Mostrando postagens com marcador canalhas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador canalhas. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

UM PARAÍSO DE PATIFES NUMA REPUBLIQUETA DE CANALHAS

A pirâmide da corrupção debaixo de um magistrado praticante do ilícito pode ter dezenas de envolvidos, sem contar os tentáculos assessórios que se multiplicam conforme a demanda do submundo da corrupção pública e privada.

Estamos orgulhosos da coragem da Corregedora Nacional da Justiça Eliana Calmon Alves que permitiu que se desnudasse o Brasil, não apenas como somente um Paraíso de Patifes que todos já sabem que é, mas muito mais do que isso, como um bunker continental de uma organização criminosa que tem em sua retaguarda de proteção nada menos do que dezenas ou centenas de representantes do próprio Poder Judiciário.
 A consequência direta dessa desgraça para o país é que togados corruptos e seus cúmplices, tendo em vista suas absurdas remunerações acrescidas de ganhos ilícitos fazem parte da elite social e jurídica do país, considerando sua subordinação ou cumplicidade ao desgoverno fascista do PT, é conduzir a sociedade refletir em larga escala os efeitos imorais de suas posturas corruptas e prevaricadoras.
 Talvez não exista na história da Civilização Ocidental um nível de corrupção da Justiça algo nem de muito longe parecido e tão degenerado como o que está acontecendo no Brasil.
 Fica explicada com clareza a facilidade com que o PT e sua base aliada impuseram ao país sucessivos estelionatos eleitorais e transformaram o poder público em um Covil de Bandidos.
 A paralisação das investigações que estava sendo conduzida pela Corregedora do CNJ, por nada menos do que o STF, demonstra como o corporativismo corrupto envolvendo o próprio STF, a AMB, a Ajufe e a Anamatra, todas estas últimas sendo associações de juízes, acaba de demonstrar para a sociedade que dizer que o Poder Judiciário é o mais corrupto do país não é apenas uma crítica sem fundamento ou de efeito político, mas sim uma dura realidade que, perante a opinião pública não deixa mais dúvidas: o Regime Ditatorial Civil Fascista imposto pelo PT ao país está respaldado pelo Poder Judiciário.
 O que estarão pensando as forças policiais federais e civis, não envolvidas com a corrupção, que têm seus quadros tratados com todo o rigor das leis na hora da apuração de seus desvios de conduta, mas presenciam a absurda situação de um Poder Judiciário com milhares de bandidos entre togados e outros funcionários tendo garantidos a impunidade pelos seus crimes, e que põem em liberdade praticamente todos os cúmplices do PT e de outros partidos presos pela Polícia Federal, ou quando simplesmente desqualificam de forma irresponsável e ilegal  operações policiais que custaram milhões dos cofres públicos?
 O que estarão pensando os cidadãos comuns que sabem que a sua prática de ato ilícito, geralmente será duramente penalizada com a ação de uma polícia civil e militar que se, não é corrupta, é despreparada para o correto exercício de suas funções?
 O que estarão pensando as “casernas” ao assistirem covardemente a união entre o PT sua base aliada e o Poder Judiciário para garantir que as burguesias e oligarquias públicas e privadas fiquem simplesmente milionárias com o roubo do dinheiro dos contribuintes?
 Temos provas diárias que a Abertura Democrática não passou de uma fraude para acabar com o Regime Militar, desqualificar as Forças Armadas e impor ao país uma sociedade controlada por oligarquias e burguesias de ladrões que lotearam o poder público transformando o mesmo em um repositório de covis de bandidos agora com a liderança do Poder Executivo respaldado pelo Poder Judiciário.
 É muita idiotice alguém dizer que vivemos em uma democracia fingindo que não percebe que a Fraude da Abertura Democrática, na verdade, transformou o país em uma Republiqueta de Canalhas que abriga um Paraíso de Patifes, patrocinado por milhares de esclarecidos canalhas de todas as classes sociais formadoras de opinião e detentoras do poder político e econômico.
 Um regime de cotas também divide agora divide o país entre os que podem roubar impunimente e os que têm que temer as leis e as forças repressoras de um Regime Fascista Civil que abriga a maior corruptocracia que o mundo já deve ter conhecido.
 Que esses milhares de canalhas, pulhas, patifes, covardes, bandidos, mentirosos, safados, levianos, hipócritas que formam as legiões de corruptos que tomam conta do país quando estiverem com suas famílias na Ceia de Natal tenham um mínimo de consciência e arrependimento por estarem empurrando o país para uma guerra civil de consequências impossíveis de serem avaliadas.
 Enquanto o povo ganha as esmolas de uma bolsa qualquer e uma dependência sem fim de um Estado Covil de Bandidos, a classe média acovardada trabalha mais de cinco meses por ano e vive endividada para sustentar as elites da corrupção que ficam milionárias a exemplo de juízes que ganham mais de R$200.000,00 reais por mês por dentro e por fora, conforme diversas denúncias na Internet, que ainda pratica um jornalismo livre e que tem vergonha na cara, porque o resto está perdendo o seu verdadeiro papel de uma imprensa que luta pela democracia com a verdade dos fatos e não com suas manipulações e edições para agradar ou não desafiar os podres poderes constituídos.
 Até quando todos esses desgraçados pensam que podem fazer isso com a sociedade?
 Até quando eles pensam que as casernas ficarão imóveis e acovardadas a partir do momento que o poder mais corrupto do país é o Poder Judiciário cúmplice de uma Poder Executivo que dá as cartas no Regime Ditatorial Fascista que transformou o Brasil em uma Republiqueta de Canalhas e um Paraíso de Patifes que está se especializando no maior centro de lavagem de dinheiro do mundo?
 Temos que gritar para essa presidente que o papel das Forças Armadas não é garantir a impunidade de um Poder Público Covil de Bandidos, mas sim garantir o cumprimento da Constituição e cuidar da segurança interna e externa, sabendo avaliar as consequências, para a segurança nacional, da degradação moral da sociedade provocada pelos próprios podres poderes da Republiqueta de Canalhas, e quando isso terá que ter um fim.
 Espero que todos que leiam esta crônica não se omitam de retransmiti-la sem limites.
 Parabéns Corregedora Eliana Calmon Alves por ter mostrado ao país o que representa realmente esse Poder Judiciário influenciado por uma máfia de togados corruptos que não passam de grupamentos de canalhas traidores do país e do seu povo. Se esta sociedade tiver um pingo ainda de vergonha na cara deverá sair nas ruas para lhe dar apoio e impedir que esse Poder Judiciário corrupto a desqualifique para continuar sua luta em defesa da honra e da dignidade do Poder Judiciário, enfim do nosso país.

 Geraldo Almendra
 

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

OS DESAVERGONHADOS.

(*) Marli Gonçalves –
Com a permissão de vocês, daqui vou abrir fogo de vogais e consoantes contra eles, vocês bem sabem quem, todos eles, usando minha metralhadora de letras: dissimulados, desaforados, mentirosos, desonestos, safados, enganadores, hipócritas, mascarados, insolentes e indolentes, atrevidos, cínicos, asquerosos, repulsivos, desagradáveis, repelentes, torpes, repugnantes, sórdidos, descarados, vis, ordinários, tratantes, velhacos, biscas ruins, espertalhões, embusteiros, trapaceiros, impostores, caras-de-pau, enganadores, falsos, rancorosos, tenebrosos, traiçoeiros!
Pápápápápápápápá. Ratatá… Ratatá …Ratatá Ratatatatatá.




Tem mais sugestões? Deve mesmo existir mais algumas dezenas de palavras para dizer para eles todos, esses zinhos (e infelizmente, algumas zinhas) que, com suas ações e decisões, nos atingem e nos tornam tão mais infelizes e sem esperança. Nos ameaçam e reprimem. Nos dão medo e nos fazem temer por tudo, desde a ida de alguém querido até ali, a padaria, até o que será que vai sobrar da corrosão interna implantada no país. Iguais pragas daninhas florescem nas sombras, nos corredores e gabinetes, nas mansões e carros de último tipo e agora também em aviões, helicópteros, jatinhos. Só falta se articularem em balões e começarem a mandar mensagens entre si usando as pipas das crianças.
Celulares atirados com arco e flecha para dentro dos presídios, ah, isso já fazem.

“Eles” são os assassinos de nossos amigos ou de amigos de nossos amigos. Eles são os que roubam e muito, inclusive do prato das crianças, da merenda, e corróem como traças os livros que deveriam ser usados para educá-los. Eles são os que deviam nos proteger – afinal, foram eles que resolveram ser policiais e sabiam que o pagamento é ruim – mas nos ameaçam, quando estão com farda, ou à paisana, quando trabalhando como seguranças ou capangas.

Eles não têm pena, ideal, não têm dó, não tem remorso ou coisa igual. Capaz de terem é inveja de quem rouba mais do que eles; são capazes é de caguetar os concorrentes para dominar o mercado da roubalheira. Eles têm família, parece. Mas agem como se não as tivessem, atuando com uma espécie de dupla personalidade, dupla moral.

Eles também são os corruptos, os vermes pegajosos que desfrutam de contratos milionários fraudados das administrações públicas deste enorme Brazilzão de Deus, tão grande e tão incontrolável, e talvez até por isso tão facilmente corroído. Só de vez em quando uma rede de arrastão, randômica, os flagra – e sempre quando eles próprios brigam entre eles ou se excedem, querendo mais, sempre mais, vampiros do sangue. Atacam a jugular da Saúde, da Educação, da Habitação, do desenvolvimento básico. Uma espécie que também é frugívora, frugal: adora laranjas, para espremer, bananas (como nós) para amassar e tomates, nos quais pisam à vontade. Os morcegos, ratos que ficam de cabeça pra baixo e só saem nas trevas, são assim.

Eles também são os enrustidos sexualmente que odeiam o que desejam e querem, e matam por isso, para ver se deixam um dia de querer e não conseguem, não dominam nem os seus próprios íntimos, seus sentimentos de culpa e seus errôneos sentimentos justiceiros. São todos os que matam, ou por falta de coragem para enfrentar, anônimos, contratam matadores, incentivam a violência, se infiltram nas mentes fracas, lideram grupos do mal.

Eles todos – esses inomináveis – já nem se preocupam mais com argumentações, explicações, nem mais tentam ou se proclamam como inocentes, já que muitos, entre os mais poderosos, temos mesmo de engolir zagalísticamente. “Fiz. E daí? É o meu poder que me dá direito e não vejo nada de mais”. “Ah, andei sim. Peguei carona, sim. Mas sabe que não sei de quem era o lindo aviãozinho que me levou? Esqueci”. “O que tem de mais a conta que cobrei?”. “Uai, só porque o cara é meu amigo não pode ganhar, sem concorrência, uma obra?”

Outro dia um lindo ingênuo me perguntou, curioso – a propósito de uma reunião partidária que tinha sido noticiada – se eu sabia como exatamente eram feitos os acordos, se eram abertos, ou seja, se eram feitos por todo o grupo, na sala. Ele queria saber se os caras fechavam a porta do banheiro antes de fazer o “número 2″ que combinavam para as votações. Não respondi até agora porque ainda não parei de rir, imaginando os bandidos – bigodudos em geral, empertigados, caras de mordomo, cabelos asas da graúna ou acaju – cochichando cuidadosos nos ouvidos uns dos outros.

Taí: houve apenas as quedas de tantos números dois, que levaram só a outros afastamentos, e as histórias e sujeiras principais ficaram, estancaram esquecidas no canto.
Ou à beira do cais do porto de Santos. Em algum recôndito do Amapá; debaixo dos Lençóis maranhenses. No nosso Curupu.
São Paulo, candidatos a granel, 2011, como se já fosse 2012

(*) Marli Gonçalves é jornalista. Claro que não esgotou os xingamentos-bala, mas buscou usar termos mais contidos. Como a coisa parece que só piora, melhor guardar armamento pesado, o colete de dizeres e o capacete, para os próximos protestos. Esperando a primavera brasileira, a primavera nacional