação difícil para resolver no orçamento público. Trata-se dos compromissos financeiros a serem deixados pelo governo Lula para a sua sucessora.

Uma das contas para serem fechadas em 2011 são os chamados restos a pagar. São mais de R$ 50,7 bilhões de débito no Orçamento-Geral da União, conforme dados do Siafi (Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal).

É um rombo a ser bancado com dinheiro dos tributos. Refere-se a obras e serviços já contratados (habitações, reparos em estradas, postos de saúde, etc.) na ânsia de garantir mais um recorde de investimentos em ano de eleição.

Trata-se de volume inédito de dívida a ser transferido de um governo para outro. Em 2002, a gestão Lula herdou do período FHC apenas R$ 6,6 bilhões de restos a pagar. É oito vezes menos do que o montante que está sendo deixado para a administração Dilma liquidar. A manobra da protelação acaba criando um orçamento paralelo composto por despesas orçamentárias programadas para um ano e remanejadas para o ano seguinte.

Deveria haver regra limitando o tamanho do abacaxi a ser transferido por meio dos chamados restos a pagar. Em 2007, o Congresso tentou estipular limite, mas Lula vetou. Ficaria sem o espaço de manobra contábil amplamente utilizado nos meses que antecederam as eleições deste ano.

A pendência de R$ 50,7 bilhões perturba a gestão das contas públicas. É uma quantia muito superior a R$ 43 bilhões previstos para obras no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) em 2011. É também quase quatro vezes o custo anual do Bolsa-Família, estimado em R$ 13,4 bilhões no próximo ano, R$ 300 mil a mais do que em 2010.

Assim, desde já fica criada uma situação desconfortável no primeiro ano do próximo governo: ou paga as contas pendentes, ou realiza novos investimentos. Vai ficar mais difícil acomodar no Orçamento para 2011 um amplo programa social visando a erradicar a miséria conforme aceno feito por Dilma Rousseff no discurso feito minutos após sua eleição.

Mas os restos a pagar não constituem a única pressão transferida para o Orçamento de 2011. Haverá cobranças de reajustes de servidores públicos, e as propostas até agora conhecidas implicam acréscimo de R$ 6 bilhões nos desembolsos da União. Aliás, o primeiro teste fiscal que o próximo governo terá nessa área será a elevação do salário mínimo.

Já a Previdência tem déficit estrutural crônico, causado pela arrecadação insuficiente, e deve fechar 2010 com rombo de R$ 45,7 bilhões. Só de pagamento sob suspeita de irregularidade, e que é alvo de investigação, o INSS desembolsa cerca de R$ 1,7 bilhão por ano. É uma sangria que precisa ser estancada.

Curiosamente, em 2010 o resultado negativo da previdência dos trabalhadores da iniciativa privada, que abrangem 27 milhões de pessoas, será praticamente do mesmo tamanho do déficit da previdência dos funcionários públicos, cujo universo é de menos de 1 milhão de pessoas. Reflete disparidades nos valores dos benefícios- questão que fica pendente para o próximo governo.

Também é preocupante a gigantesca dívida interna a ser administrada no primeiro ano do governo Dilma: cerca de R$ 1,7 trilhão. Esse quadro requer, como providência imediata, a redução de gastos da União. É o caminho para diminuir a relação dívida/PIB e começar a pagar as contas pendentes.

A dívida interna a ser administrada no primeiro ano do governo Dilma soma cerca de R$ 1,7 trilhão

quinta-feira, 20 de maio de 2010

R$ 1,585 TRILHÃO. DÍVIDA PÚBLICA. HERANÇA MALDITA DO LULA.

A dívida pública federal voltou a crescer em abril, passando de R$ 1,495 trilhão para R$ 1,585 trilhão. Em relação a março, o aumento do estoque da dívida foi de 6,02%.


O aumento foi sustentado pelas emissões diretas de R$ 74,2 bilhões para a capitalização do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).

O total de emissões no mês chegou a R$ 102,93 bilhões enquanto os resgates ficaram em R$ 22,92 bilhões.


Com isso, a dívida interna teve seu valor aumentado em 6,61% para R$ 1,492 trilhão. O crescimento foi causado pela emissão líquida de R$ 80 bilhões em títulos e a apropriação positiva de juros no valor de R$ 12,52 bilhões.


Já a dívida pública federal externa continuou a tendência de queda em abril. O valor do saldo devedor (R$ 92,16 bilhões) caiu 2,73% em relação ao mês anterior.


Além do crescimento da dívida total, o perfil do endividamento também piorou. O custo médio acumulado da dívida pública nos últimos 12 meses aumentou de 9,32% em março para 9,55% no mês passado, enquanto o prazo médio de vencimento dos títulos caiu, de 3,73 anos para 3,57 anos.

BNDES

A emissão de abril fez parte da capitalização total de R$ 180 bilhões autorizadas em lei em junho do ano passado. Em 2009, o montante liberado foi de R$ 100 bilhões.

No início de maio, o Tesouro Nacional emitiu mais R$ 5,8 bilhões em títulos na ultima parcela da concessão de crédito público para o banco.

O objetivo do governo é ampliar a capacidade da instituição em financiar investimentos produtivos no país. Os títulos têm vencimentos nos dias 1º de janeiro de 2012 e 2013.