Mostrando postagens com marcador médicos cubanos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador médicos cubanos. Mostrar todas as postagens

sábado, 23 de novembro de 2013

CUBANADAS NA SAÚDE DO BRASIL

POST #01 

DOSAGENS DE ANTIBIÓTICOS SUSPEITAS 

RECEITA DE AZITROMICINA

MÉDICO MAIS MÉDICOS PASSA 24 COMPRIMIDOS DE AZITROMICINA!!!
BULA - Azitromicina - Posologia
A posologia de acordo com a infecção está descrita abaixo: 

Uso em Adultos 

Para o tratamento de doenças sexualmente transmissíveis causadas por Chlamydia trachomatis, Haemophilus ducreyi ou Neisseria gonorrhoeae suscetível, a Azitromicina deve ser administrada em dose oral única de 1000 mg. Para todas as outras indicações uma dose total de 1500 mg deve ser administrada em dose única diária de 500 mg durante 3 dias. Como alternativa a mesma dose total pode ser administrada durante 5 dias, em doses únicas diárias de 500 mg no primeiro dia e 250 mg do segundo ao quinto dia. 

RECEITA DE AMOXACILINA PARA CRIANÇA


Outro Flagrante do "MAIS Médicos"! AMOXACILINA 1 X AO DIA para criança!?
BULA - Amoxicilina - Posologia
Crianças
− até 3 anos: 125 mg/5 mL - 5 mL de 8 em 8 horas.
− 3 a 12 anos: 250 mg/5 mL - 5 mL de 8 em 8 horas.
AGITE A SUSPENSÃO ANTES DE USAR. 
A posologia deve ser aumentada, a critério médico, nos casos de infecções graves. Para crianças pesando 40 kg ou mais, deve ser administrada a posologia de adulto. A absorção de Amoxicilina não é afetada pela alimentação; portanto, a Amoxicilina pode ser administrada às refeições.

POST #02

CUBANA DÁ REMÉDIO DE CAVALO PARA IDOSO COM OSTEOARTROSE.

São tantos relatos de erros grosseiros e potencialmente fatais que vamos semanalmente postar o quadro "monstruosidades da semana" com as receitas mais bizarras oriundas do Mais Médicos. Especial atenção ao item "3".
1) Overdose de cefalosporina ou uso "homeopático" de alopatia?  Cefalexina prescrita de 8/8h quando o certo seria de 6/6h, Dipirona sendo dado em dose de criança de 2kg (2 gotas) mas ai a dose da Cefalexina deveria ser de 0.6 ml de 6/6h e não 3.3 ml (dose 500% maior). Mas se é de fato criança de 2kg como se justifica a prescrição de muito suco de laranja e limão? Polivitamínico? Nebulizar com 9ml de soro (para que? para a nebulização virar uma sessão de tortura de quase 1 hora?) com UMA gota de berotec, que é nada pra adulto e diluído em 9ml de soro se torna nada pra uma criança, quase que uma dose homeopática. Se essa prescrição foi para adulto, é homeopatia. Se foi para criança, é overdose de antibiótico e de sucos cítricos. De qualquer maneira, é mais uma padilhada do Mais Médicos. o CRM da receita foi por força de decisão judicial, antes da aprovação da lei.



2) Tratamento de "Larva Migrans Cutânea" na Amazônia com antibiótico oral, tópico e intramuscular, todos em larga dose. A intercambista decerto quis cobrir "todas as hipóteses", pena que esqueceu do anti-parasitário. Decerto a gênia pensou estar tratando uma "dermatite". Isso na Amazônia. pelo visto andou matando o curso de "3 semanas" de doenças infecciosas do Padilha. Mais uma padilhada do Mais Médicos. Em breve iremos começar a ver malária sendo tratada como virose na Amazônia...
3) Revolucionário tratamento de osteoartrose "à moda cubana": Dipirona 500 mg 01 cp de 8/8h (avançado esquema analgésico) associado a complexo B (ah, agora sim, sinergismo puro) e, cereja do bolo, Metocarbamol (Robaxin). Robaxin é um relaxante muscular que, no Brasil, é usado apenas para equinos e caninos, ou seja, uso veterinário. O Mais Médicos trata o povo como cavalo e, condizente com essa situação, prescreve relaxante muscular de cavalo para o eleitor da Dilma. Mesmo se fosse para humanos, não existe indicação de relaxante muscular em osteoartrose na ausência de outras afecções.**

 Acima, a prescrição do remédio de cavalo. Abaixo a caixa. Se o pobre coitado tivesse como comprar, claro, já que o preço pode chegar a mais de 200 reais a caixa, iria receber um remédio com um cavalo na capa, homenagem do Padilha aos pobres brasileiros. Tratamento e"cavalar" típico de medicina de pobre para pobre. Pobre de nós, isso sim.
Remédio Cubano para tratamento de osteoartrose no Mais Médicos. Hay que endurecer!!
** Em alguns países existe autorização para uso em humanos.m dose 

POST # 03 

"LEVO"DOPA VIROU "LEVO"TIROXINA

Paciente parkinsoniano em uso de prolopa (levodopa + benserazida) prescrito em consultório de médico brasileiro na Bahia, teve a receita "renovada" por médica cubana, que escreveu "LEVOTIROXINA SÓDICA + benserazida" e sem a respectiva dosagem. A cidade é Buritirama, onde as duas médicas cubanas foram recebidas com euforia : http://jornalgazetadooeste.com.br/noticias/calorosa-recepcao-as-medicas-cubanas-em-buritirama/

Ou seja, se levado a cabo a prescrição, o paciente com Parkinson iria agora tomar hormônio da tireóide, como se fosse hipotireoideo.

Parabéns Padilha por mais essa CAGADA do Maus Médicos, que em breve vão começar a transformar a atenção básica em profissão de risco (para o usuário).

Por fim, "Levo"dopa e "Levo"tiroxina é tudo igual né? E vamos "Leva"ndo tudo nas coxas, com o paciente "Leva"ndo no cubano o tempo todo... E ai Jorge Solla?? Tudo bem ai na Bahia?



POST #04 
AVISEM QUE EXISTE VIA ORAL

POST #05 
CUBANO PASSA BANANA COM CASCA


POST #06
O "ALQUIMISTA"


POST# 07

CUBANO ENCAMINHA PARA "CONSULTA COM CLÍNICO"

POST 08#


"Fui abordado PELA PACIENTE quando desesperada saiu do consultório do 'mau medico' munida de sua prescrição. A prescrição entre outras continha as 90 U de Regular pela manhã, (CLICK) então sem a desculpa esfarrapada usada na Bahia, que certamente teria as consequências mais nefastas caso ela houvesse feito e fosse ignorante o suficiente para seguir. Felizmente não era, felizmente tinha comigo um bom Rapport e me solicitando fui felizmente obrigado a corrigir. 

Como outros erros e situações atípicas continuaram a se repetir embora em situações algo menos agudamente graves, mas potencialmente igualmente a longo prazo, e como por força das circunstâncias eu fui obrigado a 'informar', claro por escrito e guardando cópias à secretária, o 'mau médico' acabou sendo afastado. Seria submetido a mais um longo período de duas semanas de capacitação. Desnecessário dizer o quanto detesto e acho ridícula esta palavra que descreve na melhor das hipóteses políticas medíocres e hipócritas que nunca se sabe ao certo quanto são oriundas da mais perversa vontade de se fingir que faz ou de expor ao mundo a sua mais completa ignorância. 

De qualquer forma após tal período ele seria avaliado e poderia ser reprovado ou poderia ser re-integrado ao sistema. Isto é, em meu entender, receber 'licença para matar'. 

Ouvi dizer que estará de volta em breve. 
De resto as imagens eu creio falam por si mesmas. 

Note-se que o autor é o 'mau médico' esta lá o registro PMM antes do CRM, mas há ai mais uma ironia. O PMM CRM PR não é dele, para complicar tudo. É de outra 'mau médica'. Sim confira quem desejar. Isto também foi comunicado. Havia incompatibilidade entre o nome do autor da prescrição, um Mexicano, não Cubano, note-se o PMM CRM PR. Não sei as razões disto, mas parece que ele tinha já um registro junto ao CRM PR de PMM. Aliás 'cirurgião', parece que todos os PMM são cirurgiões. Temamos."

XXXXXXXX
Médico

Um comentário:

tumpopolis disse...
Com esta esculhambose no uso de ATBs, é de se temer o aumento da resistência bacteriana e surgimento ainda maior de cepas multiresistentes. Se eu fosse alguém com trânsito, denunciaria a OMS, JÁ!

domingo, 3 de novembro de 2013

INDICADA PELO MST, EX-ASSENTADA HOJE É MÉDICA EM CUBA

Indicada pelo Movimento dos Sem-Terra (MST), Sheila deixou um assentamento de Apiacá, no Estado, para cursar faculdade em Cuba


Sheila Ramos Vieira, 25 anos, torce para que o tempo passe depressa e ela possa concluir logo o maior projeto da sua vida. Há seis anos, Sheila deixou o Assentamento Santa Fé, em Apiacá, no Sul do Espírito Santo, para cursar Medicina na Escola Latino Americana de Medicina (Elam), em Cuba, onde sua formatura acontecerá em agosto de 2014. Sheila é filha de Maria Ramos Vieira, 46, coordenadora do assentamento e ligada ao Movimento Sem terra (MST). A mãe fala com orgulho da jovem – a mais velha dos seus quatro filhos –, a primeira a conquistar um diploma de curso superior na família. Por telefone, Sheila contou para A GAZETA como é sua vida na ilha de Fidel e sobre sua expectativa de voltar ao Brasil para exercer aqui sua carreira.


Foto: Arquivo Pessoal
Arquivo Pessoal
Sheila admite que sua vida em Cuba a fez compreender a ideologia do país e a ver que há razão no que o governo cubano pratica



Quando você foi para Cuba?
Deixei o Brasil quando estava com 19 anos de idade. Cinco pessoas do Espírito Santo estavam no mesmo grupo. Eu era de Apiacá, e as outras eram de São Mateus, de Linhares e de Vitória.

Todas foram estudar Medicina?
Sim, todas tinham esse objetivo. Naquela época, ao todo, vieram do Brasil 280 estudantes, todos para fazer o mesmo curso. Só alguns – não sei dizer quantos – desistiram.

De que forma essas pessoas foram indicadas?
Um desses capixabas que viajaram comigo é ligado ao Movimento de Pequenos Agricultores (MPA); um é ligado ao Partido dos Trabalhadores (PT), o outros a prefeituras – não lembro bem. Eu vim por minha ligação com o Movimento dos Sem Terra (MST).

E você. Como foi sua indicação?
Fiquei sabendo de três companheiras do MST do Espírito Santo que estavam estudando em Cuba, e como eu era da área da Saúde, no movimento, tinha esse sonho também. Quando surgiu a vaga, o pessoal do setor de Saúde perguntou se eu queria, eu disse: “Claro que sim!”. Uma das capixabas que estudavam em Cuba, quando eu vim, fez o processo de revalidação do diploma para o Mato Grosso, a outra foi para o Ceará, mas a terceira não sei hoje onde está.

Você era militante?
Minha família e eu, há muitos anos, somos ligados ao MST, que tem vários setores. Eu atuava do setor da saúde. Quando o governo cubano ofereceu a bolsa de estudos, o MST do Espírito Santo me indicou. Então, a Embaixada de Cuba fez uma seleção, com entrevista e aplicação de prova de conhecimentos gerais.

Como foi sua formação estudantil?
Fiz o ensino médio em Apiacá, no Espírito Santo, em escola pública. Mas em Cuba, durante um ano fiz um curso com aulas de Física, Química, Biologia e Espanhol, como se fosse um pré-vestibular para o curso de Medicina, que tem seis anos de duração.

Foi difícil a sua adaptação aos estudos?
No início, foi difícil. Não dominava o idioma, não conhecia ninguém. A adaptação longe da família, sabendo que tinha mais seis anos pela frente, não foi mesmo fácil.

Você se sentia preparada, com o seu nível de conhecimento?
Cursei ensinos fundamental e médio em Apiacá, e a gente sabe que a escola pública no Brasil não dá muita base para o os alunos. Imagine, então, a dificuldade que é para alguém como eu entrar numa faculdade de Medicina. A salvação em Cuba foi o cursinho preparatório que eu fiz.

E como foi e ainda é o nível de cobrança na faculdade cubana?
Em Cuba eles são muito exigentes. Na faculdade, se você não faz bem alguma coisa é chamado a atenção, é cobrado. E estar longe da família – eu só pude ir ao Brasil a cada dois anos – é muito sofrido. Houve dia em que até chorei.

O que você planeja fazer após se formar?
Se eu quisesse – embora hoje não seja fácil conseguir –, poderia ficar em Cuba por mais dois anos, além da graduação, fazendo o curso de MGI, que no Brasil se chama Saúde da Família. Mas eu quero mesmo é voltar para o meu país.

E, no Brasil, você vai buscar atuar no Programa Mais Médicos?
Quero sim. Vai ser preciso obter o número do registro. Não sei se as pessoas sabem, mas a prova piloto aplicada no Brasil é muito difícil. Alguns médicos já disseram que essa prova tem nível alto, de uma residência médica. Eu sei que vou ter que batalhar muito, que terei que me empenhar para conseguir. Mas vou tentar, com certeza.

Como é o curso de Medicina em Cuba, em comparação com o Brasil?
Há algumas diferenças entre os dois. Em Cuba, não recebemos formação em algumas patologias, nas áreas de epidemiologia e infectologia. Enfermidades como cólera, hanseníase, malária, pelo avanço da Medicina aqui, muito raramente, aparecem. Acontece, às vezes, mas por causa da vinda de turistas. Então a gente não aprende sobre essas doenças. O forte em Cuba é a prevenção, é a atenção básica. Um Acidente Vascular Cerebral (AVC), por exemplo, pode ser evitado se há cuidados preventivos.

Quando será sua formatura? Sua família irá?
Vou terminar meu curso e me formar em agosto de 2014. Mas acho que ninguém da minha família vai poder vir a Cuba para participar da formatura.

Como é o seu dia a dia em Havana?
Também por ter que morar longe da minha família, do meu país, me dedico muito mais aos estudos, em Cuba. Estou no sexto ano de Medicina, e a minha rotina é a seguinte: vou bem cedinho para o hospital, volto para casa às quatro horas da tarde, e, uma vez por semana, faço um plantão de 24 horas. E, durante o tempo livre que a gente tem, é preciso estudar, porque temos que nos preparar para seminários na faculdade.

Como você vive?
Vivo numa residência com outros estudantes de Medicina, pessoas de várias nacionalidades. Há muito mais latino-americanos no grupo. São porto-riquenhos, peruanos, guatemaltecos. Tem também argentino, paraguaio, venezuelano. O governo cubano dá a residência, alimentação. A faculdade empresta os livros. Após conclusão de uma disciplina, devolvemos para um colega estudar.

Como você avalia a sua formação?
O governo cubano quer formar médicos humanistas, que atendam os pacientes com sensibilidade, o que não acontece na maioria dos países, onde os médicos são um pouco arrogantes, não estão muito preocupados com as pessoas. É essa a minha formação: humanista.

Você estará preparada para, no Brasil, atuar num pronto-socorro, fazer um parto?
Em Cuba aprende-se de tudo um pouco. O profissional tem condições de diagnosticar o que o paciente tem para, depois, ser tomada outra medida. Eu, no sexto ano, estou revendo cirurgia, ginecologia e obstetrícia, MGI, medina interna, que é a clínica geral, no Brasil. E estou sim, sendo preparada em Cuba para fazer um parto, atuar em certas emergências cirúrgicas.

Como é viver e trabalhar num país com restrição? Como você se informa?
A gente só pode usar a intranet, para fazer pesquisa, estudar. Recebo e mando e-mails para a minha família, mas não tenho acesso a informações pela internet, não acesso redes sociais. Também posso falar com minha família, no Brasil, pelo telefone. É que com o bloqueio econômico dos Estados Unidos, em Cuba só alguns lugares têm internet, entende?

Que informações você obteve sobre a receptividade dos médicos cubanos no Brasil?
Ouvi dizer que no Sul do Brasil eles foram bem recebidos – acho que no Rio Grande do Sul –, mas que em outro Estado, Pernambuco ou Ceará, foram vaiados por médicos brasileiros no aeroporto. Parece que uma pessoa chamou um doutor cubano de escravo. Não sei se porque ele era negro ou sobre o que a mídia informou sobre eles.

A informação é que médicos recebem em torno de R$ 70 mensais em Cuba.
É mais ou menos isso que os médicos recebem por mês. Mas é que o custo de vida é bem menor do que no Brasil, e a situação econômica cubana é difícil. A remuneração é de acordo com a condição do país.

Você está pronta para enfrentar desafios? Trabalhar em áreas distantes, carentes?
Voltando para o Brasil, estou disposta a trabalhar em qualquer lugar. Nossa, já passei tanta dificuldade na minha vida, que trabalhar numa comunidade muito carente não vai ser nada complicado.

Como foi sua infância. Você sonhava ser médica?
Sempre pensei em estudar, em ser uma médica, mas, ao mesmo tempo, achava que não seria possível, que era algo muito distante da minha realidade. Nasci no Assentamento Georgina, em São Mateus, no Espírito Santo. Não dava para sonhar muito naquela situação. No Brasil, com certeza, seria muito difícil para mim fazer um curso de Medicina. Mesmo que eu passasse no vestibular, não teria como comprar livros, pagar moradia, me manter. Minha infância e adolescência foram muito pobres.

Além de acadêmica, sua formação envolve também orientação político-ideológica?
A gente, na convivência, acaba entendendo a ideologia cubana. Olha, essa é uma questão diária de quem está no país. Não há como não aprender. Você começa a compreender as coisas, a ver que há muita razão, que o que o governo prega está certo.

O que trará na “bagagem” para divulgar?
Acho que vai valer a pena contar para as pessoas o que considero positivo. Por exemplo: em Cuba não tem analfabeto, as pessoas têm direito à saúde – são atendidas quando precisam. E também têm direito de fazer uma faculdade.

Mas não há unanimidade do povo cubano em relação ao regime.
Todo ser humano é ambicioso, e em Cuba, embora a maioria compreenda o sistema, algumas pessoas não conseguem compreender. Querem sair, trabalhar em outros países.

Você é ambiciosa? Quais são seus desejos?
Não me acho ambiciosa. Meu sonho, além de trabalhar na minha profissão, é ter uma vida melhor do que eu tinha antes, no Brasil. Tenho vontade de ter uma casa melhor, garantir uma vida melhor para a minha família. Mas não tenho ambição de ter vários bens
Cláudia Feliz - A Gazeta

domingo, 6 de outubro de 2013

MÉDICA CUBANA É ALVO DE PROTESTOS NO SUL DO PIAUÍ

‘QUEREMOS MÉDICOS QUE FALEM NOSSA LÍNGUA’: Entenda a polêmica no sul do Piauí

Imagem
 A População de Parnaguá, recentemente foi às ruas em um protesto pela qualidade da saúde no município, o “estopim” do Protesto foi a morte do jovem Jefferson de Jesus Lima, devido a um péssimo atendimento prestado quando o mesmo se acidentou ao perder o controle da moto em uma lombada.
Segundo entrevistados da cidade de Parnaguá pelo 180 graus, o atendimento médico na cidade tem sido muito questionado pela população. “No hospital da cidade há uma médica cubana e o pessoal reclama que ela não atende direito as pessoas. Tanto que após a morte de um jovem vítima de mal atendimento prestado a um acidente de moto, o povo fez uma manifestação contra o atendimento da cubana, contra o motorista que deu partida na ambulância sem olhar se o Jefferson estava acomodado e contra a prefeitura, devido a lombada que foi feita recentemente, outras pessoas já caíram no local, após ela ter sido feita”, comentam os entrevistados.
Imagem
Fonte: 180graus

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

A PRESIDENTE E A DEMONIZAÇÃO DA CLASSE MÉDICA

Dilma volta a demonizar os médicos brasileiros, acusando-os de negligentes. E dá a receita: os brasileiros não precisam nem de hospitais nem de postos de saúde, mas de cubanos que possam apalpá-los

A presidente Dilma Rousseff esteve no Rio Grande do Norte para inaugurar três institutos federais de educação e concedeu duas entrevistas a rádios locais. E aproveitou para demonizar os médicos, categoria que, pelo visto, vai servir de saco de pancada da campanha eleitoral petista. Disse a governanta:
“Uma pessoa me disse: ‘O médico não me toca’. Ela queria que o médico tocasse nela. Ela queria que o médico lhe tocasse, aquilo que a gente, pelo menos eu, meu médico sempre me apalpou, olhou o coração, olhou a garganta.”
A gente perdoa o uso muito particular que Dilma faz da língua portuguesa, quase um idioleto às vezes. O “apalpar”, claro!, está no sentido mais denotativo possível: “tatear, tocar com as mãos”.
As palavras, então, fazem sentido. Quando a presidente afirma que seu médico “olha o coração”, “olha a garganta”, está fazendo uma acusação generalizada de descaso que atinge toda uma categoria profissional. Por um desses milagres de opinião pública de que só o petismo é capaz — em razão da Al Qaeda eletrônica que o partido controla com o intuito de difamar os inimigos da vez —, Dilma está apontando os supostos culpados pela calamidade que vive a saúde no Brasil: os médicos!!!
Pois é… Quando Dilma assumiu o governo, anunciou as suas metas para 2011 As mais vistosas na área de Saúde eram a construção, NAQUELE ANO, de 2.174 Unidades Básicas de Saúde e de 125 UPAs (Unidades de Pronto Atendimento). Só para não deixar passar: as metas de 2011 incluíam ainda 3.288 quadras esportivas em escolas, 1.695 creches (seriam 5 mil até 2014) e 723 postos de policiamento comunitário. Não tente saber o que aconteceu com cada uma dessas promessas. Elas sumiram do mapa. No ano que vem, a presidente as renova, entenderam?
O fato é que a saúde mergulhou no caos — e Dilma, é bom que vocês saibam, não vê a hora de se livrar de Alexandre Padilha, o ministro da pasta. Vai fazer de tudo para tentar elegê-lo governador de São Paulo. E aí os paulistas que se virem. Não que ela saiba direito o que fazer na área. Ocorre que ele também não. O programa “Mais Médicos” é, assim, um golpe marqueteiro para supostamente oferecer atendimento à população em postos caindo aos pedaços, sem infraestrutura, remédios, ataduras, nada. Na noite de ontem, no entanto, no “Profissão Repórter”, da Globo, comandado por Caco Barcellos, ficamos sabendo que os brasileiros pobres recebem os médicos estrangeiros sob aplausos, com solenidade e até festinha. Restou a sugestão de que as vilãs são mesmo as associações médicas, que resistem ao programa.
O governo petista tem algumas marcas na área de saúde, conforme noticiei aqui no dia 22 de agosto. Entre 2002, último ano do governo FHC, e 2005, terceiro ano já do governo Lula, o número de leitos hospitalares havia sofrido uma redução de 5,9%. Era, atenção!, A MAIS BAIXA EM TRINTA ANOS! Números fornecidos pelo PSDB? Não! Por outra sigla: o IBGE. Em 2002, havia 2,7 leitos por mil habitantes. Em 2005, havia caído para 2,4. A OMS recomenda que essa taxa seja de 4,5. “Ah, Reinaldo, de 2005 para cá, já se passaram oito anos; algo deve ter mudado, né?” Sim, mudou muito! O quadro piorou enormemente: a taxa, agora, é de 2,3 — caiu ainda mais. E caiu não só porque aumentou a população, mas porque houve efetiva redução do número de leitos púbicos e privados disponíveis: só entre 2007 e 2012, caíram de 453.724 para 448.954 (4.770 a menos).
No dia seguinte, em outro post, informava que, entre 2005 e 2012, o SUS havia perdido 41.713 leitos — vale dizer: hospitais privados pediram descredenciamento do sistema por causa da tabela indecorosa.
Mas agora tudo será diferente, não é mesmo? Dilma não fez as UPAs prometidas, não fez as UPs prometidas, e, durante o governo do PT, o número total de leitos no país caiu 15%, e o SUS perdeu 41.713.
Tudo besteira! O que os brasileiros precisam é de cubanos que os apalpem.
Por Reinaldo Azevedo

sábado, 21 de setembro de 2013

MAIS UM LOTE DE CUBANOS


O Estado de S.Paulo
Um balanço do Ministério da Saúde mostra que dois terços dos profissionais brasileiros inscritos no programa Mais Médicos não se interessaram em trabalhar nas condições oferecidas. Com isso, será necessário "importar" outro lote de médicos estrangeiros, provavelmente cubanos em sua maioria, pois eles são os únicos que aceitam atuar sem a mínima infraestrutura e sem direitos trabalhistas - afinal, eles estão aqui, como disseram, em "solidariedade" aos miseráveis brasileiros.

Nas duas fases da seleção de médicos, apenas 911 dos 2.510 profissionais brasileiros cadastrados concluíram o processo, isto é, apontaram a cidade em que gostariam de trabalhar. No estágio mais recente, os 400 participantes escolheram 217 municípios e 10 distritos de saúde indígena, o que representa apenas 2,4% da demanda total - e ainda há a possibilidade de que alguns inscritos não apareçam para trabalhar, como aconteceu na primeira fase em diversas cidades.
"A prioridade é a contratação de médicos brasileiros, mas não podemos deixar a população à espera de atendimento", disse o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, já a justificar a necessidade de trazer outros médicos do exterior. Demagogia à parte, louve-se que, depois de uma década de governos lulopetistas, em que seus líderes se gabavam de ter transformado o Brasil numa maravilha de Primeiro Mundo, o ministro da Saúde afinal reconheça a extrema precariedade do atendimento médico no País.
Pois é esse descalabro que afasta os médicos brasileiros dos lugares onde eles são mais necessários. Não há condições de trabalho em diversos municípios "rejeitados" por esses profissionais - e que, por isso, receberão os cubanos, habituados a atuar em situações de catástrofe. Os problemas nos postos de saúde são inúmeros: faltam equipamentos para primeiros socorros, material para a realização de exames de rotina e até macas. Há infiltrações e mofo nas paredes e falta água. "Se chegar alguém com parada (cardiorrespiratória), a gente vai orar, e só", disse à Folha de S.Paulo a médica de um posto no distrito de Araci, na Bahia.
Ao Estado, um inscrito no programa do governo relatou o caso de uma colega que desistiu justamente quando se deparou com a situação miserável que a aguardava. "Claro que foi embora. O clamor da população nas ruas é por saúde, não por mais médicos. Não adianta ter médico sem estrutura", disse ele. Ademais, muitos profissionais desistem porque, além de trabalhar em locais precários, não têm direito a FGTS, hora extra e 13.º salário.
O governo parece se esforçar para demonizar esses profissionais. Felipe Proenço, coordenador do Mais Médicos, disse que os brasileiros estão escolhendo onde querem atuar sem levar em conta "as localidades mais carentes". Logo, segundo esse argumento, não resta alternativa senão alocar cubanos nos lugares desprezados pelos brasileiros.
Essa estratégia cumpre o objetivo de estigmatizar, como insensíveis, aqueles que se opõem ao Mais Médicos não por causa de seus propósitos, obviamente importantes, mas por seu oportunismo eleitoreiro.
Além disso, camufla a inépcia do governo na área de Saúde - nos últimos cinco anos, nada menos que 286 hospitais ligados ao SUS foram fechados. De lambujem, coloca em evidência os médicos de Cuba, ditadura idolatrada pelos petistas, ressaltando o modelo de saúde socialista da ilha dos irmãos Castro.
Como já se sabe, o governo articulou a vinda dos médicos de Cuba ao menos seis meses antes que o tema viesse a público e que qualquer acordo fosse formalizado. Os médicos brasileiros, ao que parece, são coadjuvantes num teatro marqueteiro organizado pelos estrategistas do governo como resposta ao clamor das ruas.
O resultado não tardou a se refletir nas pesquisas: 73,9% dos entrevistados em recente sondagem da Confederação Nacional do Transporte disseram-se favoráveis ao Mais Médicos, que será a grande bandeira do ministro Padilha em sua campanha ao governo de São Paulo

sábado, 14 de setembro de 2013

A GRANA DOS MÉDICOS CUBANOS

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Senhoras e senhores, agora que ficou definitivamente consagrada a mutreta dos médicos cubanos no Brasil, estabelecida de forma insidiosa entre o governo petista e a ditadura dos irmãos Castro, convém aqui especular sobre os destinos da elástica baba financeira que vai escorrer para os cofres da Ilha Cárcere. A pergunta básica é a seguinte: para onde vai o dinheirame – algo entre um bilhão e meio e três bilhões de reais, ou mais – extorquido do bolso do indefeso trabalhador brasileiro?
Sobre o destino do grosso ervanário já foram levantadas várias hipóteses. Senão, vejamos: em data recente, um militante de “O Globo”, porta-voz da esquerda festiva, reproduzindo informe oficioso, noticiou que parte da grana dos 4 mil médicos cubanos contratados poderá servir para amortizar fração do empréstimo de US$ 980 milhões contraída pela ditadura comunista do Caribe junto ao BNDES do Dr. Lula, ao que se diz apenas parcialmente aplicado na reconstrução do Porto de Mariel e na reforma do aeroporto de Havana.
Outra hipótese levantada com insistência nos sites da internet é que pelo menos metade da grana tomada do contribuinte nativo em nome do programa Mais Médicos retornaria ao Caixa Dois do PT para financiar a campanha eleitoral do próximo ano. De fato, levando-se em consideração que o pagamento mensal dispensado a cada médico cubano será na ordem de 60 reais – segundo o cirurgião caribenho Carlos Rafael Jimenez, em recente depoimento no Congresso Nacional -, não resta dúvida quanto ao potencial bilionário da campanha presidencial da guerrilheira Dilma. (Neste particular, é bom recordar a operação de milhões de dólares contrabandeados em caixas de Havana Club Rum, em voo originário de Cuba, remetidos por Fidel Castro para “dar força” à reeleição de Lula. Na denúncia publicada pela revista Veja, em julho de 2005, o falso diplomata cubano Sérgio Cervantes, notório “observador” das FARCs, teria sido o agente da operação.
Já na Ilha Cárcere, por sua vez, a certeza (e não mera hipótese) entre os perseguidos políticos é de que a grana bilionária do programa Mais Médicos, sacado do bolso do parvo povo brasileiro, servirá para Raul Castro – “alcoólatra e brutamontes confesso”, no dizer do jornalista Carlos Franqui, Ex-Íntimo do Vampiro do Caribe – ampliar o aparelhamento da DGI (Direción General de Inteligência), órgão da polícia secretaque, na Ilha Cárcere, exerce implacável repressão sobre a população em geral e, em particular, sobre os dissidentes em desacordo com os métodos do comunismo dos irmãos Castro. Como se sabe, a DGI, só em Havana, emprega cerca de setecentos mil espiões para manter sob severa espreita cada quarteirão da desgastada cidade.
Por fim, há a hipótese dos que admitem, com considerável dose de razão, que os irmãos Castro, sinistros predadores do subcontinente, simplesmente enfiarão no bolso o grosso da grana do programa petista, subtraído de forma astuciosa da lograda patuléia cabocla. Amparando a conjetura, basta assinalar recente reportagem da revista Forbes (especialista em quantificar e qualificar a fortuna dos milionários) que elegeu Fidel Castro como um dos homens mais ricos do mundo. A revista informa, sem meias palavras, a razão do vasto patrimônio em dólares de Fidel: os pagamentos dos negócios externos de Cuba são depositados na conta pessoal do insaciável ditador.
Em resumo: bem medido e pesado é possível que cada uma dessas hipóteses seja factível. Pior: no frigir dos ovos, os vastos recursos enviados ao “Paraíso do Caribe” poderiam servir a todos os propósitos acima apontados e mais outros que o desconfiado leitor pode livremente descortinar.
PS – Fidel tem horror aos médicos-enfermeiros cubanos, não confia neles. O tirano se trata com médicos espanhóis e seus exames são analisados em clínica de Boston. Chávez se meteu a besta com a medicina da ilha e se ferrou.

 Ipojuca Pontes,

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

15 ENFERMOS DE CÓLERA EN HOSPITAL NACIONAL DE RECLUSOS


LA HABANA, Cuba, 6 de septiembre de 2013, Dania Virgen García/ www.cubanet.org.- En el Hospital Nacional de Reclusos (HNR) del Combinado del Este, en La Habana, hay 15 casos confirmados de cólera, según informa el recluso Daniel Pérez Díaz, que se encuentra ingresado allí.
Según Pérez Díaz,  el pasado 2 de setiembre había 15 casos confirmados de cólera que recibían atención hospitalaria en el HNR.  En la sala de terapia intensiva hay ingresados doce reos que se encuentran reportados graves.
Pacientes  con diferentes patologías ingresados en la sala de terapia intensiva del HNR, fueron trasladados a salas abiertas sin tener en consideración los riesgos de contagio que esto podría traer aparejado. El responsable de esta decisión fue el Dr. y Mayor del Ministerio del Interior, Alexis.
El día 2, mientras el doctor Alexis pasaba visita, se detuvo frente a la cama del recluso Daniel Pérez Díaz y le comunicó  que no estaba interesado en su curación, le anunció no le concedería licencias ni ninguna otra facilidad para agilizar su curación, le llamó “contrarrevolucionario” y le amenazó con golpizas por facilitar informaciones a quienes llamó “periodistas baratos”.
Fonte: CubaNet