quinta-feira, 29 de setembro de 2011

IMPOSTOS, IMPOSTOS, IMPOSTOS, NÃO AGUENTAMOS MAIS.

Principais contribuições – O governo federal estima fechar 2011 com a marca inédita de R$ 1,01 trilhão em arrecadação bruta (tributos e outras receitas), segundo informações do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Em 2010, a receita total do governo federal ficou em cerca de R$ 950 bilhões – contando com os R$ 74,8 bilhões recebidos da Petrobras por conta dos barris do pré-sal em setembro do ano passado.
Excluída a receita extraordinária dos barris do pré-sal, fator inesperado que não se repete, o crescimento da arrecadação bruta total de 2010 para 2011, segundo dados do orçamento federal, ficará em cerca de R$ 140 bilhões.
A arrecadação total bruta do governo considera os impostos e contribuições federais (a chamada “receita administrada”, incluindo os valores pagos ao INSS), além de receitas não administradas pela União, como concessões, dividendos, cota-parte de compensações financeiras e Salário Educação, entre outros.
Segundo o governo federal, a arrecadação de impostos e contribuições federais, sem contar o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), deve somar R$ 655 bilhões neste ano, contra R$ 545 bilhões em 2010. Neste caso, a previsão de crescimento é de 20,1%.
Ao mesmo tempo, o governo estima uma arrecadação líquida do INSS de R$ 245 bilhões neste ano, contra R$ 233,6 bilhões em todo ano de 2010, com elevação de 5,12%.
Entre os impostos o que mais contribui para as receitas do governo foi o IPI (Imposto Sobre Produtos Industrializados). Em relação às empresas, as campeãs de contribuição neste período foram os bancos, as mineradoras e o comércio varejista.
Para o deputado Audifax Barcelos (PSB-ES), membro da Comissão de Finanças da Câmara, o relatório mostra que o país não precisa aprovar mais impostos. “O relatório mostra um crescimento recorde do país. Isso demonstra que o governo não precisa criar o imposto da saúde,por exemplo, já que apesar da crise mundial, a previsão é de que o país tenha uma arrecadação maior que em 2010″, acrescentou o deputado. As informações são da “Agência Congresso”.
Desempenho da arrecadação – Janeiro a agosto
2010 – R$ 522.516 milhões
2011 – R$ 630.464 milhões
Arrecadação dos Principais tributos (I.I/IPI/IRPJ/CSLL/COFINS/PIS-PASEP)
2010 – R$ 235.354 milhões
2011 – R$ 268.365 milhões
Arrecadação da Receita Administrada pela RFB (Maiores Crescimentos por Setor)
Entidades financeiras
2010 – R$ 6 2.444 milhões
2011 – R$ 78.767 milhões
Participação percentual na variação total – 27,51%
Extração de minerais metálicos
2010 – R$ 3.544 milhões
2011 – R$ 11.837 milhões
Participação percentual na variação total – 13,98%
Comércio Atacadista
2010 – R$ 27.544 milhões
2011 – 31.001 milhões
Participação percentual na variação total – 5,83%
Fabricação de veículos automotores
2010 – R$ 20.376 milhões
2011 – R$ 23.606 milhões
Participação percentual na variação total – 5,45%
Comércio Varejista
2010 – R$ 12.418 milhões
2011 – R$ 15.386 milhões
Participação percentual na variação total – 5,00%
Seguros e Previdência Complementar
2010 – R$ 10.594 milhões
2011 – R$ 12.452 milhões
Participação percentual na variação total – 3,13%
Telecomunicações
2010 – R$ 7.511 milhões
2011 – R$ 8.784 milhões

Fonte: Ucho.Info

2 comentários:

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  2. Olá Dr. Marco Sobreira
    Sou Rubens D' Paula, um simples estudante de 17 anos que deseja criar um movimeto para precionar o governo a fazer uma reforma tributária.
    Por favor, entre em contato comigo meu e-mail e rupauco@hotmail.com (.)
    Estou pensando em criar uma liga em todo o Brasil, ou seja, apoio de pessoas de todos os estado, de norte a sul para termos mais força para mobilizar a população e concientiza-las de NÃO ir as urnas e simplismente por "13" do início ao fim!
    O povo brasileiro merece respeito, e temos que dizer a elas que estão sendo desrespeitadas!
    Se puder, serei muito grato!
    Muito obrigado pelo espaço!

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